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Vice: Um ano ‘desde aquele dia’

JAIR JÚNIOR REFORÇA ATILHARIA DE COBRANÇA QUANDO O CALENDÁRIO APONTA UM ANO DO ‘ROMPIMENTO’

Era sábado, 22 de março de 2025 quando um episódio da vida pessoal de Jair Teixeira Júnior, colocou em desgraça sua promissora carreira política. Vereador combativo, vice eleito e nomeado presidente da Semasa, Jair Júnior surfava no melhor momento da carreira. Mas a acusação de violência doméstica que o levou à prisão, a qual foi relaxada e ele passou a responder processo, fez com que tudo desmoronasse.

TIPO CRIANÇA ENCOCOZADA

Ele foi exonerado da Semasa, isolado da função de vice, pediu para sair (do contrário seria saído) do partido e afastado do convívio com os quais se elegeu em 2024. Passou a ser a criança encocozada. Ninguém quer chegar perto. Desde o lamentável episódio – ruim inclusive para Lages que parou até no noticiário nacional – Jair Júnior tenta ‘sobreviver da caridade de quem o detesta’. Mescla conteúdos nas redes sociais que vão de participação em culto religioso à cobranças fortes contra a prefeita e aqueles que tomaram posse com ele.

BURACOS E REALIDADE ESQUISITA

O alvo maior das críticas (ele fala que são cobranças) de Jair Júnior é a Secretaria de Obras. Entende-se que, na ausência de um escândalo ou outro, são os buracos e a falta de infraestrutura nos bairros que mais aparecem. Cita que não tem autonomia e nem poder de gestão, estando a fazer aquilo que está ao seu alcance: cobrar. Entretanto, cobrar é coisa de oposição e não de quem foi eleito para estar junto na alegria e na tristeza. Ainda soa esquisita essa realidade posta.

Jair Júnior rasga o verbo para apresentar as mazelas da infraestrutura na paróquia

MAL NENHUM, A NÃO SER…

Essa postura do vice-prefeito atacando aqueles que não lhes combateram, pelo contrário, foram parceiros, causa estranheza. Talvez seja reação à indiferença que é tratado. Até porque, pior que ser tratado como inimigo, adversário, oponente, é nem ser tratado, é ser ignorado, é viver da indiferença daqueles que rumaram consigo na caminhada inicial. Musicalmente, a situação do vice lembra trecho da música Mal Nenhum de Cazuza:

Enquanto isso, Lages convive com essa situação de remunerar um agente público sem que ele entregue nada em troca para a função que foi eleita. Isso lembra outra música de Cazuza!

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