Geral

O caso do Padre do Guarujá

FOI A DIOCESE DE LAGES, ATRAVÉS DE NOTA, QUE IDENTIFICOU A PARÓQUIA DO PADRE ACUSADO DE CRIME SEXUAL

A Diocese de Lages reafirma seu compromisso com a verdade, com a justiça e com a proteção dos mais vulneráveis, reiterando que acompanhará com seriedade e transparência o desenvolvimento dos fatos, sempre em colaboração com as autoridades competentes, civis e eclesiásticas.

Contamos com a oração e compreensão de todos os fiéis, e rogamos à Nossa Senhora da Saúde que interceda por nossa Igreja diocesana neste momento delicado, para que a verdade prevaleça e a justiça seja plenamente realizada“.

Os dois trechos acima integram a Nota Oficial emitida pela Diocese de Lages, tendo ao final os nomes do Bispo Diocesano, Dom Guilherme Werlang e do Padre David Goedert, Vigário Judicial Diocesano, como emissores do posicionamento.

DO QUE SE TRATA

Refere-se a uma denúncia exteriorizada pela família de um menino de 13 anos, residente em um dos distritos de Lages. Os familiares acusam o paróco (e a Diocese informou ser da Igreja Nossa Senhora da Saúde do bairro Guarujá) de ter praticado atos sexuais com o garoto. No relato consta inclusive que o menino teria ingerido um suco, ficado desacordado e só voltando a si quando o religioso estava na prática dos atos. A Diocese informou sobre as providências, inclusive afastando o padre das funções até a apuração final do caso.

CAUTELA NA TELA

O padre do Guarujá mantinha um clima não muito tranquilo com os fiéis do bairro. A comunidade chegou a fazer um abaixo-assinado, com 800 assinaturas, pedindo à Diocese de Lages (isso em 2023) que o padre fosse transferido. Daí a cautela para aguardar os desdobramentos da investigação, com as provas materiais sobre o assunto, para se constatar a ocorrência do barbarismo por parte do religioso. O Delegado de Polícia que cuida do caso tem prazo de 30 dias para concluir o Inquérito Policial. A partir da referida peça, em ficando comprovada a denúncia, a autoridade policial encaminha ao Ministério Público ou representa diretamente ao Juízo da Comarca.

O caso, infelizmente, repercute na imprensa estadual, evidenciando a suspeita de práticas absolutamente condenáveis – em se confirmando – por parte de um religioso.

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