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Expointer: Touro de ‘tonelada e meia’

MAIOR EVENTO DA PECUÁRIA DA AMÉRICA DO SUL EM ESTEIO/RS TEM COMO DESTAQUE UM TOURO BRAHMAN DE 1.430 KG

Batendo recordes de público e de animais inscritos (6.600), está acontecendo no Parque Assis Brasil em Esteio (Grande POA) a Expointer 2025. E um dos destaques do primeiro final de semana é um animal oriundo da cidade de Içara. Trata-se do touro da raça Brahman que atingiu incríveis 1.430 quilos. Para se ter ideia, um reprodutor da raça Limonsin somou 1.290 quilos e ficou em segundo lugar, evidenciando o porte do animal da cabanha Talismã, pertencente à família Viana.

Nos registros ele aparece com o nome de Falcão, mas na cabanha o chamam de Hércules pela musculatura e tamanho. No registro, o touro catarinense sendo pesado na Expointer…

Edinaldo Borges, o cuidador de Falcão, desfilando com o animal depois da pesagem na Expointer.

Fotos: Dado Nogueira – Secom/RS

ONDE HÁ, A CLUBE ESTÁ

A partir da quinta-feira, 04, o colega Eder Goulart (Clube FM) estará em Esteio acompanhando e informando sobre a Expointer aos ouvintes da emissora. Por ser o maior evento a céu aberto da América Latina, a Expointer desperta interesse do público pelas novidades, inovações e por provas diversas, inclusive com a participação de lageanos e serranos de Santa Catarina.

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Voos: A responsabilidade da Acil

Maior entidade empresarial da Serra Catarinense concentrou a movimentação (e a pressão) para que a região não ficasse isolada em relação ao restante do País, quando o assunto é transporte aéreo. O presidente da Acil, Antonio Wiggers, liderou a mobilização com o apoio da diretoria, especialmente o empresário Anderson de Souza, vice-presidente da área de Infraestrutura da entidade.

Geraldo Velasquez da empresa Aeroplanum confirmando voo a partir de Lages até Florianópolis na reunião com Wiggers e Anderson de Souza e demais integrantes da diretoria da Acil

E…

A cruzada foi exitosa. Tanto que, além das operações da Gol, uma empresa de voos regionais irá interligar a Serra ao litoral, com um voo três vezes por semana. É preciso, diante disso, que a mesma mobilização para o retorno de operações, dê-se também para a ocupação de espaços. Nenhum empresa opera por favor. Precisa faturar para se pagar e dar lucro. As cabeças pensantes da Acil precisam atuar também liderando esse chamamento de usuários para os voos para São Paulo e Florianópolis, a partir do Aeroporto de Correia Pinto.

SOBRE OS VOOS DA AEROPLANUM

 Segundo Geraldo Velasquez, o projeto de operação da Aeroplanum se destaca pelas tarifas competitivas, transparência e previsibilidade de custos. E enfatizou que os voos serão mantidos mesmo em cenários de baixa ocupação, garantindo confiabilidade e regularidade ao serviço. Aos empresários da Acil foram divulgados os programas corporativos por assinatura da empresa. Eles oferecem vantagens como tarifa fixa, remarcação e cancelamento sem custo, bagagem inclusa, atendimento exclusivo e até 90 dias de prazo para utilização das passagens. O objetivo é facilitar o deslocamento de empresários e fomentar novas oportunidades de negócios e turismo na Serra Catarinense.

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Lages: O vice que era para ter sido

Ninguém tem bola de cristal para prever os acontecimentos, do contrário, algumas amarguras seriam evitadas. Isso vale para a nossa vida em geral e para as decisões tomadas na política que, mais tarde, mostram-se que não foram as ideais. Exemplo disso foi a definição dos personagens que integram a atual gestão de Lages.

E FOI ASSIM…

Salvo melhor juízo, Jair Júnior não era a primeira opção para ser o candidato a vice-prefeito na chapa vencedora em 2024. Um dos nomes queridos para a dobradinha era Juliano Chiodelli. Mas esse optou por priorizar questões familiares, declinando do projeto a vice. Se tivesse disputado o cargo, Jair Júnior teria concorrido à reeleição para a Câmara de Vereadores, sendo um dos mais votados. E assim, não teria chegado ao Executivo a crise posta neste ano.

– Será que eu seria um bom vice mesmo?

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Lideranças batem à porta do STF

DESAFIO É SENSIBILIZAR JULGADORES SOBRE RISCOS À ECONOMIA CATARINENSE EM RELAÇÃO À INTERPRETAÇÃO SOBRE CAMPOS DE ALTITUDE

“Levei ao Ministro André Mendonça a realidade que muitos em Brasília não conhecem: se não houver equilíbrio, o nosso Estado corre o risco de sofrer um colapso econômico e socialem regiões inteiras. Queremos proteger o Meio Ambiente, mas sem destruir a dignidade de quem vive da terra”. Palavras do deputado Zé Trovão (PL) que fez uma visita ao referido Ministro do STF pedindo sensibilidade na análise da ADIN que vai tratar do reconhecimento ou não do Código Ambiental Catarinense em relação aos campos de altitude.

