ELEIÇÃO PODE TER DOIS EX-GOVERNADORES BUSCANDO VAGA ENTRE OS 20 A SEREM ELEITOS E MAIS…
Se as disputas proporcionais de 2018 e 2022 consideraram o fator bolsonarismo, o pleito do ano que vem pode ‘premiar’ os candidatos com histórico, atuação e planejamento. Se isso acontecer, poderemos ter uma lista de eleitos – ou pelo menos disputantes – à Câmara Federal bem interessante. Vejamos:
JÚLIO GARCIA – É um nome absolutamente forte no PSD trazendo com ele o histórico da carreira política (inclusive chegou a assumir como governador de SC), conselheiro do TCE e sete vezes deputado estadual. Faz uma pré-campanha estratégica, buscando estadualizar o nome para dar capilaridade ao projeto.
CARLOS MOISÉS – Talvez por uma sigla ‘das mais antigas’, o ex-governador deverá concorrer à Câmara Federal. Será a oportunidade de se testar e ver se aquilo plantado como ‘comandante’ no Governo será reconhecido pelo eleitor. O projeto de Moisés dependerá muito do partido que escolher e o alinhamento Estadual e Federal. Ele somente não estará de certeza em dois partidos: PL e Republicanos (onde aparece acima quando era filiado).
RAIMUNDO COLOMBO – Já esteve mais longe a hipótese do ex-governador disputar a Câmara Federal. É que ele segue no compasso de espera daquela vaga ao Senado que depende do julgamento de Jorge Seif no TSE. Mas em entrevista a uma rádio de Tubarão na semana passada, ao contrário do que disse a empresários na Acil de que não pretende disputar, citou que decidirá até março. E isso faz sentido, considerando que teria que se filiar a um partido (deixando o PSD) até aquele mês ou apostar no projeto de João Rodrigues e se manter nas fileiras da sigla.
Pessoas próximas apontam que Colombo somente disputaria se o projeto ao Senado (vaga de Seif) batesse na trave e houvesse uma mobilização pedindo para que ele concorresse (é o único nome com densidade eleitoral para devolver uma vaga na Câmara à Serra Catarinense). “É preciso colocar a bola na marca do pênalti e escolher ele para bater, do contrário não vem para o jogo”. Foi uma metáfora que ouvimos. O registro acima é de Raimundo Colombo antes de ser duas vezes governador catarinense, como senador no DF.





