ESSE NÚMERO DEVE AINDA SOFRER REDUÇÃO. CADA PARTIDO OU FEDERAÇÃO PODERIA LANÇAR ATÉ 41 NOMES
São 21 siglas distribuídas em federações ou concorrendo de forma isolada com suas nominatasna busca de uma das 40 vagas no parlamento. Considerando 4 milhões de votos válidos no Estado, cada vaga precisa de 100 mil votos em média. O Podemos foi a sigla que mais colocou nomes na disputa, totalizando 40 concorrentes.
O partido do governador Jorginho Mello, que concorre à reeleição, tendo Marcius Machado buscando mais um mandato, soma 38 candidatos. É a sigla que mais conquistará vagas na Alesc, oscilando entre 12 e 15 candidatos com sucesso nas urnas.
Aqui de Lages o nome integra a lista do Partido Novo é Vinicius Borges, que concorreu a vice-prefeito em 2024. Ele é um dos 37 nomes na sigla que tem o candidato a vice-governador, Adriano Silva, na dobradinha com Jorginho Mello.
Na Serra Catarinense o PDT escalou três nomes para pedir votos para Lula, Merísio e ajudar a sigla. Magno Júnior (no registro com a vice ao governo, Ângela Albino), além de Rita Lang (Lages) e Ana Meris de Liz (Otacílio Costa). O PDT tem 35 candidatos e, além de Minotto que costurou a chapa da proporcional para garantir mais um mandato, quer emplacar mais nomes.
Lucas Neves que já foi PP e se elegeu no Podemos, agora aposta no Republicanos, integrando uma nominata que poderia ter mais nomes. São 32 candidatos da sigla. Lucas está confiante pelo trabalho prestado, capilaridade das amarrações e o apoio da colega de Republicanos, a prefeita Carmen Zanotto.
O MDB tem um elenco de nomes que busca reeleição e escala outros que, juntos somam 26 candidatos à Alesc. O ‘anitense de Lages’ Elizeu Mattos está na lista.
MISSÃO – A sigla tem 16 candidatos à Alesc. Vínhamos apresentando Pablo Tessari como candidato a Estadual do Missão em Lages. Mas no sistema da Justiça Eleitoral ele aparece como candidato a Federal.
DISCRIÇÃO DO PSD – Chama a atenção a pouca quantidade de candidaturas do PSD à Alesc. A sigla tem candidato a governador, mas não preencheu nem metade das vagas. São apenas 20 nomes registrados na Justiça Eleitoral. Uma das novidades é aqui da Serra Catarinense.
Empresário Nilso Berlanda, percebendo o congestionamento no PL, partido pelo qual se elegeu em 2022, optou por se filiar ao PSD com a bênção do candidato da sigla ao governo, João Rodrigues.
UMA FEDERAÇÃO – É a versão possível de coligação na proporcional, onde partidos se únem e, da soma de fotos, elegem-se aquelas siglas que atingirem o quociente eleitoral e o candidato fizer mais votos. Temos o Solidariedade com seis candidatos e o PRD que soma 22, totalizando 28 nomes nessa Federação.
OUTRA FEDERAÇÃO – No mesmo modelo Federado temos o PSDB que registrou 16 nomes e o Cidadania com mais 3 nomes. O projeto construído para reeleger Marcos Vieira soma menos de 20 concorrentes.
MAIS FEDERAÇÃO – O PT lançou 30 candidatos à Alesc. O PV está federado, mas sem nomes a Estadual. No agrupamento há o PC do B que tem Paulinho de Chapecó (registro acima) e uma segunda candidatura, com essa federação totalizando 32 nomes.
AINDA FEDERAÇÃO – Uma das chapas que se fortaleceu com o modelo de federação foi a junção de União Brasil, com 19 nomes e o PP que emplacou na lista 21 concorrentes, somando 40 candidaturas.
TAMBÉM TEMOS – O PSOL do atual deputado Marquito (foto acima com a suplente) costurou a federação com a Rede Sustentabilidade. Esta sigla lançou 4 nomes e o PSOL outros 24, totalizando 28 candidaturas.
PROJETOS SOLOS – Três siglas catarinenses lançaram pouca quantidade de concorrentes, com chances mínimas de êxito. É o caso do Avante com apenas 9 candidatos. O AGIR soma 6 e o PSTU 2. Para uma sigla assim emplacar uma vaga na Alesc precisaria somar 100.000 votos.