AMICUS CURIAE

O próprio parlamentar lembrou que, pela importância do tema, prefeituras de cidades como Bocaina do Sul, Anita Garibaldi, Cerro Negro, Rio Rufino, Palmeira, Capão Alto, entre outros, passaram a integrar a ação no STF como amicus curiae (termo em latim que significa algo como terceiro interessado). Também a Fiesc integra a referida ação para tentar sensibilizar os integrantes do Supremo sobre a situação que está em análise na ADIN 7811.

Deputado Zé Trovão com o Ministro Mendonça e uma demanda que interessa à Serra Catarinense e a todo Estado

PARA ENTENDERMOS O TEMA

A limininar concedida pelo Ministro Gilmar Mendes suspendeu o andamento de todas as ações que tramitam na Justiça Federal sobre a interpretação da legislação em relação aos campos de altitude. Essa suspensão ocorre até o julgamento da ADIN 7811. Essa irá definir se vale a norma catarinense que considera campos de altitude áreas a partir de 1.500 metros em relação ao nível do mar ou se prevalece a interpretação da legislação federal que, na maior parte dos casos, parte do princípio que a altitude a ser considerada é a partir de 500 metros. Não há data para o tema entrar na pauta do STF.

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‘Dias atrás’: Dos retratos de Lages

REGISTROS RETRATAM TEMPOS IDOS E DESPERTAM NOSTALGIA AOS QUE VIVERAM E VIVEM NA LAGES DE 172 MIL HABITANTES

Quando o IBGE atualiza os dados e aponta uma Lages com 172.458 viventes aqui, registros de tempos idos fazem um contraste das transformações.

Jornalista Reginaldo Heine, que está nas lidas do Paço, compartilha, por curiosidade, o registro acima. É Lages de 88 anos atrás: 1937. É uma imagem de antes dos ‘arranha-céus’ com destaque à Catedral (fazia 15 anos que havia sido inaugurada) e o Colégio Rosa que já contava com mais de duas décadas de existência.

Em reforma da estrutura atual, essa é a Igreja do Rosário nos idos de 1942 na Avenida Camões.

Esse registro é do saudoso All Neto, referência na exteriorização do nome de Lages para o Brasil e o mundo. Salvo melhor identificação, é ele recepcionando os Irmãos Betussi em sua propriedade na saída para a Coxilha Rica (via Morrinhos)

Avenida Duque de Caxias, com seus banhados à direita, onde atualmente é o bairro Frei Rogério. Esse registro é do começo da década de 1970 considerando como referência o Edifício Centenário que já aparece imponente no Centro.

Essa imagem é de 2010 e apresenta a interligação entre a BR-282 e o Centro de Lages, através da Avenida Duque de Caxias. A referida via ainda não era ‘revitalizada’ e uma rótula substituía aquilo que é um viaduto no cruzamento da avenida com a rodovia federal.

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Javali: Lei nacional para controle

SC TEM NORMA ESTADUAL (DE AUTORIA DE LUCAS NEVES) E A INTENÇÃO DO DEPUTADO ALCEU MOREIRA (RS) É UMA NORMA VÁLIDA PARA TODO O PAÍS

Porque a questão da ameaça da proliferação do javali – animal exótico cujo abate é permitido – não se limita a Santa Catarina, na audiência realizada na Câmara Federal neste final de agosto, o assunto foi ampliado. Estados como Goiás, Paraná, São Paulo e Mato Grosso também enfrentam adversidades decorrentes do aumento da população de tais animais. E no Rio Grande do Sul o problema é tão gritante e preocupante quanto aqui em Santa Catarina.

LEI NACIONAL

Diante dessa realidade preocupante, o deputado Alceu Moreira (MDB-RS) é o autor do projeto do lei 4.253/2025. A norma quer reduzir burocracia para ampliar o controle. Moreira, inclusive criticou a postura do Ibama. “Os senhores se dão o direito de proibir por proibir, multar por multar. Queremos que estados e municípios, que conhecem sua realidade, tenham autonomia. Além disso, é preciso permitir o aproveitamento da carne, desde que com inspeção.”

O QUE PREVÊ O PL 4.253/2025

Competência descentralizada: Transfere a Estados e Municípios a responsabilidade pelo controle populacional do javali.

Autorização para caça: Permite o abate por controladores credenciados, reduzindo a dependência exclusiva de autorizações do Ibama.

Aproveitamento da carne: Autoriza a utilização da carne e de subprodutos, desde que submetidos a inspeção sanitária.

Enfoque sanitário: Reconhece riscos à pecuária, sobretudo à suinocultura e à exportação de proteína animal.

Flexibilidade regional: Estados e Municípios podem adaptar regras conforme as características locais.

Simplificação de regras: Busca reduzir burocracia e prazos para emissão de licenças.

A informação acima e o registro, inclusive com a participação do deputado lageano Lucas Neves (Podemos) na audiência integra publicação do Boletim Estadão Agro. A iniciativa da discussão foi dos deputados Pezenti (MDB) e Zé Trovão (PL). Para ampliar a leitura sobre o tema recomendamos este link.

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