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Lages cita ações de R$ 60 milhões

ISSO COM RECURSOS ORIUNDOS DO GOVERNO DO ESTADO ESPECIALMENTE PARA OBRAS DE INFRAESTRUTURA

Porque as redes sociais têm dado eco em publicações que procuram exteriorizar certa discrição nos aportes do Governo do Estado para Lages, a área de comunicação da prefeitura retornou à pauta. Conteúdo distribuído à imprensa informa que, em 20 meses (janeiro de 2025 a agosto de 2026), houve uma média mensal de aporte na ordem de R$ 3 milhões:

“A parceria entre o Governo do Estado de Santa Catarina e a Prefeitura de Lages tem contribuído para ampliar a capacidade de investimento em obras e infraestrutura no município. Ao longo dos 20 primeiros meses da atual gestão municipal, a Secretaria de Obras e Infraestrutura contabiliza cerca de R$ 60 milhões em recursos que estão sendo aplicados em intervenções e aquisição de equipamentos”.

AÇÕES DE VAREJO NA INFRAESTRUTURA

Em um levantamento cuja informação tivemos acesso, proporcionalmente, os três municípios catarinenses que mais tiveram aportes do Governo do Estado nesses 20 meses foram, pela ordem: Lages, Concórdia e Tubarão. No viés político, essa ação do Estado acaba por contemplar exatamente aquelas cidades, cujos prefeitos eleitos vieram para o ‘sacrifício’ de eleições municipais que ajudam no projeto eleitoral deste ano.

ONDE ESTÃO OS R$ 60 MILHÕES?

Em âmbito de Lages se verifica uma realidade que exige uma ‘venda’ maior desse aporte significativo do Estado. Ocorre que não houve – e nem há -, nenhuma obra robusta que tenha recebido dinheiro de convênio estadual. Há um leque de ações na recuperação de avenidas, ruas e aquisições de equipamentos e isso é positivo. Mas como se constituem ações de varejo, não se visualiza a tal grande obra, como um viaduto, um grande empreendimento, uma transformação nova. Acaba inclusive gerando certa crítica, como o aporte na cobertura do Calçadão, onde se gastará R$ 4 milhões (do Estado, por sinal). O lageano, ao invés de visualizar como uma ‘grande obra’ prefere questionar o mantra ‘mais dinheiro para o Calçadão, de novo’.

A estrutura de cobertura do Calçadão vai custar R$ 4 milhões que, agregados aos outros R$ 13 milhões da revitalização, somam R$ 17 milhões de gastos na principal praça de Lages. Para se ter ideia, é montante que permitiria concluir a Avenida Ponte Grande, construir um viaduto na BR-282 (Acesso ao Guarujá) ou construir umas 200 moradias. Coisas que ‘apareceriam’ ao contrário do varejo que entra como se fosse ação de cotidiano da prefeitura.

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Três candidatos vão à Fiesc

ELES ASSINARAM COMPROMISSO DE NÃO AUMENTAR CARGA TRIBUTÁRIA EM SANTA CATARINA ATÉ 2030

A Fiesc distribuiu o registro acima onde aparecem Jorginho Mello (PL), Ralf Zimmer (PRD) e João Rodrigues (PSD) assinando um documento que, na prática é pura ficção. A principal entidade empresarial de Santa Catarina apresenta um ‘compromisso’ aos três candidatos para que esses se comprometessem em não aumentar a carga tributária no próximo mandato.

ENTRETANTO

Trata-se de um compromisso em que os candidatos não poderão cumprir. Isso por causa das novas regras impostas, a partir da reforma tributária que vão exigir reajuste, atualização, aumento de tributos também estaduais. Considerando ainda que é bastante provável a concessão de rodovias estaduais até 2023, onerando o setor produtivo e a população. “Entregamos aos candidatos 89 propostas prioritárias divididas em dez áreas. São medidas voltadas a ampliar a produtividade, estimular a inovação, fortalecer a segurança jurídica e melhorar a qualidade de vida da população”, declarou Gilberto Seleme, presidente da Fiesc.

