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45 anos no rádio de Lages

ROBSON MELEGARI E UMA HISTÓRIA DE MAIS DE QUATRO DÉCADAS NOS BASTIDORES E NO MICROFONE EM LAGES

Ele já deve ter feito de tudo na radiodifusão de Lages. De operador de som a programador musical. De locutor a gerente, responsável pela área comercial e, acima de tudo, apaixonado pela lida. Trata-se de Robson Melegari do qual lembro desde os tempos da Rádio Difusora lá nos altos do Edifício Rui Zapelini na Avenida Camões.

ANTES DA 101 FM

Mas não foi nas empresas dos Baggio que Robson Melegari iniciou a caminhada. O registro abaixo da CTPS dele assinada aponta onde tudo começoiu. Atualmente Melegari cuida da parte comercial da Rádio 101 FM dirigida pelo empresário Paulo Baggio. Às vezes incursiona como promoter trazendo atrações para o público lageano ou promovendo umas boates com músicas dos tempos que existiam músicas boas. Mas o que mais motiva o vivente de 45 anos de atuação é a paixão pelo rádio.

A lataria mudou um pouco na trajetória de 45 anos, mas Robson Melegari segue fazendo o que gosta e tendo a simpatia de muita gente. É um querido!

Temos outros registro da caminhada de Robson Melegari, como aqui ao lado do gigante Kleber Júnior (o feinho do meio rsrsrsr), o saudoso Cristóvão Câmara e as meninas dos tempos de 101 FM

Aqui em outro registro dos tempos idos, sempre misturado com os colegas de lida na 101 FM e na antiga Difusora

Aqui aquele retrato que todos nós das lidas de rádio gostamos de fazer ao lado da referência das referências, Maneca

Aqui onde tudo começou nos tempos idos da sempre lembrada Rádio Cacimba FM (que atualmente é a Band FM em Lages) com a assinatura confirmando o início da caminhada lá em 1980

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Fernanda Torres não é mais interina

PREFEITA NOMEOU A SERVIDORA EFETIVA PARA RESPONDER EM CARÁTER PERMANENTE PELA ADMINISTRAÇÃO

No caso pela Secretaria de Administração, estrutura surgida do desmembramento da Secretaria da Fazenda. A prefeita havia alçado Fernanda Cristina Torres para responder interinamente pela função de secretária da Administração. Mas no primeiro dia de abril alterou esse encaminhamento, exonerando-a da condição de interina e a nomeando titular da pasta. Quem a conhece garante que é uma escolha muito feliz da prefeita pelo tecnicismo e conhecimento da área onde atua.

O QUE TEMOS PENDENTE

A Secretaria de Assistência Social segue com secretária interina, assim como falta definir a titularidade na Fundação Cultural de Lages. A Diretran ainda tem pendência de nomeação de seu titular e o Adjunto da Secretaria de Obras – que é para ser um militar do Exército – ainda não tem nome confirmado. Por falar em Obras, chama atenção nos bairros que toda a referência à estrutura, em termos de execução de ações recai sobre o diretor Pedro Figueiredo. Como tem lida mais nas frentes de obras, a população tem recorrido a ele (e não ao Coronel Cleber) para dar resolutividade às lidas.

Pedro Figueiredo dos tempos que era quase um piá quando vereador pelo PSD na Câmara, agora tem sido a referência para muita gente na busca de resolutividade de problemas a cargo da Secretaria de Obras

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Caso JJ: Sobrou para os assessores

PREFEITA CARMEN ZANOTTO EXONEROU OS DOIS ASSESSORES QUE ESTAVAM LOTADOS NO GABINETE DO VICE

Além de criar cerca instabilidade e um clima de desalento, o episódio que envolve o vice-prefeito Jair Júnior no âmbito de denúncias de violência contra mulher, repercute na vida daqueles que estavam ao seu lado. É o caso de dois assessores do gabinete de vice que cuidavam do expediente do local enquanto ele se revezava entre a função na Semasa e a atribuição para a qual foi eleito.

Parecendo peça do dia da mentira, os dois assessores do gabinete do vice foram desligados das respectivas funções no primeiro dia de abril em expediente assinado pela prefeita Carmen Zanotto e publicado no Diário Oficial.

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Caso JJ: Câmara afasta ‘barbeiragem’

NOTA CITA NÃO TER SIDO FEITO NADA ERRADO EM RELAÇÃO À ABERTURA DO PROCESSO DE IMPEACHMENT CONTRA O VICE-PREFEITO

Há mais de uma interpretação à postuta afobada da Câmara de Vereadores de Lages em proceder de imediato a abertura do processo de impeachment contra o vice-prefeito. A primeira, e em tese a mais provável, é que nenhum vereador quis trazer para si o desgaste de dar a impressão de estar protegendo Jair Júnior. Assim, houve o efeito manada pela concordância à abertura do procedimento, inclusive bem devereda.

