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Autismo abrange 1,2% dos catarinenses

MAIOR EVENTO SOBRE O TEMA NO ESTADO FOI IDEALIZADO PELO DEPUTADO LUCAS NEVES EM LAGES

“Esse público imenso é a prova de que a sociedade está disposta a aprender, compreender e incluir. E o nosso papel, como parlamento, é transformar essa consciência em políticas públicas, em estruturas concretas, em respeito diário às pessoas com autismo”.

A pregação acima foi do deputado Lucas Neves (Podemos) durante o 3º Seminário Regional sobre Autismo da Serra Catarinense — o maior evento de Santa Catarina voltado ao tema. Cerca de 4.000 pessoas se integraram ao dia de trabalho que buscou atualizar sobre o assunto e reforçar a necessidade de ações práticas para apoio e proteção a pessoas autistas.

ESTRUTURA AOS AUTISTAS

Educadores, profissionais da saúde, estudantes e familiares de pessoas autistas vindos de todas as regiões do Estado participaram de um dia inteiro de palestras, debates e troca de experiências voltados à inclusão, ao respeito à diversidade e à construção de uma sociedade mais acessível.

O idealizador do seminário, deputado Lucas Neves anunciou a destinação de R$ 1,7 milhão para a construção do Centro de Referência para Atendimento de Pessoas com Autismo da Serra Catarinense, que será implantado em Lages. A iniciativa marca um passo decisivo para a criação de uma estrutura permanente de acolhimento e atendimento especializado na região.

ESPECIALISTAS EM LAGES

A programação contou com nomes de peso, como Luciana Brites, especialista em neuroeducação; Paula Frati, psicóloga com foco em TDAH e neurodivergência; Débora Saueressig, jornalista e mãe atípica; e Vanessa Nascimento, pedagoga e consultora em educação inclusiva. As palestras abordaram acolhimento, práticas pedagógicas, saúde mental e o papel da família e da escola no processo de inclusão.

O PERCENTUAL DE CATARINENSES COM AUTISMO

As discussões evidenciaram a urgência de ações concretas para atender à crescente demanda da população autista. Segundo o Censo 2022 do IBGE, Santa Catarina tem 91,6 mil pessoas diagnosticadas com TEA, o que representa 1,2% da população estadual — proporção equivalente à média nacional. Mais de um quarto desses diagnósticos são de crianças com até 9 anos. Em Lages, de acordo com dados da Coordenadoria Regional de Educação, são 781 estudantes com autismo matriculados na rede pública.

“Não estamos falando de exceção, mas de milhares de famílias que precisam de apoio, informação e estrutura. Esse seminário mostra que a mudança começou — e veio pra ficar”, reforçou na fala o deputado Lucas Neves

Com informações e fotos de Alisson Francisco – Alesc

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Ações humanitárias de Pablo Gomes

JORNALISTA SERRANO FEZ RELATO SOBRE ATUAÇÃO EM ACONTECIMENTOS QUE PRECISARAM DE AJUDA HUMANITÁRIA

O jornalista Pablo Gomes, atualmente na comunicação da Epagri em Lages, foi um dos profissionais que se apresentaram no 8º Simpósio de Ajuda Humanitária, promovido pelo Exército Brasileiro e pela Secretaria da Defesa Civil de Santa Catarina. Foi realizado nos dias 27 e 28 de maio, no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres, em Florianópolis. Integrantes das Forças Armadas, órgãos de segurança pública, estudiosos, meteorologistas e profissionais de comunicação discutiram as mais diversas linhas de atuação em um cenário de calamidade pública.

A convite do Exército Brasileiro, instituição à qual serviu por quatro anos como Oficial Técnico no Rio Grande do Sul e Roraima, Pablo Gomes compartilhou parte de suas experiências, como repórter e agora militar da reserva, em vultosas tragédias e missões humanitárias.

MISSÕES PELO MUNDO

Os relatos do jornalista Pablo Gomes apresentaram atuação em acontecimentos como o Furacão Catarina, em 2004; as enchentes e deslizamentos que mataram 135 pessoas, em 2008, no Vale do Itajaí; o terremoto que tirou a vida de 300 mil pessoas em 2010, no Haiti; a pandemia de Coronavírus, em 2020 e 2021; a Força-Tarefa Logística Humanitária Operação Acolhida, em 2023, na Amazônia, com o atendimento a migrantes e refugiados na fronteira com a Venezuela; e a Operação Taquari 2, em 2024, no Rio Grande do Sul, atuando nos resgates, produção de conteúdo jornalístico, atendimento à imprensa, gerenciamento de crise e assessoramento às instituições componentes da força-tarefa.

