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Perdemos uma gigante da medicina

IVANDA PUCCI SOMAVA 80 ANOS E MORREU VÍTIMA DO TRÂNSITO EM LAGES

A vida é ingrata. Uma pessoa que dedicou a vida a salvar vidas. Uma pessoa que depois de cumprir sua missão cuidava de se manter com saúde praticando atividades físicas para uma boa vida. Uma pessoa iluminada e de um legado enorme e que causa consternação ao falecer.

Referimo-nos à médica oncologista Ivanda Pucci, minha conterrânea de Cerro Negro, e com a vida dedicada à medicina em Lages. Como lembra o Bruno Pucci, afiliado da médica, Doutora Ivanda foi uma das batalhadoras que tornou possível a estrutura da Unacon (unidade de tratamento de pessoas com câncer), junto ao Hospital Tereza Ramos em Lages, instituição de saúde onde atuava como especialista em oncologia.

Sempre se atualizando e integrando o cotidiano do trabalho na medicina, nesse registro de cinco anos atrás (à direita), em um encontro de secretarias municipais de saúde, com colegas da área

Aqui em sua terra natal, recebendo uma homenagem merecida pela trajetória na medicina, ao lado da prefeita Sirlei Klei Varela em Cerro Negro

FATALIDADE

A médica Ivanda Pucci deixava as dependências do Sesc na Avenida D. Pedro II – onde mantinha uma rotina de práticas de atividades físicas – quando acabou sendo atingida por um veículo na pista de rolamento. O impacto lhe causou ferimentos graves sendo encaminhada para atendimento no Hospital Nossa Senhora dos Prazeres. Acabou não resistindo à gravidade da colisão vindo a óbito.

DESPEDIDA

As despedidas fúnebres transcorrem até a metade da tarde desta quarta-feira, 05, quando será sepultada no Cemitério Parque da Saudade, às 17h. Solidariedade à família Pucci e àqueles do seu convívio e gratidão ao trabalho prestado por essa gigante da medicina na Serra Catarinense!

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2 thoughts on “Perdemos uma gigante da medicina”

  1. Numa avenida do porte da Dom Pedro, é uma verdadeira vergonha não ter sequer um semáforo para pedestres. Ali próximo à Uniplac no cruzamento da MilkMone, intenso movimento de universitários, as pessoas têm que disputar espaço com os veículos, ou corre ou simplesmente não dá tempo de atravessar.

    Isso sem contar o péssimo estado das pinturas das faixas de pedestres, só pintam uma vez por ano quando da festa do pinhão. Isso que ali onde aconteceu o atropelamento da Dra. Ivanda tem a escola do SESC e a rodoviária. Intenso movimento de pedestres, não tem uma faixa elevada, um semafóro para os pedestres então é um sonho distante.

    Uma verdadeira vergonha.

  2. Minha tia (Ivanda) era uma boa pessoa com um coração enorme, ela passou por altos e baixos nesta vida, foi uma pessoa alegre, boa e muito mais, salvou muitas vidas, mais a hora de todos chega infelizmente.

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