Foto montagem: Filipe Scotti – Fiesc

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FME anuncia punições no Jocol

PROVIDÊNCIAS DECORREM DAS CENAS DE VIOLÊNCIA EM UM JOGO DE FUTEBOL ENVOLVENDO ATLETAS, DIRIGENTES E ARBITRAGEM

Os Jogos Comunitários de Lages que, no passado, já se constituíram uma das maiores competições do Btasil – envolvendo cerca de 10.000 pessoas nas diversas modalidades -, saiu do noticiário esportivo e adentrou à crônica policial. Isso por causa de cenas de violência protagonizadas por integrantes de um dos times de futebol e a arbitragem. Houve reação, revide e chutes, com as agressões, inclusive gerando procedimento da Polícia Civil.

DESDOBRAMENTO

Para não deixar o assunto sem resposta no campo esportivo, nesta semana a FME anunciou as punições aos envolvidos na partida de 6 de setembro pela Segunda Divisão do futebol no Jocol. Foram aplicadas as previsões do Código de Justiça Desportiva do Município e no Regulamento Geral do Jocol. As penalidades somam 7.850 dias de suspensão e multas equivalentes a R$ 13.271,00.

INFORMAÇÃO OFICIAL

“Após a análise e com a presença das respectivas defesas, ou seja, os envolvidos tiveram acesso a ampla defesa, oito processos foram julgados, com aplicação de diferentes penalidades de acordo com as condutas analisadas em cada caso, incluindo suspensões, multas e a eliminação da equipe da competição. As suspensões aplicadas variam de 420 a 1.900 dias. Ao todo, as multas aplicadas somam 23 UFML, equivalentes a R$ 13.271“. Além da multa, a equipe envolvida na agressão foi eliminada da competição. O árbitro da partida, envolvido também nos episódios, recebeu 90 dias de suspensão, conforme decisão da Comissão Disciplinar.

A nota informativa da FME aponta que, além das sanções no campo esportivo, em paralelo segue o procedimento da Polícia Civil que pode enquadrar os envolvidos a diferentes tipos de crimes praticados, especialmente a lesão corporal.

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Ernani Garcia assume entidade

VINHOS DE ALTITUDE PRODUTORES E ASSOCIADOS FOMENTA A PRODUÇÃO QUE COLOCOU A SERRA NO MAPA DA VITINICULTURA

Ele é um dos mais conceituados médicos oftalmologia do Brasil e transformou um propósito em referência na produção de vinhos finos de altitude. Trata-se de Ernani Garcia da Vinícola Abreu Garcia situada na localidade de Travessão em Campo Belo do Sul. O vitivinicultor foi conduzido por aclamação para presidir a entidade Vinhos de Altitude Produtores e Associados.

À frente da Associação, Ernani Garcia focará o fortalecimento da entidade em relação aos associados, apoiando-os e ampliando parcerias para incremento da produção e conquista de espaço e mercado dos Vinhos de Altitude de Santa Catarina.

No registro a nova diretoria da entidade até 2028 formada por Fulvio Rosar (ao centro ao lado de Ernani Garcia), o diretor financeiro Marcos Hiragami (esquerda) e Everson Suzin (direita). Na definição da nova diretoria, acompanharam os trabalhos de eleição por aclamação, lideranças como o prefeito Dorinho de São Joaquim e o secretário adjunto da Turismo de Santa Catarina, Giovani Nunes. Marcos Pagani (Sebrae/SC) também se integrou ao evento.

Informações e fotos distribuídas por Lizzi Borges – Assessoria de Comunicação

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Ajuda de Lucas Neves a Colombo

DEPUTADO ESTADUAL INSISTE EM DEMANDAS FEDERAIS CUJA SOLUÇÃO PASSA POR REPRESENTAÇÃO EM BRASÍLIA

Raimundo Colombo tem uma eleição a Deputado Federal viável, mas difícil. Isso porque o PSD tende a eleger o mais votado, com a segunda vaga à Câmara dependendo de um somatório muito expressivo de votos. Colombo tende a sair com uma votação expressiva de Lages (entre 30 mil e 40 mil votos e com hipótese de receber votos em praticamente todos os municípios por causa da condição de ex-governador), mas Júlio Garcia, constitui-se outro nome muito forte dentro do PSD. Isso não é achismo. É constatação.

