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A crise do mato em Lages

CIDADE CONVIVE COM MATAGAL ANORMAL EM ÁREAS COMO CANTEIROS, PRAÇAS E LOCAIS PÚBLICOS

“Estamos trabalhando de forma intensiva para manter a cidade bem cuidada”. A afirmação distribuída pela Comunicação é atribuída à prefeita Carmen Zanotto. O nativo ao ouvir uma afirmação dessas por certo retrucará: – Imagina se não estivessem trabalhando de forma intensiva!

O FATO É QUE…

Em algum momento do andar da carruagem uma comunicação não chegou, um parecer demorou demais e a licitação para contratar empresa (ou empresas) para os serviços de roçada atrasou. A consequência é o mato tomando conta de vários locais na paróquia. As pancadas de chuva encima do mormação contribuem para tornar pioar a situação. Aquele vácuo que retardou a regularização de serviços como coleta de lixo e também iluminação pública (áreas que agora estão melhor administradas), visualiza-se na questão do matagal na área urbana. E a gente só percebe a importância quando a falha é gritante.

Retrato do Notícia no Ato mostra o mato nas cercanias da paróquia

SOBRE A LICITAÇÃO

O secretário Jean Corbellini, sem se eximir de eventual culpa ou terceirizar a lentidão, disse que encaminhou o procedimento da licitação ainda em dezembro. As férias de janeiro e a equipe própria reduzida ajudam a ampliar o problema que não é grave, mas é chato. Há ainda um filtro para contratar a empresa que irá terceirizar a roçada. A anterior não deu conta e abandonou o contrato. Na licitação de agora surgiu até empresa de informática querendo executar os serviços. Daí a necessidade do filtro para evitar aventureiros numa lida que exige expertise.

Prefeita Carmen fecha 15 meses no cargo e o tom mais escuro na gestão em uma área que ela mais prima pela excelência: o asseio e o capricho da cidade.

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