INFORMAÇÃO FOI REPASSADA AO DEPUTADO LUCAS NEVES PELO ADJUNTO DA INFRAESTRUTURA, RICARDO GRANDO
Naquela peregrinação em busca de desenterrar pendências que envolvem setores diversos da economia da Serra Catarinense, inclusive a infraestrutura, o deputado Lucas Neves (quase Republicanos) bateu à porta da Secretaria da Infraestrutura. Dialogou com o adjunto da pasta (que tem poder de gestar maior que o titular), Ricardo Grando. O parlamentar foi em busca de informações sobre o ritmod a obra da SC-370 a partir do Rufino. Reina certa angustia devido à lentidão dos trabalhos.
SITUAÇÃO DA OBRA
O trecho de 6 km na saída de Urubici em direção do Morro do Campestre está pavimentado. Outros 8 km a partir de Rio Rufino têm previsão de pavimentação para este ano. “A parte restante do projeto está sendo ajustada pela Secretaria”. É a informação, sendo que Lucas Neves recebeu garantia que as obras não sofrerão descontinuidade. “O Governo do Estado quer concluir os 8 km a partir de Rio Rufino até o final do ano”, confirma o deputado. Faltarão, a partir disso, outros 14 km para interligar os dois municípios, constituindo-se em um verdadeiro corredor turístico na Serra.
CAMINHOS DA NEVE A CAMINHO
Esteve na pauta a questão da obra da rodovia Caminhos da Neve. O Exército de Lages pavimentou 15 km a partir de São Joaquim até a encruzilhada ‘que dá’ na localidade de São Sebastião do Arvoredo. Dali até a ponte das Goiabeiras (passando por São Francisco Xavier), são 10 km de chão batido. É exatamente esse trecho que está nos planos do Governo ainda para este ano. “A Secretaria vai atualizar o projeto e abrir uma nova licitação. O Secretário me disse que a ideia é começar ainda neste ano”, confirma Lucas Neves.
Deputado Lucas Neves atualizando duas demandas de infraestrutura rodoviária na Serra Catarinense com Ricardo Grando que, provavelmente, assumirá a titularidade da Secretaria da Infraestrutura, estrutura na qual ele é adjunto.
Este é o Caminhos da Neve a partir de São Joaquim são 15 km de asfalto feito pelo Exército. Mas a informação é de que “o Governo do Estado decidiu não esperar mais pela execução da obra pelo Exército Brasileiro”. Daí a sequência da obra será feita de forma licitada. Pelo menos, será mais rápido!




