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A rua coberta vista lá de cima

INOVAÇÃO NA EDIÇÃO RAIZ, A RUA COBERTA TOMA FORMA. ALI TODA A PARTE DE GASTRONOMIA SERÁ SERVIDA

Porque a gastronomia nos tempos de Festa do Pinhão no parque era meio reborn (parecia com práticos típicos, mas ficava na aparência), pelo andar da tabela de preços, os itens de culinária oriundos da semente da araucária estarão garantidos. Paçoca, entrevero, pinhão in natura, tudo está previsto no cardápio da rua coberta. E porque as entidades filantrópicas recorrem aos melhores cozinheiros, a qualidade é garantida.

E nas lidas lá de cima onde atua a serviço da Epagri, o jornalista Pablo Gomes puxou o zoom do aparelho celular para dar uma ideia do que é a rua coberta tanto falanda. O contraste fica bacana com a Catedral de Lages. É o mesmo local onde nos tempos de Elizeu Matos a rua era coberta com decoração natalina.

Mais ou menos desse tempo do retrato acima que tínhamos a rua coberta com decoração natalina

DE ORIGENS À RAÍZES

Há um apelo meio forçado de que neste ano temos a Edição Raízes da Festa do Pinhão. É compreensível o propósito e o esforço para entregar um evento que agrade especialmente o lageano. Mas do jingle – entoado por uma voz feminina fugindo totalmente do conceito raízes à outras nuances – de raiz a edição guarda pouco coisa. Porém, a realização do evento é infinitamente mais positivo se a opção fosse não realizar o evento.

Enquanto se apela à edição raízes, de se lembrar que na edição dos 30 anos do evento, foram 30 shows, momento que se virou a chave para que a Festa do Pinhão se tornasse um grande festival.

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