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Festa do Pinhão: O que vem por aí

FESTIVAL DE VINHOS DE ALTITUDE, DECORAÇÃO PADRÃO E INTEGRAÇÃO COM MUNICÍPIOS DA SERRA DE SC

Discutindo um assunto administrativo que levamos ao secretário Chefe de Gabinete, Samuel Ramos, aproveitamos para entender a dinâmica daquilo que está sendo pensado para a Festa do Pinhão 2026. O modelo híbrido com a iniciativa privada cuidando dos shows nacionais em uma arena de acesso específico e a prefeitura tocando as demais dependêncais do parque Conta Dinheiro, exige criatividade e inovação. E dá para entender que isso não vai faltar, agradando o público visitante de outras cidades (especialmente para os shows nacionais) e o lageano que poderá adentrar ao parque sem custos e vivenciar o evento.

A SERRA DENTRO DA FESTA DO PINHÃO

Samuel Ramos explica que a prefeita Carmen Zanotto quer os municípios da Serra Catarinense integrados à Festa do Pinhão. Nesse sentido, um espaço será reservado exclusivamente à Amures. Ali poderão ser apresentados produtos típicos de cada município. Do vime de Bocaina do Sul ao laço de couro cru de Cerro Negro, da linha de carnes nobres de Palmeira ao frescal de São Joaquim. Também a ‘venda’ de potencialidades como o turismo de Urubici, São Joaquim e Bom Jardim, por exemplo. O espaço será uma vitrine da Serra Catarinense ao visitante do maior evento de Lages.

FESTIVAL DE PRODUTOS COM IG

Há uma ideia da equipe que pensa a Festa do Pinhão neste ano, liderada por Samuel Ramos, como presidente da CCO, da realização de um Festival de Vinhos de Altitude. Assim, o público visitante poderá se familiarizar melhor com o produto que é uma especiaria exclusiva da Serra Catarinense. Rótulos como Villa Francioni, Pericó, Abreu Garcia, Quinta da Neve, Thera, Hiragami Torii, Vivalti, Leone di Venezia, entre outros, deverão estar em um espaço próprio no Conta Dinheiro. Samuel Ramos avaliará com a equipe da CCO a ideia de agregar no espaço o Queijo Artesanal Serrano, Mel de Bracatinga e até a maça Fuji, todos com Denominação de Origem por IG – Indicação Geográfica.

Samuel Ramos, presidente da CCO: “A ideia é apresentar produtos com características específicas da Serra Catarinense. Isso permitirá ao público um conhecimento mais amplo daquilo que se produz nos municípios, valorizando o produto e se constituindo uma atração aos visitantes”.

TEM MAIS NA FESTA

Com o deslocamento da Sapecada da Canção para o Calçadão, outro espaço abrigará shows nativistas no parque. No local onde funcionava o palco do festival, retornará um parque infantil como atrativo à família. Todos os ambientes do parque terão decoração padrão e uniforme. “Há inúmeras ideias e propostas sendo avaliadas pela Comissão. A orientação da prefeita Carmen Zanotto é para que o modelo atraia público de outras partes do Estado e do Brasil, além de entregar ao próprio lageano um modelo que agrade e desperte o interesse”, resume o presidente da CCO.

A CCO DA FESTA DO PINHÃO

Presidente – Samuel Ramos

Turismo – Ana Vieira

Cultura – Carla Zonatto

Serviços – Jean Corbellini

Jurídico – Rosane de Oliveira

Comunicação – Diogo Schimitz

Administração – Fernanda Torres

Finanças – Valdeci Macedo de Liz

Planejamento – Malek Ráu Dabbous

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SC: Cursos de medicina ‘vão bem’

UNIPLAC EM LAGES ESTÁ ENTRE AS SETE INSTITUIÇÕES COM NOTA BOA NO ENAMED

Foram divulgados os dados do 1º Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), que avaliou o ensino nos cursos de medicina no Brasil. Santa Catarina possui 18 cursos de graduação em Medicina. Um deles não apresentou quorum suficiente de estudantes para ser avaliado. Nos outros 17 cursos o resultado foi o seguinte:

