DADOS DE 2022 APONTAM QUE É PRECISO FAZER MUITOS VOTOS E CONTAR COM OUTRAS NUANCES PARA ESTAR ENTRE OS ELEITOS
Caroline de Toni fez mais que quatro vezes a quantidade de votos que o 16º eleito na eleição a Federal em 2022. Ela somou 227.632 votos e Fábio Schiochet 51.824 votos. Esse é apenas um dos contrastes da disputa à Câmara Federal onde não apenas uma grande quantia de votos garante o êxito. Foi o caso de Bruno Souza (que disputou pelo Partido Novo). Ele fez mais votos que seis dos eleitos. Mas a soma de votos da sigla que integrou só permitiu a eleição de um (Gilson Marques).
Nessa lista acima não aparece o 16º eleito que é o deputado Fábio Schiochiet, cuja soma da legenda do União Brasil, tendo ele sido o mais votado pelo partido com 51.824 votos, colocou-o entre os eleitos.
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DE ELEITOS A FEDERAL
Também se observa que não basta ser bem votado. A sigla precisa somar votos para garantir o quociente eleitoral. É o caso de Bruno Souza que voava na política em 2022, tendo trocado a disputa da reeleição à Alesc para tentar uma vaga à Câmara Federal. Se tivesse disputado pelo MDB, PL, União Brasil ou PSD, seria um dos 16 eleitos. Seus 86.568 votos lhe garantiriam o mandato. Mas como concorreu pelo Partido Novo, não hovue soma de votos suficientes para eleger dois.
Porém, disputando pelo Partido Novo, a sigla emplacou apenas o mais votado que foi Gilson Marques que obteve 1.326 votos a mais que Bruno Souza.
A mesma regra valeu para Geovânia de Sá, cujo PSDB estava federado com o Cidadania. Elgeu-se a mais votada, Carmen Zanotto, com a criciumense ficando na suplência e assumindo depois com a eleição da lageana à prefeitura de Lages.




