De maneira não muito frequente, tem desencapado um fio ou outro nas discussões no parlamento lageano. O vereador Castor (PL) tem sido o mais combativo na defesa do Paço no compasso estilo passar o rodo para dar sustentação à atual gestão. Nada de novidade porque nos tempos de Ceron, a maioria mantida pela administração, também se limitava a respaldar a gestão e tratorar a minoria da oposição.
DO SEMESTRE FINDO
A produção legislativa própria (leis de autoria dos próprios vereadores) segue discreta, mantendo-se a avalanche de homenagens que inclui títulos de cidadania lageana imposta pelos vereadores que, sabe se lá, se os nativos da paróquia concordariam. Mas vai se gastando tempo, expediente e saliva nas adulações que parecem na ter fim.
E…
Se a casa legislativa alçou ao mundo político lideranças como Coruja, a própria Carmen Zanotto, Marcius Machado, Lucas Neves, além da safra de vices como Pinheiro, Toni Duarte, Polese e até Jair Júnior, a safra de agora ainda está por dizer a que veio. Mas a oposição esperneia em diálogos que poderiam apontar na seguinte linha…
– Temos que ser mais combativos, gente. Já estivemos do lado de lá e sabemos como funciona. E se mexa Robertinho, você está parecendo um robô!
– Sim, mestre Polaco!



