ISSO NA ÁREA DA SAÚDE ONDE O PROTOCOLO DE ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO FUNCIONA AQUI HÁ 12 ANOS
Esse registro é do ano de 2015 quando a atual secretária de Saúde de Lages ocupava a mesma função e havia implementado na cidade o protocolo de estratificação de risco. Com formação em enfermagem, Rose Possato seguiu o modelo do Ministério da Saúde/SUS que consiste na implementação da ferramenta clínica que classifica pacientes em categorias (como baixo, médio ou alto risco) com base na gravidade de seu estado. O referido protocolo orienta os profissionais de saúde a priorizar o atendimento e adaptar preventivamente as intervenções terapêuticas, garantindo agilidade e segurança.
VACARIA CONFERE O MODELO
Para implementar o sistema que funciona faz 12 anos em Lages, veio à cidade o prefeito Andrezinho Rokoski e a Secretária de Saúde de Vacaria, Aline Salvador. Com alguns técnicos, eles conheceram esse trabalho na chamada Atenção Primária à Saúde.
Antes de um diálogo mais técnico na Secretaria da Saúde, os gestores gaúchos passaram no gabinete da prefeita, onde foram recepcionados por Carmen Zanotto.
O grupo ainda esteve na UBS do bairro Promorar conferindo in loco como ocorre a parte prática do protocolo do SUS que Lages adota nas Unidades de Saúde
DE LEMBRAR-SE QUE…
Quando houve a implementação do protocolo de estratificação de risco, que inclusive é adotado em estruturas de saúde que atendem pelo SUS, como o Hospital Tereza Ramos, houve reclamações de pacientes. A falta de conhecimento e confiança do tecnicismo na prática adotada gerou críticas, mas à medida que a população foi se adaptando, passou a ser a referência onde quem tem prioridade (considerando o estado de saúde) é, efetivamente, tratado com a agilidade maior que o caso requer. E isso salva vidas e/ou reduz riscos de sequelas diante de um caso agravado de saúde.
Fotos e informações: Silvana Mateus – Secretaria da Saúde/Lages





