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Ninguém ganha menos de R$ 2.500,00

O VALOR SE REFERE À SOMA DO PISO MÍNIMO E O VALE ALIMENTAÇÃO A SERVIDORES DA PREFEITURA DE LAGES

Optando pelas providências discretas – sem colocar o assunto no noticiário oficial – a prefeita Carmen Zanotto vem praticando ações de valorização ao funcionalismo. Algumas medidas são concessões e outras obrigação por lei. Nesse último caso, temos o agamento do piso nacional do magistério a todos os profissionais da área, os 4% de reposição retroativo à folha de fevereiro a todos os servidores. Esse índice resulta dos 3,90% de INPC (atualização obrigatória da perda da inflação dos últimos 12 meses) e 0,10% de ganho real. E a todos os esses servidores beneficiados pelos 4%, há ainda uma atualização de valores a título de Vale Alimentação:

R$ 600,00 a quem ganha até R$ 2.110,95

R$ 488,00 entre R$ 2.110,95 e R$ 2.407,14

R$ 328,00 aos com mais de R$ 2.497,15

MAGISTÉRIO É DIFERENTE

Por causa de negociação individualizada do Simproel em relação à categoria, o Vale Alimentação dos profissionais de ensino da rede municipal é de R$ 171,00 mensais. Eles têm outros tipos de ganhos e benefícios para que o valor ficasse nesse matamar.

PRINCIPAL CONQUISTA

De tudo posto, a principal conquista à maior quantidade de servidores municipais de Lages – aqueles que ganham menos – foi a fixação de um piso, inclusive acima daquilo que o Sindserv reivindicava. A categoria pedia que ninguém ganhasse menos de R$ 1.756,00. A equipe da prefeita Carmen Zanotto fez as contas e estabeleceu R$ 1.885,12 como piso mínimo. Adiciona-se a esse valor mais os R$ 600,00 de Vale Alimentação e outros benefícios que cada servidor, de forma individual acresce na atuação de rotina.

ESTUDO PARA SERVIDORES DE CARGOS SUPERIOR

Remete a 2007 a extinção de cargos (quando vagassem) e a criação de outros no âmbito da administração municipal de Lages para servidores com formação superior (graduação). Há uma defasagem histórica em relação à remuneração de tais profissionais a ponto da prefeitura, com frequência, estar perdendo essa mão de obra (pedido de exoneração). Por causa de tal realidade, a prefeita Carmen Zanotto nomeou uma comissão, liderada pela secretária Fernanda Torres (Administração) para estudar alternativas para valorizar mais esse segmento e conter evasão de trabalho técnico especializado. O grupo de trabalho coletará dados e terá até final de maio deste ano para apresentar aquilo apurado.

O grupo especial de estudo tem além de Fernanda Torres (foto), a Secretária de Administração, a presença de Heildson de Oliveira (DRH), secretário Valdeci Macedo (Fazenda), advogada Rosane de Oliviera (Prcouradora) e Marline Santos Liz (a Lena) do Gabinete.

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