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E essa história de ‘traíra’ no Paço?

ATÉ PORQUE O ASSUNTO REPERCUTE, FOMOS BUSCAR SABER SE HÁ PROCEDÊNCIA NO ‘FRITAMENTO’

CORRE UM BOATO AQUI D’ONDE EU MORO... – E o boato aponta que a prefeita Carmen Zanotto, ao conduzir uma reunião da equipe, teria chamado na chincha – sem citar nome – um integrante da costelação colegiada. A razão seria alguns comportamentos de adulamentos envolvendo o agente público e integrantes do reinado anterior no Paço. É meio exagerado falar em traição, mas os noticiadores assim conceituaram o tal episódio.

FATO OU BOATO? – Trocamos mensagens com quatro integrantes do primeiro escalão do Paço. Todos foram unanimes em estranhar a informação, inclusive com um argumento convincente: “Você conhece a Carmen. A prefeita não é dada a esse tipo de compartamento. Ela sabe liderar como ninguém e não se colocaria a cobrar alguém numa reunião conjunta”.

O QUE MAIS APURAMOS?

Há um desencontro muito grande do grupo político que administrava a cidade até o ano passado. Cada um pegou um rumo, sem sincronismo ou qualquer ânimo de construir um projeto de imediato. Consta que, mesmo na eleição do ano que vem, muitos não se constituem nem opção de cabo eleitoral para candidatos na proporcional. Daí, o episódio da trairagem é recebida até com humor pelos integrantes do Paço. “Eles não estão se falando nem entre eles, imagina por qual motivo alguém de nós, nessa correria, iríamos ficar os procurando”, emenda outro, atribuindo as ‘teorias das traições’ aos que apostam em instabilidade.

Prefeita Carmen, nas lidas abaixo de mau tempo, para preservar o bom clima na equipe.

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