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Acalento: Ação para estender a mão

PROGRAMA DE APADRINHAMENTO A CRIANÇAS QUE ENFRENTAM VULNERABILIDADE NO CONVÍVIO FAMILIAR EM LAGES

O artigo 19-B (§1º) do Estatuto da Criança e do Adolescente e a Portaria n. 06/2017 que foi expedida pela Vara da Infância e Juventude da Comarca de Lages, constituem-se o embasamento que trouxe ao mundo lageano a Lei 4818/25. A norma instituiu o Serviço de Apadrinhamento Acalento no âmbito do município e permite seu funcionamento pleno.

FOCO DO ACALENTO

O objetivo é garantir às crianças e adolescentes acolhidos no SAICA – Serviço de Acolhimento Institucional o direito à convivência familiar e comunitária. O apadrinhamento afetivo não é adoção. “Ele se dá por meio de visitas, passeios, participação em eventos, ou fins de semana com padrinhos, além de apoio material ou de serviços, conforme a modalidade de apadrinhamento”. Em Lages já são 32 padrinhos cadastrados sendo quatro afetivos, 18 prestadores de serviço e 10 provedores.

AS TRÊS MODALIDADES DE APADRINHAMENTO

Afetivo: padrinhos que mantêm contato regular com a criança ou adolescente, oferecendo companhia em fins de semana, feriados ou férias escolares, com foco no afeto, apoio emocional e convívio.

Prestador de serviço: profissionais ou entidades que oferecem habilidades especializadas (saúde, educação, lazer) por meio de projetos ou ações dentro do Saica.

Provedor: quem contribui com suporte material ou financeiro, seja para suprir necessidades básicas das crianças/adolescentes, ou para financiar cursos, vestimentas, reforço escolar e lazer.

QUER ADERIR E AJUDAR?

EIS A OPORTUNIDADE!

Para se integrar ao Programa Acalento, apadrinhando de alguma forma essas crianças que ficam transitoriamente desamparada do apoio familiar, é preciso participar de uma chamada pública. Nesta quinta-feira, dia 25, a partir das 19h no CCJ da Uniplac, os interessados em, pelo menos, buscar informações, são convidados a conhecer os detalhes da iniciativa. “Nosso compromisso é garantir vínculos positivos e transformadores para as crianças e adolescentes acolhidos”, cita a Secretária de Assistência Social, Inês Salmória (de óculos na foto abaixo).

Este registro é da sanção da norma que instituiu o Acalento, em ato acompanhado pelo Promotor de Justiça Gian Carlo da Rosa e o Juiz Ricardo Fiuza

SENSIBILIDADE DA GESTÃO

O Juiz da Infância, Ricardo Alexandre Fiuza, comenta sobre o comprometimento da atual gestão em relação ao tema. “Antes mesmo da posse, convidei a prefeita para visitar as unidades de acolhimento e, prontamente, ela aceitou. Desde então já visitamos diversas vezes os espaços e mostramos a sensibilidade da prefeita Carmen Zanotto nesta questão”.

Magistrado titular da Vara da Infância e Juventude da Comarca de Lages, Juiz Ricardo Fiúza (direita), supervisiona todas as ações relacionadas não só ao programa Acalento, mas as políticas púbicas em geral de proteção à criança e adolescente na cidade.

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