ENTRETANTO

A representatividade Federal é fundamental para Lages e Serra Catarinense. E o deputado Estadual Lucas Neves deu uma mão nesta semana para evidenciar a necessidade de um representante daqui na Câmara dos Deputados. O parlamentar estadual lageano tem insistido na pauta das terceiras faixas da BR-282 e, mais recentemente, numa demanda importante que é o acesso a região do bairro Guarujá.

PORÉM

A hipótese de êxito nessas incursões de Lucas Neves é absolutamente pequena. Para não dizer inexistente. Um deputado Estadual não tem força para articular e viabilizar obras federais. Isso depende de estar em Brasília articulando, explicando, acompanhando e pressionando. Lucas, infelizmente, não tem essa força. E quando fica claro essa impotência da representatividade local, exterioriza-se a necessidade do retorno de um nome daqui no DF, trabalho que era desempenhado com maestria por Carmen Zanotto, antes de virar prefeita.

DAÍ QUE…

O caminho da resolutividade de demandas no DF passa pela eleição de um Federal. Aquele que tem maior viabilidade eleitoral é Raimundo Colombo. O que não impede que Fernanda Córdova (PL) surpreenda e seja ela que conquiste a vaga ou a própria Ana Valente (Novo). As urnas sempre são uma incógnita até serem computadas. Igor Marafigo (PT) e a Índigena Adriana (PDT) também concorrem a Federal aqui por Lages, mas a hipótese de êxito nas urnas de ambos embora exista, é mínima.

O QUE PEDE LUCAS NEVES?

Na agenda desta semana na Superintendência do DNIT, o deputado Lucas Neves (Republicanos) apresentou um projeto de trincheiras para acessar a região do Guarujá. O Superintendente Amauri Sousa Lima o recebeu e conferiu o projeto. Mas fica por isso, visto que o período não é de decisões e encaminhamentos. Ou seja, ao visitar o DNIT, Lucas sabe que não haverá solução à demanda agora, mas produziu conteúdo para dar a visão de que ‘está se mexendo’. Ele sabe que soluções passam por Brasília e isso não é um deputado Estadual que vai articular, pressionar e conseguir resultado.

Deputado Lucas ‘vendendo’ a ideia das trincheiras como alternativa de acesso à região do bairro Guarujá para resolver um gargalo na área urbana da BR-282 em Lages

A ideia passaria por fechar o trevo e o acesso ocorrer por baixo da rodovia, através da técnica de trincheiras

Na teoria a ideia das trincheiras é interessante, mas na prática é preciso ver se essa alternativa comporta manobra de carretas carregadas de material para abastecer estruturas comerciais como a Cassol, Brasil Atacadista e empresas do setor madeireiro.

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NSCTV terá que entrevistar Merísio

DECISÃO DO TSE DETERMINA O MESMO TEMPO DADO A JORGINHO MELLO E JOÃO RODRIGUES NO JORNAL DO ALMOÇO

O público que acompanha a cobertura dos meios em relação à disputa eleitoral deve ter percebido que Jorginho Mello e João Rodrigues foram entrevistados nos dois primeiros dias desta semana na NSCTV. Os referidos candidatos tiveram 30 minutos para responder pergundas e apresentar ideias da campanha.

ENTRETANTO

A sabatina de meia hora pelos âncora do Jornal do Almoço se limitou aos candidatos do PL e PSD. O critério da emissora foi dar espaço de 30 minutos somente aos candidatos que tinham mais de 5% das intenções de voto na primeira pesquisa encomendada pelo Grupo NSC. Os demais candidatos, além de ser pré-gravado, receberam 3 minutos e 30 segundos de espaço.

