EX-GOVERNADOR REFORÇA PROJETO DE JOÃO RODRIGUES E DECLINA PELA TERCEIRA VEZ DE CONCORRER AO GOVERNO DE SC
Não é dos Raimundos, mas de Charlie Brown Júnior em Só Os Loucos Sabem a pregação de que “Um homem quando está em paz, não quer guerra com ninguém“. E transparece esse não desejo de entrar na guerra eleitoral que mantém o ex-governador Raimundo Colombo fora de uma majoritária nas eleições ao governo em 2026. A primeira investida para colocar o lageano no cenário de disputa veio de uma articulação no DF. A ideia é que Colombo liderasse uma frente de centro-esquerda, naquela que seria a campanha mais rica de toda a história catarinense. Ele pediu para pensar, pensou e se recolheu.
Colombo voltava de Nova York no final de janeiro, quando passou no aniversário de Merísio e deu sinais que não se misturaria ‘aos companheiros’.
OUTRA INVESTIDA
O MDB, abandonado no altar por Jorginho, mirou os ensinamentos da guarânia Boate Azul, no estilo “a dor do amor é com outro amor que a gente cura” e tentou curar o mal de amor, seduzindo Colombo para se filiar e ser candidato ao governo com os pelegos. Como o MDB tem muitos que decidem, o ex-governador também não levou adiante os convites, apesar de não esconder o carinho pelos antigos aliados.
E..
Mais recentemente, o próprio PSD quis Colombo na disputa ao governo. Seria uma saída honrosa para o partido manter o projeto majoritário, mas um gesto de deslealdade a João Rodrigues. Daí, agora na metade deste 17 de março, o próprio Colombo foi na rede deixar claro que está fora da disputa (ao governo):
A parte sublinhada em vermelho da mensagem dá a entender que Bornhausen queria Colombo no jogo e o ex-governador precisou dizer não. E o fez, antes de exteriorizar a posição, reforçando a ideia de que o ‘cara’ é João Rodrigues. Aos que nos apontavam que Colombo tem votos, mas não tem coragem, vamos dar, ao menos, o benefício da dúvida de que pode ter fundamento nisso.




