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Projeto com DNA de Marcius Machado

Deputado lageano comemora a conclusão do trâmite e aprovação de um projeto que corrige situação para quem desejava ingressar nas fileiras da briosa, mas havia a altura como limitador. O projeto detalhado abaixo, depende apenas da sanção do governador Carlos Moisés que aparece no registro acima numa prosa com Marcius Machado.

De acordo com o parlamentar, outra cruzada está sendo a alteração da idade limite para ingressar na Polícia Militar. Esse projeto continua tramitando nas comissões da Alesc

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LagesPrevi: Pecadinhos encontrados na CPI

Sem retirar o mérito do trabalho da CPI do LagesPrevi, observa-se que o relatório não acrescenta em cima daquilo que já se sabia. Apontou-se no não recolhimento de contribuição durante seis meses no ano de 2012 no então governo Renatinho, a entrada de pessoas como inativos quando da criação do instituto sem que tivessem contribuído para isso e a redução do repasse da prefeitura de 22% para 18% nos tempos de Elizeu. Tudo como fator que ajudou a causar esse rombo mensal de R$ 2 milhões.

INATIVO FANTASMA

Há equívoco de setores de imprensa ao se citar que o episódio do servidor que ‘fabricava’ uma aposentadoria fictícia da qual recebia totalizado à época R$ 227.127,04 teria ocorrido na gestão de Renatinho. É forçada a informação, visto que o referido episódio foi descoberto em junho de 1997 quando se abriu a sindicância para apurar a irregularidade. E em outubro daquele mesmo ano, quando Décio Ribeiro era prefeito, o servidor foi demitido pela irregularidade.

MEIO JOGADO

Há conteúdos meio jogados que não esclarecem o teor referido. Por exemplo: “Como foi uma decisão do município, na gestão do ex-prefeito Elizeu Matos, de no passado optar por este modelo previdenciário, não resta nenhuma dúvida que o próprio município é o responsável pelas insuficiências atuais e futuras do FUNDO FINANCEIRO”. O modelo previdenciário foi optado lá na década de 1990. O que ocorreu na gestão anterior foi a segregação que, salvo melhor juízo, nem era opcional.

CPI NÃO APONTA SOLUÇÕES

Relatório termina fazendo referências ao cálculo atuarial que aponta equilíbrio das contas do LagesPrevi somente em 2071. Porém, há medidas que poderiam alterar isso e que a própria CPI deveria sugerir. Vejamos:

MAIS CONTRIBUINTES

Atualmente menos de 2.200 contribuintes custeiam 1.100 inativos. A prefeitura possui 5 mil servidores, sendo quase 2 mil contratados por processo seletivo. Um concurso efetivando parte desses contratados que contribuiriam ao LagesPrevi e não INSS, aumentaria a arrecadação. Mais 1.000 contribuintes já daria um fôlego, sem alterar o gasto com folha do Paço.

REFORMA PREVIDENCIÁRIA

Mudança de regras para acesso a aposentadorias e pensões, aos moldes do que está sendo criado no Brasil. Idade de 65 anos a homens e 62 às mulheres. Teto do INSS para aposentadorias e não mais valores de até R$ 17 mil pagos atualmente. Pedágio para aposentadoria,aumento da alíquota de contribuição, enfim, estender aqui (e acredito que isso acontecerá) as regras nacionais.

ENFIM

É possível e preciso traçar alternativas para reduzir o déficit e garantir as aposentadorias e pensões. Pensávamos que haveria um avanço em termos de sugestões nessa linha pela CPI, até para que esses R$ 2 milhões mensais que a prefeitura gasta – a mais! – todo mês, seja amortizado, reduzindo-se, até para sobrar tais recursos para investir nas áreas afins.

A gente respeita os construtores do relatório final da CPI do LagesPrevi porque houve dedicação e intenção de apresentar um trabalho conclusivo interessante, mas não há ali fatos novos ou sugestões que norteiem solução para o déficit previdenciário. E é esse déficit superior a R$ 2 milhões a razão de ter realizado a CPI.

Penso!

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Fim de uma era e começo de outra na Saúde

Conforme o anunciado e previsto, esta sexta-feira, 19 de julho, será o último dia útil de funcionamento do Pronto Atendimento Tito Bianchini. Já com faixas nas portas informando o novo local de atendimento a partir de sábado, após a inauguração, o ‘pronto socorro’ de Lages estará em novo endereço!

