ALIMENTAÇÃO É UM ASSUNTO RECORRENTE ENTRE OS INTEGRANTES DO LEGISLATIVO DA PARÓQUIA
“Ao invés de entregarmos a tradicional cesta básica, entregaremos o valor da cesta básica através de um cartão para que possamos ter mais transparência (sic!)”.
Quem ouviu a justificativa com o teor acima entre ampas na citação do vereador Álvaro Joinha (PP) sobre a moção para criar o cartão comida na mesa às pessoas em vulnerabilidade social, tem a impressão que são os próprios vereadores que irão implementar o referido cartão para ajudar os pobres. “Ao invés de entregarmos cesta básica, entregaremos o valor o valor através de um cartão”.
MAS…
Foi força de hábito na fala o destaque de iremos fazer isso ou aquilo. Isso porque, na verdade, a sugestão (e a ideia é apenas sugestiva) é para que o sistema do cartão comida na mesa seja implementado pela prefeitura. Até que não é ruim, mas precisaria ser restritito à aquisição de determinados itens para que não passe a comprar coisas que estão fora da cesta básica.
INCLUSIVE
Uma ideia dessas jamais pode partir da Câmara de Vereadores em forma de projeto de lei (e não ocorreu isso). É que o poder de legislar dos integrantes do legislativo é limitado. Não pode estabelecer nenhuma atribuição ao Executivo que importe em gasto. Daí que fica a sugestão somente em forma de moção, na emoção de falar sobre o tema alimentação.


