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Lucas Neves lidera recursos a Lages

DOS RECURSOS DE EMENDA PARA LAGES NESTE ANO, QUASE A METADE VEM DO GABINETE DE LUCAS NEVES

O quadro é autoexplicativo, mas permite reforçar a importância da representatividade política e o esforço dos representantes para viabilizar recursos públicos para obras e ações. Na consulta à área da Secretaria da Fazenda de Santa Catarina, temos uma ideia daquilo que o deputado Lucas Neves (a caminho do Republicanos) está viabilizando para este ano em emendas somente para Lages (embora ele tenha pulverizado recursos para dezenas de municípios).

Dos R$ 20,6 milhões previstos para este ano, temos um total de R$ 9 milhões somente do parlamentar.

A TÍTULO DE COMPARAÇÃO…

Porque está ali na tabela e no portal de informações, o deputado Marcius Machado (PL) é o segundo em aporte à maior cidade da Serra Catarinense, que é seu reduto eleitoral, mas com um terço a menos que Lucas Neves. Mário Motta (PSD) é o terceiro deputado que mais aporta (segundo a consulta) em emendas para Lages, com equivalente a 15% daquilo que Lucas Neves viabiliza.

Embora integre a Bancada da Serra, em termos de aporte através de emendas especificamente para Lages, o deputado Nilso Berlanda comparece menos que parlamentares como Ivan Naatz (PL), Jesse Lopes (PL), Luciane Carminatti (PT) e Marquito,com substanciais R$ 550 mil.

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Varas Federais: OAB/SC comemora

SC TERÁ AO TODO MAIS OITO VARAS FEDERAIS SENDO QUE CINCO FORAM INSTALADAS NESTA SEMANA

A NOTÍCIA – Após três anos de muita mobilização, articulações institucionais e incansáveis agendas em defesa da advocacia, a OAB/SC celebra uma conquista histórica: a instalação de novas varas federais em Santa Catarina.

SOBRE ISSO – Nesta semana, cinco dessas unidades foram oficialmente implantadas em solenidade na sede da Justiça Federal catarinense, marcando um novo tempo para a atuação da classe no Estado e ampliando a estrutura do Judiciário Federal para atender à crescente demanda da sociedade.

ONDE AS VARAS? – Neste primeiro momento, passam a funcionar duas varas com competência em execução fiscal (uma em Florianópolis e outra em Joinville) fortalecendo o julgamento de ações que tratam da cobrança de dívidas com a União e demais órgãos federais, no âmbito da primeira instância. Ao mesmo tempo, três das novas varas viabilizarão a criação da 4ª Turma Recursal do Juizado Especial Federal, em Florianópolis, especializada em matéria previdenciária e com atuação em segundo grau.

AÇÃO DA OAB/SC – O presidente da OAB/SC, Juliano Mandelli, reforça que a instalação das novas unidades vai além da criação de estruturas físicas. “Estamos falando de acesso à Justiça com mais eficiência, de decisões mais céleres e de valorização da advocacia que atua diariamente nessas demandas. É uma resposta concreta a uma necessidade antiga do nosso Estado”.

Linha do tempo da atuação da OAB até a viabilização das novas Varas Federais em SC

Juliano Mandelli e o diretor de Relacionamento com a Justiça Federal da OAB/SC, Jorge Mazera, na solenidade de instalação das novas Varas Federais. A mobilização exitosa da OAB/SC demonstrou que o Estado tinha menos unidades e 14,51% mais processos federais que o Rio Grande do Sul e 15,31% superior ao Paraná, e que mais de 46 mil processos daqui tramitavam em varas de outros Estados.

ESTRUTURA A MAIS EM SC

Com a instalação da 10ª Vara de Execuções Fiscais e da 4ª Turma Recursal da Justiça Federal — e, nesta terça-feira (24), da Vara de Execuções Fiscais de Joinville — Santa Catarina soma cinco das oito varas conquistadas por meio de um trabalho coletivo.

