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Vice: ‘Ainda estou aqui – A missão’

JAIR JÚNIOR TENTA PROTAGONIZAR O AINDA ESTOU AQUI E MÚSICA DO CAZUZA COMBINA MAIS COM ELE

Nenhuma guarânia, rancheira ou milonga combina mais com o status quo do homem que os lageanos escolheram como vice-prefeito que a cantoria de Cazuza na obra O Tempo Não Pára. Isso considerando seus disparos contra si próprio (porque a gestão é dele também) e seus pares e ímpares no contexto do poder do Paço:

“Disparo contra o sol, sou forte e sou por acaso

Minha metralhadora cheia de mágoas…

Eu sou um cara

(…)

Cansado de correr na direção contrária

Sem pódio de chegada ou beijo de namorada (sic!)

Eu sou mais um cara

(…)

Mas se você achar que eu tô derrotado

Saiba que ainda estão rolando os dados

Porque o tempo, o tempo não para

(…)

Dias sim, dias não

Eu vou sobrevivendo sem um arranhão

Da caridade de quem me detesta”.

BAIXA A MÚSICA E…

…Entra em cena o vice-prefeito Jair Júnior. Aliás, ele tenta entrar em cena. Foi assim no ôde ao pacote de ações anunciado pela colega de chapa, a prefeita Carmen Zanotto. Mas os trocentos milhões anunciados para a infraestrutura não o agradaram. Jair Júnior foi para as redes dizer que não foi isso que ele e Carmen prometeram na campanha (no caso, as obras que beneficiam empresas de Lages). O prometido foram rios de leite e montanhas de cuscuz nos bairros, nos bairros!

Inclusive, Jair Júnior fez sua primeira aparição em uma agenda da prefeitura (o pacote de R$ 22 milhões na Acil) e reclamou que nem foi citado. Na verdade, foi tratado como criança encocozada que se evita chegar perto.

JAIR, O MATEUS DE LAGES

Politicamente falando, “quem pariu Mateus que o embale”. O ditado significa que a pessoa que criou uma situação, problema ou tem responsabilidade por algo, deve ser a responsável por arcar com suas consequências e cuidar do assunto. Assim, que a prefeita e seu grupo político, administrem a situação posta, porque, como diz outra música de Cazuza, mentiram sinceras interessam. Interessam inclusive ao vice, o maior abandonado em pleno mandato que vive de pequenas poções de ilusão!

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Pesquisa: Carol lidera ao Senado

PESQUISA NEOKEMP TAMBÉM INDICA JORGINHO NA FRENTE, MAS SEM VITÓRIA NO 1º TURNO

Tem fato novo na disputa eleitoral catarinense para 2026. A nova rodada de pesquisa do Instituto Neokemp encomendada pelo jornal Gazeta do Povo (Paraná) apresenta, pela primeira a deputada Carol De Toni (PL) liderando a disputa ao Senado:

Caroline de Toni (PL) – 25,4%

Carlos Bolsonaro (PL) – 21,6%

Décio Lima (PT) – 17,8%

Amin (PP) – 14,1%

Indecisos – 14,0%

Branco ou Nulo – 7,1%

Os dados detalhados e a resenha sobre os índices estão neste link do Gazeta do Povo

Carlos Bolsonaro repercutiu nas redes a pesquisa, com Carol De Toni liderando, pregando e defendendo que o PL tenha chapa pura ao Senado (ele e ela). Com isso, Jorginho teria que ‘se desfazer’ de Amin para quem está prometida uma das vagas ao Senado.

JORGINHO LIDERA AO GOVERNO

O mesmo levantamento do Instituto Neokemp apresenta a intenção de votos dos catarinenses ao governo. O fato novo é que a presença do prefeito Adriano Silva de Joinville (Novo) entre os pré-candidatos, afasta hipótese de vitória do atual governador catarinense no primeiro turno. Os dados em um dos cenários pesquisados:

Jorginho Mello – 39,5%

João Rodrigues – 19,2%

Décio Lima – 13,2%

Adriano Silva – 8,7%

Indecisos – 13,5%

Branco e nulo – 5,8%

Jorginho tem o dobro das intenções de votos em relação ao principal oponente, João Rodrigues. Mas o cenário para resolução da disputa no primeiro turno passa a ser incógnito.

SOBRE O LEVANTAMENTO – A pesquisa é do tipo quantitativa e foi realizada pelo Instituto Neokemp entre 10 e 11 de novembro de 2025, com 1.008 entrevistas em 90 municípios de Santa Catarina. O levantamento tem margem de erro de 3,1 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. A coleta foi feita por URA (Unidade de Resposta Audível), com questionário estruturado e padronizado.

