PRESIDENTE DO MDB DIZ QUE A SIGLA ‘NÃO NASCEU PARA ACEITAR MIGALHAS’ E AFASTA APROXIMAÇÃO COM JORGINHO
Faltando 100 dias para o término do prazo para homologação de candidaturas e coligações, duas movimentações envolvendo o MDB catarinense foram protagonizadas nesta última semana de abril. Na segunda-feira, 27, reuniram-se 56 prefeitos emedebistas e lideranças do MDB como os deputados Lunelli, Jerry Comper e Fernando Klelling com o governador Jorginho. O propósito foi evidenciar que parte das lideranças que tem mandato e voto, quer que o partido esteja com o atual govenrador no projeto de reeleição.
E…
Nesta terça-feira, 28, o presidente estadual do MDB, deputado Carlos Chiodini, tornou pública uma carta onde meio que responde – e contraria – essa movimentação de adesão a Jorginho.
Chiodini fala de seu ingresso no MDB, da necessidade de coragem de fala e não silêncio e remete à redução das bancadas Estadual e Federal na última eleição (2022)
O presidente do MDB reclama de ter sido esnobado por Jorginho e que a adesão seria apequenamento da sigla e insiste que o atual governo não respeita a sigla
Chiodini encerra observando que os diretórios municipais decidiram por estar em ‘um projeto de verdade’ com o PSD, PP e União Brasil e ainda faz alerta aos que lideraram a conversa da segunda-feira, 27, com o governador Jorginho.
O presidente Chiodini também relata que seria cômodo construir um projeto pessoal. A impressão que passa é que o deputado não se conforma com o chega prá lá depois de ter sido acenado para ele ser o candidato a vice-governador, na dobradinha com o próprio Jorginho. Chiodini chegou a integrar a equipe do atual governo, ocupando a função de Secretário de Estado da Agricultura.





