É A OPERAÇÃO CARTA BRANCA, SEQUÊNCIA DA INVESTIGAÇÃO DO ANO PASSADO ENVOLVENDO A PREFEITURA
O alvo principal é uma pessoa que atuava como servidor municipal em Anita Garibaldi e que é suspeito de cometimento de uma série de atos contrariando a legislação relacionada à licitações. Ano passado houve prisão do mesmo que permaneceu durante a instrução da investigação detido. Neste meio de semana há uma sequência da investigação com a denominação de Operação Carta Branca. Ao todo são 19 mandados de busca de apreensão expedidos pelo Judiciário (Vara Regional de Garantias) a pedido da Promotoria de Justiça de Anita Garibaldi.
Essa imagem ilustra o conteúdo divulgado pelo Ministério Público sobre a operação, mas sem detalhar a ocorrência de apreensão dos valores. Empresários beneficiados também são alvo da investigação.
NOVOS CRIMES
De acordo com o informado, a Operação Trapaça foi realizada e concluída. E durante o trabalho de apuração, provavelmente com oitiva de pessoas e documentos apreendidos, surgiram novos crimes que teriam sido praticados à época. A informação do Ministério Público faz questão de destacar que se trata de atos ocorridos na gestão anterior, quando era prefeito João Cidinei da Silva, embora não faça referência a eventual envolvimento do mesmo.
SOBRE O PREFEITO
Embora seu telefone celular tenha sido apreendido na época, o então prefeito sempre declarou que jamais encontrariam qualquer situação que o envolvesse porque nunca praticou qualquer ato de ilegalidade no mandato.
São pelo menos seis crimes que estão sendo apurados na Operação Carta Branca, mas não há informação de prisão. Os atos são voltados à coleta de documentos e provas sobre aquilo investigado.




