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Florestas nativas: Ideia boa de Lages

EXECUTIVO DO CISAMA SUGERE REMUNERAÇÃO A PRODUTORES RURAIS PELA PRESERVAÇÃO DE FLORESTAS NATIVAS

Além da fala sensata do diretor do CAV (campus Udesc Lages), professor André Thaler Neto, que defendeu a produção agrícola em equilíbrio com a preservação ambiental, coube a Selênio Sartori (Executivo do Cisama) uma manifestação pertinente. O gestor do Consórcio de Saneamento e Meio Ambiente que funciona na Amures defende a criação de políticas públicas que possibilitem remunerar os proprietários rurais pela preservação das florestas nativas. Os posicionamentos locais integraram o debate da etapa regional de propostas para a COP30.

O QUE VISUALIZA THALER NETO

O Diretor do CAV entende que o equilíbrio entre produção e preservação não é mais coisa para o futuro (para nossos filhos). É algo a ser implementado, buscando resultados práticos no presente, agora. “Precisamos discutir questões relacionadas à descarbonização, novas energias alternativas para a diminuição de gases de efeito estufa, que deem viabilidade a sistemas de produção que, ao mesmo tempo, respeitem os princípios do meio ambiente e integrem e deem boas condições de vida à população”, pregou André Thaler Neto.

Professor André Thaler, diretor geral do CAV (à direita) nos trabalhos coordenados pelo deputado Marquito focado em colher propostas de Lages (e da Serra) para a COP30

PILARES DA PROPOSTA DE LAGES À COP30

Preservação do modo de vida tradicional na Serra;

Criação de financiamento para iniciativas ambientais;

Modelos de agricultura que preservem o meio ambiente;

Proteção dos campos de altitude* e biodiversidade da Serra;

Atenção às comunidades carentes atingidas por eventos climáticos.

*Utilizando o registro de arquivo da Focco Imagens Aéreas – ali no caminho para a Coxilha Rica – observamos que as almas vivas da Serra Catarinense, quando se fala em preservação dos campos de altitude, colocam-se na defesa desse legado ambiental e natural. Porém, sempre considerando campos de altitude aquelas áreas com mais de 1.500 metros em relação ao nível do mar, conforme orienta o Código de Meio Ambiente de SC. Daí, nesse patamar de altitude é possível preservação ambiental e produção em harmonia.

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