Geral

Uma guerra particular em Lages

CARMEN ZANOTTO E SEU VICE SE DIGLADIAM: DE UM LADO SE MOSTRA SERVIÇOS E, DO OUTRO, A FALTA DESSES

“Viu o novo ataque do aiatolá de Lages? Está bombardeando e sabotando seus próprios estreitos“. A frase metafórica ouvimos de um colega de lida na comunicação identificando a presença do vice-prefeito nas redes criticando a administração dele mesmo.

Jair Júnior apareceu quase desaparecendo no meio do mato e fazendo um contraste entre a realidade posta e aquilo que se posta pela equipe da prefeitura. Nos filtros possíveis de fazer em sistemas que leem mensagens mesmo que se apague, a reação do público não tem sido favorável ao vice. Mas como a estratégia kamisake é reverberar o quanto pior, melhor, o vice versa.

O QUE FAZ O PAÇO

A equipe da prefeitura Carmen Zanotto, como se estivesse com o livro O Príncipe embaixo do braço, trata Jair Júnior com os ensinamentos de Maquiavel. Doses homeopáticas de indiferença têm sido despejadas no rapaz o fazendo entoar Xororó na linha ‘eu agora estou falando às paredes, pois não tenho mais ninguém pra conversar’. A prefeitura adota ainda outra estratégia de não responder, mas reforçar ações onde o próprio Jair Júnior vê ‘o copo meio vazio’. No noticiário das obras, tem sido mais frequente o conjunto de informações sobre manutenção do chamado revestimento primário. É o patrolamento, cascalhamento e ajeitamento nas vias onde o vice vê buracos.

As equipes têm ido para os bairros mesmo naquelas manhãs pós-chuva para ajeitar as vias sem pavimento, dando um susto nos buracos e combatendo a narrativa do integrante da gestão, o vice-prefeito.

BATALHA PERDIDA NO MATO

Por outro lado, em relação à guerra contra o matagal, a prefeitura vem perdendo. O estrategista da batalha, secretário Corbellini, lavou as mãos: Disse que tem 20 pessoas na equipe de roçada e esse pessoal trabalha direto. E enquanto a licitação para a nova empresa (terceirizando a roçada) não ser concluída, a situação será amenizada, mas não resolvida.

E…

Significa que o vice pode atacar pelo mato que vai levar vantagem porque o pelotão do Paço não está dando conta. E nesse caso, Jair Júnior, o aiatolá da paróquia vai insistir na estratégia de destruir aquilo que ele foi eleito para ajudar construir. Se o povo o ignorar como fazem os colegas de governo, seu poderio eleitoral vai ficar cada vez mais estreito!

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