ELA FOI PRIMEIRA DAMA DE SANTA CATARINA NA VIRADA DA DÉCADA DE 1970 PARA 1980 E AGORA É CATARINENSE
Em um gesto simpático de reconhecimento pela atuação social de Déa Bornhausen, a carioca que foi primeria dama de Santa Catarina entre 1979 e 1982, quando Jorge Bornhausen governou o Estado, o deputado Mário Motta (PSD) foi o autor do título de Cidadã Catarinense à mesma.
Um dos filhos, Paulo Bornhausen, que integra o colegiado do governador Jorginho durante a entrega do título de cidadania catarinense à Déa Bornhausen, no gesto praticado pelo deputado Mário Motta
O QUE DISSE MÁRIO MOTTA
“É um reconhecimento merecido a uma pessoa que dedicou parte de sua vida para trabalhar em fazer o bem pelos catarinenses. Dona Déa, como primeira dama na década de 70 para 80, deixou um legado nas áreas sociais e da saúde, fundamental para Santa Catarina”, pontuou o deputado que propões a homenagem. Motta ainda enfatizou as digitais da ex-primeira dama na área da saúde, como no fortalecimento do Hemosc. Para ele, esse reconhecimento já deveria ter sido prestado há muito tempo. “Essa honraria foi aprovada por unanimidade e agradeço ao governador por ter sancionado esta lei que concede a dona Déa o título de cidadã catarinense”.
SOBRE A HOMENAGEADA
Eudéa Barreto Bornhausen nasceu no Rio de Janeiro e se formou em Direito pela PUC/RJ, com especialização na Universidade de Sorbonne, na França. Ela chegou em Santa Catarina em 1961 e casou-se com Jorge Konder Bornhausen, com quem teve Rafael, Fernanda, Irineu Neto e Paulo Bornhausen. Como primeira dama fundou a Ladesc, atual Fundação Nova Vida, buscando unificar e fortalecer as instituições sociais, com especial atenção ao atendimento de crianças em situação de vulnerabilidade. Além da Ladesc, Déa também foi responsável pelo fortalecimento da Fundação de Apoio ao Hemosc/ Cepon, onde liderou a construção de um complexo hospitalar com referência nacional em oncologia, hematologia e hemoterapia, que hoje é o Complexo Hospitalar Vilson Kleinümbing.
Familiares se integraram à deferência concedida pelo parlamento catarinense à dona Déa Bornhausen