Nota 04 – 07 cursos

Nota 03 – 08 cursos

Nota 01 – 02 cursos

Embora a ampla maioria dos cursos de medicina no Estado tenha recebido notas 03 e 04, o Conselho Regional de Medicina expediu nota apontando que o Enamed “revelou um cenário preocupante sobre a qualidade da formação médica no País”. O CRM/SC cita que “os dados reforçam alertas que vêm sendo feitos por entidades médicas nos últimos anos quanto à expansão desordenada de cursos de Medicina e às fragilidades estruturais no ensino”.

PREOCUPAÇÃO DO CRM/SC

Há quem veja essa postura ‘preocupada’ do CRM/SC mais no sentido de evitar que se instalem mais cursos de Medicina no Estado, embora essa alternativa tenha democratizado mais o acesso à referida área, ofertando a disponibilização de um número maior de profissionais no mercado de trabalho. Havia cidades até o começo do século, com sérias dificuldades de contratar médicos, visto que os formados optavam por atuar em centros maiores. Essa realidade mudou ao longo das duas últimas décadas, com a tendência de se ampliar a oferta de profissionais atuando em municípios menores.

Em cidades como na Região dos Lagos na Serra Catarinense, havia municípios onde prefeituras enfrentavam sérias dificuldades de contratação de médicos. Realidade que mudou nos últimos anos.

AS AVALIAÇÕES EM SC

Além do Curso de Medicina da UNC (Mafra) e da Estácio (Jaraguá) com nota 01, o panorama dos Cursos de Medicina em Santa Catarina apresentam instituições com boas notas. É o caso da Uniplac em Lages que, numa escala equivalente a 0 a 10, teria obtido conceito 8 ao confirmar a Nota 04. Outras instituições catarinenses com essa nota (04) são:

Unochapecó – Chapecó

UFSC – Florianópolis

Unidavi – Rio do Sul

Unesc – Criciúma

Unoesc – Joaçaba

Univali – Itajaí

O Curso de Medicina que não apresentou quorum para a realização do exame é o da UFSC em Curitibanos. As instituições com Nota 03 são:

Unifebe – Brusque

Uniarp – Caçador

Univille – Joinville

Unisul – Palhoça

Unisul – Tubarão

UFFS – Chapecó

UFSC – Araranguá

Furb – Blumenau

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As ‘cataratas do salto’ sumirão?

USINA MAIS QUE DOBRARÁ CAPACIDADE DE GERAÇÃO DE ENERGIA COM INVESTIMENTOS DE QUASE R$ 60 MILHÕES

O post mancheta uma pergunta porque não tivemos acesso ao projeto, mas apenas à inquietação da população lindeira das cataratas do caveiras sobre o que a Celesc tem em mente em relação à ampliação da capacidade de geração de energia na atual CGH. A referida Central de Geração Hidrelétrica cuja característica é gerar até 5 megawatts e que gera 3,83 MW com as águas do rio Caveiras. Ocorre que uma ampliação está a caminho, inclusive em fase de licitação.

O QUE ESTÁ PREVISTO

Dos atuais 3,83 MW a Usina do Salto será ‘promovida’ de CGH para PCH com a construção de um novo circuito adutor, cuja nova casa de força gerará 6,42 MW. Aqueles 3,83 MW atuais terão a potência ajustada para 2,98 MW. Com isso estamos falando de uma potência final, após a ampliação de 9,40 megawatts. Assim será a PCH do Caveiras, cuja ampliação tem previsão de investimentos na ordem de R$ 59,3 milhões, segundo dados da própria Aneel, no pós-resultado do leilão de oferta. O projeto dando essa nova dinâmica à estrutura está em fase de licitação.

