BALANÇO DA FESTA DO PINHÃO SUPERESTIMOU NÚMEROS EM UM EVENTO QUE FOI BEM ENTREGUE
É inconteste que a edição deste ano, ao contrário ‘daquilo’ do ano passado, agradou público e setores diversos da economia. Do setor hoteleiro com ocupação de 100% no feriadão a áreas outras, houve um evento que entregou aquilo que lhe é função: movimentar Lages e repercutir positivamente na estima dos nativos.
Um mês depois de sua realização, a prefeita Carmen Zanotto chamou os entes para apresentar alguns números. É verdade aparentar que se superistimou alguns dados, porém, no geral é atribuição da munipalidade essa tentativa de transparência.
CUSTO AO MUNICÍPIO
Não aparecem de maneira mais clara os valores, mas há um apontamento de que a prefeitura teria investido R$ 2.000.000,00. O Estado outra quantia dessas. Considerando o significado e repercussão, não estamos falando em valores fora da curva. Não ficou bem claro a questão financeira relacionada à parceria Acil e CDL, mas pelo que deu para entender, os patrocínios (Bally e outros) foram para a conta das entidades que pagaram despesas como de cachês, Recanto e da Sapecada.
MOVIMENTAÇÃO ECONÔMICA
O número que a imprensa puxou para manchetar o balanço chama a atenção. Trata-se da afirmação de que o evento movimentou em 17 dias um montante de R$ 90.000.000,00 na economia de Lages. Isso significa uma movimentação diária superior a R$ 5 milhões nos diversos setores da cidade ou exatos R$ 3.676,47 em média por minuto. Como é valor estimado, vamos consumir os números como próximos à realidade.
Esses 54.000 turistas hospedados na cidade no período também é um dado que dá para coçar a cabeça, mas como é oficial, exteriorize-se.
A esse dado bem positivo de lageano ajudando lageano ao consumir nas entidades que atuaram no Recanto do Pinhão