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Roberto Alves: ‘Tá loco homi do céu’

EM 300 PÁGINAS A HISTÓRIA DE UMA REFERÊNCIA NO JORNALISMO ESPORTIVO DE SANTA CATARINA

Tá loco homi do céu! Não, esse não é o nome do livro de Roberto Alves. Mas se traduzisse para o lageanês, a expressão Arrombassi seria mais ou menos isso. A interjenção (aliás, Inter tem tudo a ver com Lages) dá nome à obra que contou com incentivo de outro quera, Paulo Brito. Nas 300 páginas tem passagens do homem que percorreu o mundo, circulando na cobertura de Copas do Mundo na França, Japão, Coreia, África do Sul e Rússia, além de frequentar monumentos do futebol como a Ressacada, Orlando Scarpelli e o Tio Vida, lá em Lages.

“Eu sou um contador de histórias, vivi muitas, passei por muitas situações. Esse livro conta um pouco dessas histórias”. É o que aponta o Forrest Gump do futebol catarinense em atuação solo e em parcerias como aquelas brigas memoráveis com o manezinho Miguel Livramento. Roberto Alves apresentou a obra Arrombassi no parlamento catarinense, inclusive com o presidente Júlio Garcia, com a obra embaixo do braço no retrato acima.

Roberto Alves foi feliz na construção da obra que contém histórias e estórias sobra sua trajetória de 70 anos nos meios de comunicação, desde os tempos de sonoplasta na Rádio Guarujá (ainda piá,aos 14 anos), depois na TV Cultura (RCETV), a pioneira da Capital e adiante na tela da RBSTV e mais tarde NSCTV.

HISTÓRIAS QUE MERECEM LIVRO

Observando o resultado do esforço de Roberto Alves colocando em livro suas memórias e histórias, lembramos dos gladiadores do futebol em Lages. Evaldir Nascimento, Rubens D’Ávila e grande elenco têm histórias memoráveis como a narração de uma partida em Itajaí onde, enquanto um navio se movimentava no porto, o narrador observa:

– Não quero dizer nada, mas tem um prédio se movimentando no mar!

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259 anos: Alesc reverenciará Lages

SESSÃO SOLENE DO PARLAMENTO CATARINENSE FOI ARTICULADA PELO DEPUTADO LUCAS NEVES PELOS 259 ANOS DA MAIOR CIDADE DA SERRA

Deputado Lucas Neves articulou e colocou na pauta uma sessão solene da Alesc programada para o Teatro Marajoara. Os trabalhos estão previstos para a quarta-feira, 22. Os atos pretendem reverenciar a passagem dos 259 anos de criação da Vila de Nossa Senhora dos Prazeres das Lajens nos idos de novembro de 1.766.

E…

Esses 259 anos de fundação da cidade que é mais antiga que Porto Alegre (a capital gaúcha remete a 1.772) terá do parlamento catarinense o reconhecimento em forma de homenagem às instituições que atuam no dia a dia da cidade. A iniciativa é do deputado Lucas Neves (Podemos) e os deputados que prezam em reconhecer a importância desta terra, deverão aderir aos atos. Até porque, não custa subirem a Serra para aplaudir o que significa Lages no contexto de SC.

O piá da Penha agora é um líder político da maior cidade da Serra Catarinense e entende que cada ano de existência da cidade que he viu crescer seja comemorado. Daí a sessão solene para comemorar os 259 anos de Lages. Que assim seja!

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Crime na padaria: Justiça a caminho

MP/SC DENUNCIA AUTOR DE FEMINICÍDIO E PENA ESTABELECIDA PELA LEI VARIA ENTRE 20 E 40 ANOS DE RECLUSÃO

Familiares, colegas e amigos de Alaíde Cristina Varela Teixeira da Luz, chamada carinhosamente de Cris, vão ao Calçadão de Lages nesta sexta-feira, 14, entre 12h e 13h. Em um protesto silencioso pedirão justiça para punição do autor do feminicídio que tirou a vida dela a golpes de faca (arma branca), enquanto trabalhava numa padaria na Avenida Presidente Vargas no último dia 29.

Nas redes sociais e portais de notícias há chamamento para o ato de protesto nesta sexta-feira, 14, ao meio dia no Centro de Lages

JUSTIÇA A CAMINHO

Aqueles que participarem do protesto o farão sabendo que, pelo menos, 20 anos de reclusão estão garantidos ao autor do assassinato de Alaíde Cristina. O que norteia essa certeza é a lei 14.994/24 que tornou mais grave a punição em crimes de feminicídio. As circunstâncias do crime, a critério do Júri Popular, apontarão punição variável entre pena mínima de 20 anos e a máxima de 40 anos, embora essa máxima pode ser elevada para retardar a progressão de pena ao réu condenado.