E…

Foi assim como Marcus Sodré do PSTU na quarta-feira, 16, que falou pelos 210 segundos no espaço concedido pela emissora, sendo entrevistado pelo jornalista André Lux e não pelos âncoras do Jornal do Almoço. E será dessa forma com Ralf Zimmer (PRD) que também assinou documento da emissora aceitando a regra e o formato. Entretanto, por aparecer com percentuais bem acima dos 5% nas pesquisas (aqui na página a gente não divulga pesquisa), o candidato Merísio não assinou a concordância ao formato e recorreu à Justiça Eleitoral.

DESDOBRAMENTO

A coligação liderada por Merísio entrou com ação no TRE/SC e, na segunda-feira, 14, diante do início das entrevistas com decisão de não incluí-lo no formato de 30 minutos, entrou com procedimento no TSE. Através de uma Tutela Cautelar Antecedente, o Ministro Dias Toffoli assina a decisão desta quarta-feira, 16, determinando que a NSCTV informe em 24 horas o agendamento da entrevista de 30 minutos com Merísio, que deve ocorrer dentro do prazo de 5 dias.

Apresentadores Laine Valgas e Rafael Faraco na entrevista a Jorginho Mello em registro de John Pacheco (G1)

Aqui um print do vídeo onde os jornalistas entrevistam o candidato do PSD, João Rodrigues

Merísio em registro de 2018 nos estúdios da NSCTV quando concorreu ao governo pelo PSD e agora disputa pelo PSB. Sua defesa anexou pesquisas onde ele aparece com percentuais que lhe concedem o tratamento idêntico dado a Jorginho e João Rodrigues pela emissora de TV.

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Palhaço é lembrado na Câmara

VEREADORES DO PRD E PSD NÃO PENSAM NA MESMA LINHA NO PARLAMENTO DA PARÓQUIA

Enquanto o presidente Maurício Batalha em tom apaziguador disse que, quando os ânimos esquentam no parlamento lageano, ele tenta conduzir os trabalhos de forma a amainar o clima, a relação entre os colegas de plenário Jonata Mendes (PRD) e Sargento Pacheco (PSD) saiu da curva. Pacheco voltou a combater a ‘fábrica de aplausos’ através de moções legislativas na Câmara:

– Eu sou contra as moções de aplausos dentro da Câmara de Vereadores. Não é contra as pessoas que as recebem. Deveria ter aqui um trabalho com maior relevância nos interesses coletivos da sociedade!

CONTRAPONTO

Aparentemente se sentindo atingido e abrangido pelas ponderações de Pacheco, o vereador Jonata Mendes utilizou do microfone para fazer referência à formação jurídica do colega que observou ter estudado 21 anos não para estar testemunhando ou aprovando moção de aplauso. Observou que quando são moções sobre o carnaval, não há óbice do vereador do PSD, dando a entender que Pacheco é seletivo:

– Uma fala muito infeliz e demagoga. Quando a moção de aplauso é para escola de samba, tudo bem, sem problema. Se é para o carnaval… (…). E diferente do senhor que vem na tribuna fala, fala, fala e não dá nome aos bois, eu tenho um papel aqui no meu bolso: Patati!

– O que é que você quis dizer com Patati, Jonata? É aquilo que estou pensando?

HISTÓRICO DE PACHECO

Se Jonata Mendes se colocar a contrapor o Sargento Pacheco, ele não faz ideia sobre o que está se metendo. Remete ao início do século quando Pacheco e o então vereador Áureo Arruda travavam verdadeiros duelos verbais na tribuna da Câmara. Pacheco na defesa da administração do saudoso prefeito Renatinho e Áureo nos contrapontos. Era uma atração à parte o embate de ambos. Se Jonata quiser pagar para ver, as sessões podem se tornar interessantes mais adiante.

Pacheco, de boa oratória e conhecimento, não leva desaforo para casa em um embate no parlamento

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