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Bolsa: Lages 3x mais que média de SC

IBGE APONTOU QUE 3,9% DAS FAMÍLIAS CATARINENSES ACESSAM O BOLSA FAMÍLIA. ÍNDICE DE LAGES CHEGA A 12% DOS DOMICÍLIOS

A informação oficial da Secom/SC: “Santa Catarina é o Estado que menos recebe Bolsa Família, conforme dados do IBGE divulgados nesta sexta-feira, 8. Além da posição de destaque, Santa Catarina reduziu a participação no benefício, passando de 4,3% dos domicílios em 2024 para 3,9% em 2025. Com base nessa informação o governador Jorginho complementou que “a melhor política social é a geração de emprego”.

REALIDADE DIFERENTE DE LAGES

Para chegar a esse percentual de 3,9% o IBGE considera o número de domicílios (onde reside cada família). Na página oficial do Governo Federal sobre benefícios sociais, Lages aparece com 71.500 domicílios. A mesma fonte cita – considerando dados de abril – que há 8.500 famílias acessando ao Bolsa Família no maior município da Serra. Na matemática simples, portanto, o índice de domicílios cujas famílias acessam ao benefício em Lages é de 12%. Isso significa que o Bolsa Família atende em Lages três vezes a média estadual de 3,9%.

Os dados no gráfico são de fevereiro com 8.200 domicílios acessando o benefício. Em abril esse número aumentou para 8.500 de um universo de 71.500 existentes no município, segundo dados oficiais

RANKING DOS ESTADOS

“Com apenas 3,9% dos domicílios recebendo Bolsa Família, Santa Catarina é o estado com menor participação no programa federal. Em seguida, no ranking dos estados, aparece São Paulo, com 7,6%. A terceira melhor posição é do Rio Grande do Sul, com 7,7%. Na sequência aparecem Paraná (8%), Mato Grosso do Sul (9,5%) e Distrito Federal (10,5%). A média brasileira ficou em 17,2%, conforme o IBGE”.

OUTRO DADO OFICIAL DE SC

“Além do menor percentual de Bolsa Família, Santa Catarina também é o estado que menos recebe programas sociais como um todo. Apenas 6,9% dos domicílios catarinenses receberam, em 2025, rendimento de algum programa social, como Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC), ante média brasileira de 22,7%”.

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