OUTRA INTERPRETAÇÃO

Há quem visualize que mesmo os vereadores aliados a Jair Júnior (porque frequentam a mesma base de governo), sabendo que o processo nascia capenga, trataram de votar favorável, porque sabiam que o vice se livraria ao judicializar o tema. E há ainda quem veja que a Mesa Diretora da Câmara tratou de dar desdobramento aos pedidos a toque de caixa até para que o vice conseguisse combater o afobamento no viés jurídico.

Acima (no item 01) os argumentos da defesa do vice combatendo o procedimento na Câmara

SOBRE ESSA TERCEIRA HIPÓTESE

A Câmara de Vereadores, pelo comando do presidente Batalha, colega de partido de Jair Júnior, tratou de afastar a hipótese de que tenha ocorrido afobamento, sem atender os requisitos legais. Uma nota diz que:

“Seguindo os procedimentos legais, o plenário foi cientificado acerca dos protocolos e os autos foram encaminhados ao setor jurídico da Casa para análise. Após avaliação técnica, o parecer recomendou o arquivamento do pedido 001, por fragilidade jurídica, e a aceitação do pedido 002.

(…)

Com base no parecer jurídico, no dia 31 de março, o pedido 002 foi lido em plenário e submetido à votação, sendo aceito por unanimidade pelos 15 vereadores. Conforme determina o decreto-lei N° 201/1967, foi realizado o sorteio para formação da Comissão Processante, a qual ficou composta pelos vereadores Bruna Uncini, Elaine Moraes e Roberto Roque – Robertinho”.

SOBRE A LIMINAR QUE PAROU TUDO

A nota explicativa da Câmara de Vereadores aponta ser “importante destacar, que a decisão do magistrado da Vara da Fazenda Pública não apontou a existência de qualquer erro procedimental praticado pela Câmara, sendo a decisão baseada unicamente na interpretação do juiz sobre a possibilidade/impossibilidade de haver processo de impeachment contra vice-prefeito“.

PROCESSO ESTÁ PARADO

O presidente da Câmara, Maurício Batalha, que é a chamada AUTORIDADE COATORA em relação ao Mandado de Segurança foi notificado da liminar e, na sequência, ainda na quarta-feira, a comissão processante que já estava formada, reuniu-se e, em ata, parou os trabalhos:

“A Câmara de Vereadores de Lages reforça que todos os procedimentos adotados seguiram rigorosamente os trâmites legais, garantindo o respeito às normas e prerrogativas do Legislativo”.

ENTENDAMOS QUE…

A mácula em relação à abertura de processo contra o vice (sem esse ter assumido a titularidade do cargo) foi tão grande que o Juiz ao analisar o Mandado de Segurança, nem se ateve à questão da legalidade ou não dos atos da Câmara, embora o advogado de defesa tenha argumentado também isso para garantir a liminar. E conforme já havíamos observado, a comissão processante suspendeu os trabalhos e não deve retornar porque, juridicamente, não há como ter andamento, por ausência de previsão legal para processar e julgar vice-prefeito.

Presidente Batalha não quer que eventuais e possíveis desgastes ao colega de Podemos cheguem a ele. Por isso a cautela em dar resposta sobre a correção na abertura do procedimento de impeachment ‘cortando a própria carne’.

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Carmen: ‘O vice deveria se afastar’

PREFEITA VAI A PÚBLICO EXTERIORIZAR QUE QUER DISTÂNCIA DO SEU VICE E QUE NÃO PODE CORTAR SEU SALÁRIO

A avalanche de críticas e reprovações ao vice-prefeito Jair Júnior (Podemos) por causa do episódio de violência contra a mulher (que sua defesa se manifestou que restará provada a ausência de culpa dele), acaba colocando a prefeita Carmen Zanotto na ‘cena do possível crime’. Ela está sendo cobrada pelo fato de Jair Júnior não cumprir aquilo que declarou inicialmente de que iria ‘se afastar de suas funções na administração’ e de continuar recebendo normalmente, apesar de não dar expediente.

O QUE DIZ A PREFEITA

Diante da pressão e para evidenciar que está totalmente descolada do vice e tão pouco praticando qualquer gesto de apoio a Jair Júnior, Carmen Zanotto gravou um conteúdo cuidadoso onde deixou claro que:

“Eu não tenho o poder de desligar ou cortar o salário do vice-prefeito. O fiz na condição de presidente da Semasa e tomei essa decisão imediatamente após o conhecimento do ocorrido. A minha postura como mulher continua firme e forte: O vice-prefeito, na minha opinião, deveria se afastar do cargo até as investigações serem concluídas (…). E que este triste episódio não vai nos impedir de continuar trabalhando forme e forte para nossa gente”.

Carmen Zanotto quer, com a postura e posição, aparecer cada vez mais assim, sem a sombra do vice por perto na condução da gestão em Lages

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