MAIS A RESPEITO

E essa progressão, considerando a norma, somente pode ocorrer após cumprido 55% da pena em caso de feminicídio. Significa que, se condenado a 40 anos de reclusão, a progressão somente começa depois de cumpridos 22 anos preso. A referida lei, em vigor desde o ano passado, aponta que o feminicídio não é apenas qualificadora de homicídio, mas crime autônomo. Daí a garantia de pena severa.

MP/SC FAZ SUA PARTE

E aqueles que participarem do protesto também vão ao ato sabendo que o Ministério Público, que é o titular da ação que buscará a condenação do autor do crime, deu o primeiro passo nesse sentido. O Promotor de Justiça Fabrício Nunes, da 11ª Promotoria da Comarca de Lages, protocolou a denúncia contra o autor no Judiciário. Agora, os passos seguintes se constituem a recepção da denúncia, instrução do processo, julgamento e, absolutamente provável, a condenação. O homem está preso e assim permanecerá.

O Tribunal do Júri, que funciona ali no andar térreo do Fórum da Comarca, deverá ser formado para julgar o autor do crime contra Alaíde Cristina que, considerando a interpretação da Lei do Feminicídio, a pena mínima é de 20 anos de reclusão e pode chegar a 40 anos (de cumprimento), mas dependendo de agravantes, para efeitos de progressão de pena, poderemos ter 50, 60 anos ou mais por conta do crime bárbaro.

Com informações da área de Comunicação do MP/SC

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2026: Eleição menos difícil no PL?

QUASE METADE DOS ESTADUAIS ELEITOS PELOS LIBERAIS EM 2022 NÃO DEVEM IR ÀS URNAS PELA SIGLA ANO QUE VEM

Este é um período de análises entre aqueles que querem disputar eleição ou reeleição na proporcional (Estadual e Federal) no pleito de 4 de outubro de 2026. As migrações partidárias, de uma sigla para outra, não ocorrem, necessariamente, por ingratidão ou desavenças internas, mas por planejamento. Há quem se afaste da ideia de disputar o pleito a Estadual pelo PL por entender que haverá congestionamento nessa sigla. Entretanto, a relação dos eleitos no pleito passado aponta que parte deles não estarão na disputa em 2026.

Informação que temos é que o delegado Skudlark não concorreria mais à reeleição. Sorato e Massoco viraram prefeitos de Tubarão e Concórdia, respectivamente. Naatz é quase certo que se torna desembargador do TJ/SC e também sai de cena. E Berlanda ingressa no PSD. Há ainda a incógnita sobre o desgaste (ou não) de Ana Campagnolo nesse debate envolvendo a defesa (com razão) de Carol De Toni, mas que desagrada bolsonaristas que defendem Carlos Bolsonaro ao Senado.

SIGNIFICA QUE…

Aqueles que vão à reeleição, como é o caso do lageano Marcius Machado e outros que migram para o PL de olho no movimento bolsonarista que deu resultado expressivo em 2022, precisam cadenciar a campanha para estar entre os 10 mais votados, naquela lista de 41 que devem disputar pela sigla. Não é um desafio fora da curva. Embora, naturalmente, além de ‘deitar o cabelo’ na busca de votos pelo PL, carece de ficar atento com o movimento dos outros partidos, visto que não adianta uma votação expressiva em grupo no PL se outros partidos também forem bem na soma dos votos.

Marcius que já declarou a condição de pré-candidato à reeleição, tem projeto absolutamente viável para mais um mandato na Alesc, via PL.

QUANTOS CANDIDATOS POR SIGLA

A norma que está em vigor para fixar o número de candidatos por partido nas eleições de 2026 é aquela inserida na lei 9.504/97 que aponta:

“Art. 10. Cada partido poderá registrar candidatos para a Câmara dos Deputados, a Câmara Legislativa, as Assembleias Legislativas e as Câmaras Municipais no total de até 100% (cem por cento) do número de lugares a preencher mais 1 (um).”

Significa que cada partido pode lançar até 21 nomes para disputar a Câmara Federal e 41 à Estadual. Atendendo a proporcionalidade da cota de gêneros, terão que ser pelo menos 6 candidatos de um dos sexos (mulheres ou homens) a Federal e 12 candidatos de um dos sexos a Estadual.

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