O novo espaço para atendimento de urgência e emergência de Lages é este na Avenida Brasil, atrás da rodoviária

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Novo espaço ao Hospital de Olhos da Serra

Colega cujo pai fora tratado pelo médico oncologista Marcelo Ceron destacou a excelência e o humanismo no atendimento. Recebeu a recomendação de Florianópolis para que recorresse ao especialista de Lages. Situação da vida real que fazemos referência para observar o que se visualiza na cidade: o investimento em tecnologia e conhecimento para atender bem na área da saúde em Lages.

É ASSIM

Profissionais da área médica de diversas especialidades em consultórios, laboratórios, clínicas, enfim, onde atuam não poupam recursos para aquisição de equipamentos, além da dedicação na busca de conhecimento para ofertar em Lages aquilo que antes se encontraria somente em outros centros. Temos referências em praticamente todas as especialidades.

OUTRO EXEMPLO

Percorrendo a Avenida Carahá, na esquina com a Rua Frei Gabriel, visualiza-se retoques finais na nova sede do Hospital de Olhos da Serra. Médicos oftalmologistas Alexandre Dallabrida, Ederson Schweitzer, José Luiz Branco Ramos (filho do saudoso Doutor Airton), também os médicos Léo Muller Neto e Rafael Hissé Gomes e mais as médicas Alessandra Rosa Pagliosa e Mônica Dallabrida, todos integram o corpo clínico desse hospital que já é referência, funcionando no Shopping Gemini e terá ainda mais estrutura e espaço para atender nesse novo endereço.

Como dissemos, ainda há retoques nas obras complementares que disponibilizará essa estrutura referência em oftalmologia especializada para Lages. De consultas de rotina àqueles atendimentos urgentes, exames e cirurgias, tudo poderá ser feito nesse espaço cuja modernidade já se visualiza na própria estrutura construída

O post é informativo e não publicitário!

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Geral

Uniplac: Sobre comemoração e gratidão

Embora convidado, as correrias impediram que acompanhasse a solenidade e as homenagens que marcaram os 60 anos da Uniplac. Evento reverenciou as primeiras turmas, primeiros docentes, criando um clima emotivo que sensibilizou a todos no Marajoara. Quando se fecha seis décadas de atuação tal marco é significativo para homenagear quem ajudou construir (e até reconstruir) a história da universidade. Mas é nesse ponto que alguns dos presentes estranharam o que conceituam como certa ingratidão.

DO QUE ESTAMOS FALANDO

Relatamos a partir do que ouvimos daqueles que testemunharam as homenagens, sem retirar o mérito da iniciativa e da grandiosidade do acontecimento. Prefeito Ceron até discursou. Mas ao longo das 2 horas do evento, não teria ocorrido uma única referência de agradecimento à Prefeitura de Lages. Dispensa comentários o significado do poder público municipal na história e no histórico da Uniplac.

EXEMPLO NESSE SENTIDO

Quando capengava e precisou até de intervenção, operada pelo então prefeito Renatinho, a Uniplac foi socorrida pela Prefeitura. Lá aportou Walter Manfrói (o diabo loiro para alguns e salvador da pátria uniplaquiana para outros). Foi ele, por articulação da prefeitura, que trouxe a Uniplac de volta ao jogo, cortando gastos, parcelando e pagando débitos. No ato dos 60 anos Manfrói apareceu como representante da Amures e só isso. Sobre o papel da prefeitura naquele momento doloroso e em outros, nada.

Prefeito Ceron até discursou, mas nada de reconhecimento ao papel da Prefeitura de Lages nos feitos da Uniplac

LEMBRANÇA DE LIDERANÇAS

Para a liberação do IR que deu fôlego à Uniplac, precisando de articulação no DF, desde os primórdios atuou o então Senador Raimundo Colombo. Depois se tornou governador e aportou na instituição em seu governo pelo menos R$ 15 milhões, incluindo obras e convênios com o Midilages. Nos 60 anos comemorados no ato foi como se Colombo não tivesse existido. E não só ele!

POSTURA GIGANTE

Não há como deixar de reconhecer o papel da Uniplac na história de Lages e da Serra. Mas em respeito aos que ajudaram nos momentos bons e ruins, quando se propõe a uma homenagem, ignorar pessoas e instituições, passa a impressão de ingratidão. É como se a nova geração de gestores entendesse que aquilo que existe é fruto do que estão fazendo agora, dando as costas ao que se construiu (e se enfrentou) para chegar até aqui. E para quem quer ser gigante, carece de ter postura de gigante!