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O olhar discreto do ‘Observatório Social’

DISCRETO, MAS PRESENTE. INCLUSIVE COM O PROGRAMA OBSERVATÓRIO SOCIAL MIRIM NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE LAGES

Através de cartilhas de educação fiscal foram trabalhados, de maneira lúdica, conteúdos sobre divisão política com autonomia dos três poderes, questões sobre corrupção, além de direitos, deveres e as variantes que integram os tributos. Assim foi o Programa Observador Mirim realizado nas unidade do sistema municipal de Educação de Lages. A iniciativa visa colaborar para a formação de cidadãos mais críticos e responsáveis socialmente.

Participaram da iniciativa os estudantes do 4º ano do Ensino Fundamental, nas 15 escolas de Educação Básica que aderiram ao Programa. O encerramento simbólico ocorreu na Escola Ondina Neves Bleyer (bairro Sagrado Coração) em Lages. Ao final do Programa, os estudantes receberam um certificado de participação e uma lupa, símbolo do Observatório Social.

ENTENDA A AMPLITUDE DO TRABALHO

O Programa Observador Mirim é desenvolvido pelo Observatório Social do Brasil, instituição não governamental, sem fins lucrativos, presente em 155 cidades, inclusive em Lages e São Joaquim, atuando na tarefa de monitorar o uso dos recursos financeiros públicos municipais.

A educação fiscal, como no caso do programa citado, é outra frente de atuação do OSB. Para o diretor do Observatório Social de Lages, Paulo Roberto Forbici dos Santos, o programa (de educação fiscal) colabora para uma mudança lenta e gradual da sociedade. “É trabalhando nesta faixa etária, em torno de dez anos, que vamos formar uma base sólida de cidadãos que pensem mais no coletivo”.

A professora formadora do Programa Cidadania Fiscal da Secretaria Municipal da Educação, Simone Stank Pereira, lembra a importância da parceria entre o Observatório Social de Lages e o Sistema Municipal de Educação. “O Projeto Observador Mirim estimula valores como ética, responsabilidade e participação social desde os primeiros anos escolares, contribuindo de forma significativa à formação integral dos estudantes.”

Importante observar a disposição dos advogados Paulo Forbici e Giovani Colpani, Diretor e Presidente do Observatório Social de Lages, respectivamente, no trabalho do programa e na atuação perante essa estrutura cidadão e orientação, apoio e fiscalização.

Texto baseado nas informações do jornalista Glaucir Borges e fotos de Fábio Pavan

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Carmen faz mais balanço: 150 dias

PREFEITA TEM CUIDADO EM DAR SATISFAÇÃO ÀS ENTIDADES EMPRESARIAIS SOBRE OS PASSOS QUE TEM DADO NO PAÇO

150 dias.

Esse é o marco temporal da nova gestão de Lages que completa nesta sexta-feira, 30 de maio. E desde o princípio a prefeita Carmen Zanotto tem visto uma necessidade constante de se comunicar com os empresários da cidade. Ou pelo menos parte dele, através da entidades constituídas. A prefeita frequenta reuniões na Acil e CDL, onde encontra espaço para dividir com os empresários a rotina de atuação na prefeitura desde o dia primeiro de janeiro.

BALANÇO DOS CENTO E CINQUENTA

Na véspera de fechar os 150 dias de gestão, Carmen Zanotto esteve reunida com os empresários locais. Citou que nesses quase cinco meses foram investidos R$ 23 milhões em infraestrutura – o valor é quase o montante que o Governo do Estado liberou para Lages revitalizar a avenida Carahá na ordem de R$ 26.700.000,00. Apontou que foram atacados 350 quilômetros de ruas que receberam revestimento (brita, cascalho ou pavimento).

Prefeita Carmen, na antevéspera de completar 5 meses de gestão, esteve em reunão na CDL onde detalhou ações e perspectivou aquilo que está previsto adiante na administração.

