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Mobilidade: Obra de R$ 1,8 milhão

CONCLUÍDA A NOVA PAVIMENTAÇÃO DE TRECHO DA AVENIDA PRESIDENTE VARGAS, INCLUINDO A IMPLANTAÇÃO DE MAIS UMA FAIXA DE TRÂNSITO

Tem dedo do tino de engenharia do Coronel Cleber Machado essa obra na chegada ao bairro Coral, via Penha. Trata-se da nova camada asfáltica no trecho entre o viaduto e a Camões, na Avenida Presidente Vargas. A providência custou R$ 1,8 milhão e incluiu a implantação de mais uma faixa de trânsito na chegada ao semáforo do cruzamento com a Camões. E o secretário detalha a intervenção:

“Era um trecho que exigia manutenção constante. Com este recapeamento completo conseguimos resolver definitivamente o problema estrutural do pavimento e entregar uma via muito mais segura e confortável para motoristas e pedestres”.

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João Rodrigues: ‘A volta do que não foi’

PREFEITO REAFIRMA A CONDIÇÃO DE PRÉ-CANDIDATO A GOVERNADOR E PSD INICIARÁ EXPULSÃO DE TOPÁZIO

Em menos de 24 o PSD causou um turbilhão no cenário eleitoral catarinense, mas tudo voltou a ser do jeito que era antes. Lógico que há alguns arranhões no caminho, mas nada que o tempo e os votos não resolvam. Em coletiva chamada às pressas na manhã de sexta-feira, 13, João Rodrigues informou que nada mudou: segue pré-candidato a governador pelo PSD. E o ato de renúncia ao cargo de prefeito está mantida para a sede de uma igreja no dia 21 de março em Chapecó.

O registro acima foi distribuído por conta do evento programado pelo PSD para a renúncia de João Rodrigues à prefeitura de Chapecó. Houve cenário da desistência dele, mas João reafirmou a condição de pré-candidato ao governo.

EXPULSÃO DE TOPÁZIO

O boi de piranha da crise é o prefeito Topázio Neto de Florianópolis. Ele tem feito aceno de apoio à reeleição do governador Jorginho Mello e João Rodrigues havia condicionado a candidatura a governador à saída de Topázio do PSD no estilo “ele ou eu”. Como não houve ressonância do comportamento, o presidente do PSD, Eron Giordani informou que haverá procedimento para expulsar Topázio das fileiras do PSD. O partido perder um prefeito de Capital é algo que chama a atenção, mas se constitui uma saída honrosa para que João Rodrigues tire da cabeça desembarcar do projeto e tudo seguir como dantes.

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Pós-JR: Todo mundo com Raimundo?

O PSD MASTIGA A NEGACIADA DE JOÃO RODRIGUES E MIRA OUTROS RUMOS. UMA HIPÓTESE POUCO PROVÁVEL PASSA POR LAGES

Ao falar sobre a enfarada de João Rodrigues ao projeto de concorrer ao governo, o cacique do PSD, Jorge Bornhausen, embora tenha um filho (Paulinho) na equipe do atual governador, deu a senha de que a sigla não deverá colocar o CNPJ na coligação com Jorginho. Significa que lideranças do PSD podem estar com o projeto de reeleição – caso de Topazio, o flex -, mas alguma coisa de âmbito nacional, via Kassab, deve estar reservando algo à sigla em SC. A senha foi a fala do Kaiser, ressuscitando um atrito entre Jorginho e Salvaro, em Criciúma. Bornhausen lembrou que o único governador que usou força policial contra adversários. “O atual governador, Jorginho, com o Clésio (Salvaro), que acabou sendo injustamente preso”. Ele não faria essa referência para depois apontar algo no estilo “eu falei aquilo, mas estamos juntos”.

Bornhausen, lá nas eleições de 2024, no Calçadão de Lages exercitando o pedido de votos, inclusive com o saudoso Marião por perto

RUMOS DO PSD

“O Raimundo tem votos, mas não tem coragem”. A frase ouvi de um colega de PSD do próprio ex-governador Colombo sobre a hipótese do lageano encarar o desafio de disputar o governo. Houve ensaios para colocá-lo em projetos, inclusive filiado ao MDB, mas Colombo optou pela discrição, sem qualquer palavra sobre o que queria ou pretendia. Daí que, embora não esteja fora da curva o nome dele para ‘salvar o PSD’ figurando na majoritária, é pouco provável que venha para o jogo na majoritária. Talvez se Bornhausen pedir e Kassab insistir… Kassab, quem sabe!

O PSD repensa seus caminhos neste março de 2026 e Bornhausen retorna ao protagonismo orientando os rumos da sigla, sendo um deles, embora de pouca probabilidade, de recolocar Colombo em um cenário de disputa.

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João Rodrigues e a ‘surpresa zero’

PREFEITO DE CHAPECÓ ENSAIOU CANDIDATURA, MAS NUNCA CONSEGUIU MUSCULATURA PARA DISPUTAR O GOVERNO

Desde a troca de mensagens no grupo de whats do PSD até o sepultamento do projeto de João Rodrigues de disputar a eleição ao governo pela sigla, sucederam-se interpretações, frases e análises. Uma delas aponta ‘surpresa zero’ para o esperneio do prefeito de Chapecó para provocar a ruptura e se recolher da disputa. Ele visualizada o PSD muito mais jorgista que aderista ao seu projeto. Restava-lhe alternativa no começo de uma vaga ao Senado e até a vice, na coligação com o atual governador, mas João insistiu no projeto, fecharam-se as vagas e agora resta o melindroso caminho do recolhimento.