Como observamos, não há ideia do impacto na paisagem em relação à queda d’água que se forma depois da represa. Mas é certo que edificações particulares nas imediações serão demolidas. Daí a angústia dos moradores lindeiros porque deixarão de ter essa paisagem como referência a partir do local onde residem ou passam os finais de semana.

Esses registros o advogado João Carlos Matias fez de uma das residências que será afetada pela ampliação da Usina do Salto Caveiras. Embora seja o preço da ampliação da oferta de energia limpa, a ampliação terá a repercussão na paisagem das imediações da atual Usina.

O QUE ATENDE 10 MEGAWHATTS

Consultando páginas especialistas, é possível apontar que esses quase 10 MW que a Celesc passará a dispor na futura PCH do Salto Caveiras são suficientes para abastecer uma cidade do tamanho de São José do Cerrito ou de Anita Garibaldi, na faixa entre 6.000 e 8.000 habitantes. Essa estimativa depende muito do consumo, considerando unidades industriais e outras estruturas que podem ampliar o uso de energia.

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Uma encrenca e tanto em Urubici

O DESAFIO DE TENTAR CONCILIAR EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

Nenhum município na Serra Catarinense se desenvolve tanto quanto Urubici na oferta de estruturas de hospedagens. A cidade tem mais leitos de hospedagens que Lages, cidade que possui 16 vezes mais habitantes. Essa adesão a Urubici tem gente que chega, apaixona-se e decide mudar de rumo na vida. Mas a virada de chave que tornou a cidade serrana o xodozinho do turismo tem seu preço.

MAS…

Esse poderia ser conceituado como ‘custo ambiental’. Remete ao ano de 2023 quando tivemos acesso às informações sobre as irregularidades que eram praticadas na construção de residências, pousadas e paragens em Urubici. Na época, uma estimativa de técnicos do IMA (antiga Fatma) apontava que pelo menos a metade das novas edificações apresentavam algum tipo de irregularidade. Ouvimos:

“Basta seguir um caminhão carregado com tubos de cimento que vamos chegar em uma nova construção na área rural. A tubulação vai direcionar águas, esconder banhados e fazer aquelas intervenções que contrariam a norma”.

O assunto era tratado com preocupação e cautela. Preocupação porque a tendência era piorar (as intervenções na natureza) e cautela porque era preciso frear as intervenções, adequando-as à legislação, sem impactar na boa imagem que o município possui em termos de novo destino de visitantes e investidores.

ANTES TARDE QUE MAIS TARDE

Com um bom período de demora, o Ministério Público chama as partes para dar um basta nos excessos. Ao colocar representantes do poder público (prefeito Leandro Corrêa), das estruturas fiscalizadoras (Polícia Ambiental e IMA) em um mesmo ambiente, a Promotora de Justiça, Vanessa Ferreira acenou em tom conciliador até estranho, visto que o MP/SC geralmente bate mais forte na mesa para fazer valer a legislação. A Promotora acenou:

“O objetivo é encontrar soluções práticas dentro de um sistema de cooperação mútua para que as pousadas possam receber seus hóspedes e gerar renda sem prejudicar o meio ambiente, pois os recursos naturais são o cartão de visita de Urubici e precisam ser preservados”.

PROVIDÊNCIA A CAMINHO

O MP/SC trouxe inclusive à reunião o coordenador do Núcleo Permanente de Incentivo à Autocomposição, Promotor de Justiça Marco Aurélio Morosini. Foi estabelecido um compromisso comum, devidamente documentado, onde a prefeitura intensificará a fiscalização e orientará empreendedores sobre correção de eventuais e possíveis ilegalidades. O foco principal é não construir em áreas de preservação permanente, evitando interromper cursos d’água e não promover corte de espécies nativas, como a araucária, por exemplo.