O presidente Mandelli não esconde a emoção diante do resultado alcançado, apontanto que:

“O que vivemos hoje é histórico. Não é apenas a abertura de novas unidades, é a prova de que união, coragem e compromisso transformam a realidade. Foi uma caminhada intensa, cheia de desafios, mas mostramos que, quando a OAB está forte, presente e combativa, nada é impossível.”

Com as instalações, a Justiça catarinense terá 47 varas federais, distribuídas em 17 municípios, e quatro turmas recursais, cada uma composta por três juízes. A Seção Judiciária também dispõe de cinco unidades avançadas de atendimento (UAA) em municípios que não são sede de vara federal.

Com fotos de Fabiano Augusto e Assessoria de Comunicação OAB/SC

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Fatos: Colombo, Jorginho e porcos

A DIFERENÇA NO ESTILO DE ATUAÇÃO ENTRE OS GOVERNADORES EM RELAÇÃO ÀQUELES QUE PODEM AJUDAR NO PROJETO POLÍTICO

Há várias histórias relacionadas ao tratamento dado pelo então governador Raimundo Colombo a prefeitos. E isso evidencia a diferença de tratamento dele às lideranças e o jeitão de Jorginho Mello. Uma dessas histórias é contada por um prefeito serrano da década passada. Conhecido de Colombo de outras lidas, ao encontrar o governador, tentou despachar uma demanda nas correrias de agenda. O próprio ex-governador o aconselhou:

– Vai lá no Centro Administrativo que a gente senta e, com calma, analisa isso!

Sugestão feita e na segunda-feira daquela pós-agenda, o prefeito amanheceu em Florianópolis. Chegou e foi direto para o Centro Administrativo onde se apresentou e informou que o governador Colombo havia dito que queria despachar com ele. Ficou a manhã inteira na sala de espera, entrava gente, saia gente e nada. Saiu para almoçar, retornou rápido. Entendendo a correria da agenda do governador, pensou que logo abriria uma brecha e seria chamado.

MAS…

“Lá na metade da tarde apareceu o Lauro (Pruner, que era assessor direto do governador), explicando que Colombo não poderia me receber”, relatou ele. O então prefeito retornou para seu município, mastigando angustia, sem entender porque Colombo o tratara tão bem na agenda na Serra e, na Capital, foi como se ele não existisse.

CORTA PARA 2026

Se prefeitos da década passada passavam por situações como a relatada (e isso não é invenção porque um ex-prefeito não teria porque criar uma história dessas), Jorginho Mello se comporta absolutamente diferente. Tanto que há casos de prefeitos do próprio MDB (vou citar o caso de Lucimar Salmória de Abdon Batista que me disse isso), de que, se o partido não tiver candidato próprio, ele vai trabalhar para pedir votos a Jorginho. O atual governador tem essa cautela de diálogo com os atuais prefeitos e mantém relação com ex-prefeitos, inclusive nomeando alguns para funções.

SOBRE A NOMEAÇÃO DE EX

Tem DNA de liderança de partido que se sentiu escanteado do governo Jorginho, a tarefa de levantar toda a nominata de ex-prefeitos que foram nomeados pelo atual governador. Ele dispara a relação citando João Cidinei (Anita), passando por Fernanda Córdova (Palmeira) e até esquece de Marisa Costa (Urubici). Tratam-se de nomeações que não contém, salvo melhor juízo, qualquer condão de ilegalidade ou imoralidde (visto que as funções comissionadas são de livre nomeação). Mas o fato evidencia o ditado popular, que o então vereador Canônica repetia na Câmara de Lages:

– Política é igual carga de porco. Só reclamam os que estão por baixo!

Jorginho é alvo do fogo quase amigo, ou daqueles que queriam estar com ele e, não estando, combatem-no pelas estratégias que o governador adota no projeto de reeleição

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Fiesc e o impacto do fim da 6/1

ENTIDADE APONTA PERDA DE 41.000 VAGAS DE EMPREGO NO TERRITÓRIO CATARINENSE EM SE IMPLEMENTANDO A REDUÇÃO DE JORNADA

“Vai quebrar esse País. Tenho conversado com a indústria, o comércio e terceiro setor. É impossível a implementação e neste momento é uma proposta eleitoreira”, afirma o deputado Ismael dos Santos (PSD), sobre a mudança na jornada de trabalho com o fim da escala 6/1.