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Serra SC

C. Pinto: Vereadores criam vale de R$ 475,00

Abertura do saco de bondades na Câmara de Floripa com aprovação de vale alimentação à toque de caixa (26 segundos) escandalizou o Estado. Foi uma manobra tão negativa e de tamanha repercussão que na mesma semana os vereadores reverteram e tornaram a medida sem efeito. Mas no interior do Estado também há medidas semelhantes e que chegam a causar até mais estranheza.

CORREIA PINTO, NA SERRA

Colega Jatir Fernandes repercute em seu Notícia No Ato aquilo que vem dando o que falar em Correia Pinto. Adotando o estilo bem devereda, vereadores aprovaram faz um mês o vale alimentação para servidores efetivos, comissionados e (sic!) contratados. O valor fixado é de R$ 475,00.

DIFERENÇAS NA CÂMARA

Inevitavelmente houve comparação. O servidor da prefeitura recebe R$ 200,00 por mês através de um cartão que somente pode ser utilizado para gasto com alimentação. E esse servidor trabalha dois turnos. Já na Câmara, o trabalho é em turno único e o benefício vem em dinheiro na folha.

Não há informação se os vereadores de Correia Pinto também receberão o ‘vale’. Mas a interpretação dada é que o benefício, pago em pecúnia, constituiu-se um aumento indireto na folha

CÂMARA ESCLARECE

Os vereadores não ‘criaram’ o benefício de R$ 475,00. Eles apenas atualizaram o valor com mais R$ 50,00 em relação ao ano passado. O vale alimentação é pago pela Câmara de Correia Pinto desde 2011, mas isso era disciplinado por decreto. Agora por lei, atendendo exigência do TCE/SC. Presidente da Câmara, Baetriz Mesquita (MDB) também lamenta que os servidores municipais (prefeitura) recebam apenas R$ 200,00 de vale alimentação (valor que não é atualizado faz 3 anos) e entende que esses também mereceriam receber mais.

Vereadora Beatriz Mesquita, a Bia, esclarecendo a questão da aprovação da lei sobre o vale alimentação a servidores da Câmara de Correia Pinto

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Economia

Câmara: ‘Que ironia se eu disser que já sabia’

Como a página antecipou – e em momento algum boicotou, ao contrário do chororô do vereador Lucas Neves – a audiência pública para discutir os preços dos combustíveis em Lages não deu em nada. Não deu por uma razão simples: O debate não prospera porque há liberdade dos donos de postos para fixar preços.

MP AUSENTE

Ministério Público não esteve representado no debate pela lógica da atuação diante de crimes e ilegalidades. Promotor de Justiça ir a uma discussão debater preço não parece sensato.

POSTEIROS

Dono de posto não compareceu. Mas ir a  um debate desses fazer o quê? Se houve denúncia no MP por suspeita de cartel e isso não se caracterizou, porque preços idênticos não significam, salvo prova material, que é crime por combinação prévia, ajuste antecipado, o empresário não tem porque respaldar a postura de desconfiança.

SEM CONVERSA

Indagamos um dono de posto se iria na audiência. Respondeu que não. Perguntamos sobre os outros posteiros. “Não sei. A gente não se conversa sobre assunto nenhum. Nem relação de amizade temos cultivado, como fazíamos antes. Daqui a pouco alguém pode pensar que estamos conversando para combinar preço”.

Os entes representados a partícipe de uma audiência pública realizada no legislativo

 

PROCON DE LAGES: JÚLIO BORBA

DENUNCIA OU COMETE CRIME?

Colega Olivete Salmória escreve em sua página que “coordenador do Procon, Júlio Borba, destacou durante a audiência pública, que 66% dos postos do município praticam praticamente o mesmo preço, o que caracteriza cartel“.

TAL CONCLUSÃO É GRAVE

De duas uma, e como advogado Júlio Borba sabe disso: Ele está denunciando o crime de prática de cartel, caracterizado pelo ajuste prévio de preços. E por isso tem prova material que confirma isso. Ou está cometendo um crime ao acusar todo um setor de praticar um crime sem ter provas. Nesse caso o crime é de Borba.

ASSIM E PORTANTO

Não gostamos de pagar em média R$ 0,50 a mais no litro da gasolina em Lages numa comparação do preço praticado no litoral (e até ali em Bom Retiro também). O consumidor tem suas razões de reclamar e discordar. O caminho que os vereadores deveriam adotar é abrir planilhas de custos em Lages e Florianópolis, entender a realidade e ajudar esclarecer.

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