Ao fundo e à direita na reunião da metade de janeiro, a Promotora de Justiça Vanessa Rodrigues Ferreira coordenou os trabalhos buscando a composição sobre o tema acompanhada do Promotor de Justiça Marco Aurélio Morosini (de gravata) que coordena o NUPIA.

Na outra ponta da mesa ao fundo o prefeito Leandro Corrêa e à esquerda (de olhos bem abertos), Josevan Carmo da Cruz Júnior, que desde 31 de outubro preside o IMA e tem a tarefa de liderar a fiscalização, através da Regional de Lages do Instituto.

O QUE ISSO SIGNIFICA?

Os técnicos do IMA farão levantamento das intervenções (obras) feitas de forma irregular. A prefeitura buscará a correção disso junto aos empreendedores. Na sequência, os órgãos reportarão ao Ministério Público. Em se freando eventuais construções desordenadas, bem como, corrigindo-se o que se implementou de forma irregular, tem-se a situação por resolvida ou, pelo menos, amenizada.

MAS…

Caso essa força tarefa não dê os resultados devidos, além de notificações (inclusive multas) pelos órgãos ambientais (IMA e Polícia Ambiental), a Promotoria de Justiça, com base nesse aceno de composição, ajuizará uma Ação Civil Pública. A peça, cuja decisão cabe ao Judiciário, pode determinar de suspensão de obras em andamento até a demolição de imóveis já construídos para minimizar o impacto das intervenções na natureza. Ou seja, o MP/SC entra de leve, dialogando, mas pode adotar postura com medidas mais severas em havendo indiferença ao que está se buscando.

As fotos são da área de Comunicação do MP/SC e as informações se baseiam no teor da reunião que debateu o tema

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Secretário resgata obras do FNDE

CRISTIAN OLIVEIRA COBROU RETRATAÇÃO PÚBLICA DA DEPUTADA ANA PAULA LIMA POR PUBLICAÇÃO ERRADA. AGORA REINA A PAZ NA PARÓQUIA!

Nas internas dos contatos que marcaram o apagar de incêndio causado na caixa de fósforo, o secretário da Educação de Lages, Cristian Oliveira, foi referenciado com termos de baixo calão. Foi até estranho ver um doutor sendo chamado de forma jocosa, mas é do jogo político. E tão logo chegou à deputada Ana Paula Lima (PT) o melindre causado pela assessoria (em nome dela), a cobrança indevida que publicou onde reclamava a ausência das marcas do Governo Federal nos kits escolares, a publicação foi retirada das redes.

SOBRE O SECRETÁRIO

A cobrança, pedindo retratação pública da parlamentar, partiu de Cristian Oliveira, mobilizando vereadores e colegas do colegiado para ajudar a dar visibilidade ‘ao escândalo’ que chegou a ser chancelado como ‘desespero da esquerda’ (sic!). A própria prefeita Carmen Zanotto ‘sentou os pés’ em publicações nas redes contra a ex-colega de bancada federal pela cobrança falsa efetuada por Ana Paula Lima, a sétima mais votada em Lages na eleição de 2022.

MOVIMENTO DO SECRETÁRIO

Não passou despercebido o movimento do secretário da Educação, Cristian Oliveira, depois de assinado o tratado de paz com a retirada da postagem errada de Ana Paula Lima. Ele foi às redes resgatar fotos dos dias recentes, apontando as obras do CEIM Primeiros Passos (foto acima), que têm investimentos de mais de R$ 5 milhões. E também as obras estimadas em R$ 3,6 milhões do CEIM Girassol (foto abaixo).

Em ambas as postagem Cristian cita que tais investimentos estão sendo feitos “com recursos do FNDE” indicado nos tempos que Carmen Zanotto era colega de Ana Paula Lima (a errante) na Câmara Federal. O comportamento do secretário até pareceu um TAC com o Governo Lulano estilo: Corrijam o erro que eu conto onde estamos colocando o dinheiro do FNDE!

Strangers Things no mundo invertido da equipe do Paço!

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