NÚMEROS DA FIESC

A fala acima foi durante encontro de dirigentes da Fiesc com integrantes da bancada federal catarinense no DF. A entidade exteriorizou a preocupação com a mudança, reduzindo a carga de trabalho semanal:

“A Fiesc estima que 41,4 mil vagas de trabalho seriam perdidas nos próximos 2 anos com a redução da jornada de trabalho de 44h para 40 horas semanais sem redução salarial no estado”.

E…

Praticamente a metade desse quantitativo (19.100 postos de trabalho) seriam extintos somente na indústria. “Reflexo de um incremento de 9,7% nos custos do trabalho”. O estudo foi entregue pela Fiesc à bancada catarinense na noite desta terça-feira (24).

GILBERTO SELEME,

PRESIDENTE DA FIESC, APONTA

A perda de competitividade da indústria de SC nos mercados internacionais e a redução no nível de atividade econômica vão impactar especialmente os setores intensivos em mão de obra e que são mais sensíveis a preços tanto no exterior como no Brasil (…). Por isso, esse encontro do setor produtivo com os parlamentares é tão importante. A discussão sobre a redução da jornada de trabalho não pode ser feita de maneira apressada, pois as consequências são de grande relevância”.

SETOR MADEIREIRO IMPACTADO

Os setores de alimentos e madeira são exemplos de indústrias que seriam fortemente impactadas. “São grandes empregadoras e exportam boa parte de sua produção, enfrentando concorrência pesada no exterior. Por isso, são sensíveis a preços e contam com pouco espaço para absorver aumentos de custos como os que seriam provocados pela redução da jornada sem redução de salários”, diz Seleme.

Os três senadores (Amin, Ivete e Seif) e 10 dos deputados federais no encontro com o presidente da Fiesc (Seleme com a carta azul na mão) durante a apresentação de dados do impacto do fim da jornada 6/1

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Cadastro Digital ao Meio Rural

CAR DIGITAL FOI OFICIALMENTE LANÇADO PELO GOVERNADOR JORGINHO MELLO

Durante a abertura do Show Tecnológico Copercampos (que se estende até sexta-feira às margens da BR-282 em Campos Novos), o governador Jorginho Mello lançou e apresentou a nova plataforma para gestão de Cadastros Ambientais Rurais (CAR) no Estado. A informação oficial aponta:

“A ferramenta vai reduzir cerca de 90% o tempo de análise dos cadastros. A partir de agora, os requerimentos, declarações ou cadastramentos que antes eram protocolados e analisados de forma manual, passam a ser 100% digitais e com funcionalidades que vão garantir mais transparência, agilidade nas análises, automatização de etapas, padronização dos fluxos de validação, redução do retrabalho nas análises e geração de dados completos”.

INVESTIMENTO DE R$ 14 MILHÕES

Foram investidos cerca de R$ 14 milhões em estrutura técnica, de pessoal e no novo sistema (CAR Digital). “É o governo facilitando a vida de quem produz, de quem gera emprego e renda em Santa Catarina”, disse o governador Jorginho Mello. A gestão do cadastro em Santa Catarina é feita por um comitê gestor liderado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde, em conjunto com o IMA, Secretaria da Agricultura, Epagri e Ciasc. O secretário de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde, Cleiton Fossá relata:

“O lançamento do CAR Digital marca uma mudança estrutural na forma como os Cadastros Ambientais Rurais são analisados em Santa Catarina. Até então, o processo era, em grande parte, conduzido em múltiplas etapas, individualizado e reativo, baseado nas informações autodeclaratórias inseridas pelos proprietários rurais. Essas informações precisavam ser conferidas individualmente pela equipe técnica”.

Com o CAR Digital, o sistema passa a operar de forma online, integrada e automatizada, adotando uma lógica preventiva desde o momento da inscrição, permitindo o acompanhamento online do andamento pelo proprietário. O resultado do projeto piloto indica que 70% dos cadastros poderão ter suas análises concluídas com o sistema do CAR Digital.

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