SÃO 2.500 TONELADAS DE ASFALTO COLOCADAS EM PELO MENOS A METADE DOS BAIRROS DE LAGES DESDE O FINAL DE JANEIRO
Porque a Usina da Amures começou a produzir asfalto na metade da segunda quinzena de janeiro, o trabalho de recuperação de vias de Lages demorou um pouco para iniciar, em tendo a posse da nova gestão como referência. Mas os dados apresentados pela Secretaria de Obras na primeira semana de junho indicam um volume robusco de massa asfáltica disponibilizada para a recuperação das vias danificadas: 2.500 toneladas.
METADE DA CIDADE
“Seguramente já passamos por praticamente a metade dos bairros de Lages”, contabiliza o secretário de Obras, Cleber Machado Arruda. Em quantidade, o próprio secretário aponta:
“Distribuímos 2.500 toneladas de massa asfáltica na execução de serviços de tapa-buraco. A recuperação viária, com planejamento sustentável, segurança, e participação comunitária, é uma das prioridades apontadas na qual temos nos dedicado diariamente”.
Avenida Carahá, a primeira que foi ‘atacada’ com o trabalho de restauro do pavimento e o trabalho que se estendeu pela metade dos bairros de Lages. A outra metade espera a ação de recuperação com a brevidade que a estrutura pública o fizer.
QUAL O CUSTO DESSA AÇÃO?
Difícil precisar valor exato da colocação de 2.500 toneladas de asfalto nas vias da cidade, até porque são dois tipos de materiais (asfalto a frio em saco e usinado à quente da Usina do Cisama). Mas nesses quase cinco meses, em tal quantitativo de 2,5 mil toneladas, somente o material deve der custado próximo a R$ 2 milhões. A aplicação é feita pela própria equipe da Secretaria de Obras com maquinário do município, que torna o custo menor.
Se pegarmos o expediente da Câmara de Vereadores – acima o exemplo apenas da última sessão – dá para ter ideia de que a demanda por recuperação de vias é enorme. Há muito por ser feito na cidade, ainda!