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Lages: Sentença serve de alerta

ESCOLA PRIVADA É CONDENADA A PAGAR R$ 20.000,00 POR AGRESSÃO SOFRIDA POR ALUNO

Nada há de aceitável ou tolerável em se tornar o foco das investidas físicas e psicológicas de terceiros agressores, notadamente quando estas ocorrem em público e dentro da sala de aula”.

O trecho destacado em itálico acima integra teor da sentença proferida pelo Juiz Titular da 3ª Vara Cível da Comarca de Lages, Dr. Francisco Carlos Mambrini, ao condenar uma escola da rede privada de ensino em Lages por agressão física e psicológica, sofrida por um estudante de 12 anos.

CONTEXTO DO CASO

As agressões narradas na Ação aponta que o estudante sofreu agressões no intervalo da aula, dentro da sala e que houve falha na prestação do serviço educacional cuja a responsabilidade objetiva é da instituição de ensino. Os detalhes da agressão:

“Os colegas seguraram o aluno pelos braços e pernas, o levantaram do chão, abaixaram as roupas e tocaram sua genitália. A ação foi gravada por outro estudante com um celular. O episódio levou o adolescente a abandonar a escola ao final do ano letivo e optar por se transferir para outra instituição”.

POSIÇÃO DA ESCOLA

No próprio processo a escola se manifestou apontando que “o aluno vítima havia consentido com as brincadeiras e que os responsáveis foram punidos com suspensão”. O magistrado entendeu que a instituição falhou ao não garantir a segurança do estudante, especialmente durante a troca de professores, momento em que não havia nenhum adulto presente na sala. O valor da indenização foi fixado em R$ 20.000,00.

O QUE A ESCOLA DEVE FAZER?

Em contextos diferentes, a primeira coisa que a escola deve fazer – e por sinal já deve ter feito – é evitar que seus alunos fiquem em sala de aula sem nenum adulto ‘supervisionando’. Isso para evitar que situação do gênero se repita. A escola pode ainda recorrer da decisão no TJ/SC e, em não recorrendo, pode entrar com ação regressiva contra os outros estudantes pela prática, embora a instituição seja responsável por supervisionar o comportamento também dos autores do ato condenável.

A ação corre em segredo de justiça e, naturalmente, o nome da instituição não foi divulgado.

Texto produzido a partir de informações de Taina Borges NCI/TJSC – Serra e Meio-Oeste – Imagem ilustrativa da sala de aula

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Rua central interditada até dia 22

TRATA-SE DO TRECHO DA RUA NEREU RAMOS QUE SERÁ COBERTURA PARA A FESTA DO PINHÃO

A maior intervenção na mobilidade do trânsito na área central de Lages se opera a partir deste primeiro dia de junho, domingo. Trata-sedo bloqueio do trecho desde o fim da rua Correia Pinto até a praça da Catedral, da rua Nereu Ramos. Ao longo do trajeto de uns 500m serão instaadas as chamadas casas cenográficas para as entidades filantrópicas venderem produtos e bebidas durante a Festa do Pinhão.

CALÇADÃO DA NEREU

O fechamento ao trânsito do trecho da via permitirá que tenhamos um Calçadão nessa parte da rua Nereu Ramos, com utilização exclusiva por pedestres. Os moradores acessarão as garagens existentes na parte superior da avenida (entre o Marajoara e a Caixa), entrando na contramão, a partir da rua Frei Rogério. O transtorno será inevitável, mas uma boa divulgação ajudará os motoristas a utilizar rotas alternativas para deslocamento, sem cair no nó que o fechamento causará.

Todo esse trecho estará fechando para o trânsito e quem seguir até o final da rua Correia Pinto, ao chegar no Calçadão, obrigatoriamente terá que descer em direção ao Terminal Urbano. O fechamento ocorre até o dia 22 de junho, com liberação provável a partir do dia 23 ou 24 (após a retirada da estrutura que integrará os espaços de comercialização durante a Festa do Pinhão).

Moradores que têm garagem ao lado do Teatro Marajoara, poderão acessá-la na contramão, descendo a Rua Nereu Ramos na frente da Caixa. Os Agentes de Trânsito irão orientar motoristas e comunidade durante o período de alteração prevista.

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