RECOLHIMENTO EM DEFINITIVO?

Lá pela metade da manhã da sexta-feira, 13, João Rodrigues deve anunciar seu rumo. Tem várias alternativas, mas nenhuma com a fortidão que achava que tinha. Uma delas é se recolher de qualquer disputa e tocar o mandato em Chapecó, onde foi eleito com mais de 80% dos votos. A outra é ficar no PSD, renunciar e disputar uma vaga à Câmara Federal. Ronda-lhe ainda a hipótese de deixar o PSD e se abrigar em outra sigla para mirar alguma disputa. De qualquer forma, como um cavalo manco nas carreiras do Rincão da Raia, João Rodrigues está fora do páreo.

A MÃO QUE AFAGA TAMBÉM APAGA

Jorge Bornhausen, o líder de honra desde o PFL até o PSD esteve com João Rodrigues na caminhada de buscar o governo. Mas diante dos esperneios rodriguistas de esbravejar que só concorreria se Topázio Neto, o total flex prefeito de Floripa, deixasse o PSD (por causa do alinhamento com Jorginho), o próprio Kaiser decretou: João está fora da disputa, não é mais o candidato do PSD. É como se no retrato abaixo, Bornhausen aconselhasse…

– Tenha cautela, João! Você é muito explosivo. Não tome decisões sobre as quais você não pode voltar atrás!

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Marcius: ‘Obra inclui Avenida Brasil’

PROVIDÊNCIA PARA DARÁ FIM A ALAGAMENTOS COM INTERVENÇÕES EM DUAS VIAS NO BAIRRO SÃO CRISTÓVÃO

“Eu questionei quando que iria ser feita a intervenção na Avenida Brasil porque destinamos R$ 5 milhões para aquele conjunto de obras. Chegamos a pensar que seria feito primeiro o trabalho na rua Brasília e depois na Avenida Brasil. Mas houve um erro no edital de licitação e está sendo corrigido”.

A informação é do deputado Marcius Machado que, de fato, aportou os valores, via emenda parlamentar, para dar fim aos alagamentos na Avenida Brasil e o procedimento licitatório não havia incluido a via nas providências.

CORREÇÃO DA LICITAÇÃO

Porque é correto os esclarecimentos dentro do próprio processo licitatório, a prefeitura publicou isso no Diário Oficial citando que a Concorrência Eletrônica 57/2025 (talvez queiram ter escrito 2026) se refere à “Avenida Brasil – Trecho I e Rua Brasília – Trecho I”.

O valor é dos R$ 5 milhões e a obra contempla nova terraplanagem, drenagem e pavimentação em lajota (Avenida Brasil) e asfalto (Rua Brasília).

Obra dará fim ao aguaceiro que se forma nesse ponto da Avenida Brasil

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Lucas Neves: A matemática eleitoral

TROCA DO PODEMOS PELO REPUBLICANOS É ESTRATÉGIA PARA BUSCAR REELEIÇÃO NA ALESC

Até a primeira sexta-feira de abril, dia 3, Lucas Neves estará de endereço partidário novo. Ele migra do Podemos para o Republicanos aproveitando a janela que se abriu e que permite a troca de sigla sem incorrer em infidelidade partidária. Mas não se trata de uma troca oportunista ou simplesmente para acompanhar Carmen Zanotto em uma nova agremiação partidária. Lucas fez as contas e vê no Republicanos uma viabilidade maior no projeto de reeleição.

NÚMEROS DE 2022

Na eleição passadas o parlamentar lageano somou apenas 23.053 votos. Elegeu-se por média, sendo o último entre os 40 eleitos. A boa votação de Paulinha e Camilo Martins e o bom desempenho de outros suplentes do Podemos ajudaram somar na legenda e o colocar na lista dos eleitos. Inclusive, se estivesse em qualquer outro partido, com essa votação obtida, não chegaria. Ou seja, o Podemos foi importante. Para se ter ideia, oito candidatos fizeram mais votos que ele e não se elegeram. Destaque para Acélio Casagrande que somou quase 40 mil votos, mas a legenda do PSDB lhe foi ingrata.

DAÍ QUE…

Sem Paulinha na disputa neste ano (ela concorrerá a Federal) e com uma nominata mais acanhada, o Podemos se torna um caminho não impossível, mas temerário. Diferente do Republicanos que está sob o guarda-chuva do governador Jorginho, em um processo de fortalecimento grande. Ademais, o próprio Lucas tem trabalhado para ampliar a votação. Quer dobrar os 23.053 votos conquistados. Assim, rompendo a barreira dos 40.000 votos, a hipótese de mais um mandato é bastante provável. E o caminho passa pelo Republicanos, apesar da simpatia com o Podemos.

Para se ter ideia do quanto a regra eleitoral foi favorável a Lucas Neves na eleição de 2022, Ana Campagnolo (acima e ao seu lado) somou 196.571 votos, sendo a mais votada. Ela obteve 8,5 vezes mais votos que Lucas nas urnas. A segunda colocada, Luciane Carminatti (PT), totalizou quatro vezes mais votos que ele. Daí a ideia de não correr riscos e trabalhar em um planejamento que permita somar mais votos nesta eleição!

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