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Colombo volta ao tema da Coxilha

PORQUE RETORNA COM FREQUÊNCIA AO DEBATE NAS REDES SOCIAIS, O ASFALTO DA COXILHA RICA ESTÁ NA PAUTA

Raimundo Colombo tem acenado que não quer guerra com ninguém. Inclusive porque avaliando o cenário, mira uma incursão às urnas com menos disputa: uma vaga à Câmara Federal. Mesmo assim, encontra pela frente alguns daqueles que se tornaram desafeto dele. Menos porque o ex-governador fez, mas pelo que deixou de fazer. E não em termos de ações, mas de ajudas individuais que não se consolidaram, frustrando um ou outro.

E…

Quando foi para a rede registrar a mobilização que trouxe Caiado em Lages, nos comentários houve internauta, maldosamente, falando do asfalto da Coxilha Rica, associando a obra à propriedade da família. E não só nesse caso, mas com frequência, a falsa informação retorna ao debate. E para que uma mentira contada mil vezes não se torne verdade, o próprio Colombo colocou o pé na estrada. No caso, na estrada da Coxilha.

DESMONTANDO A FAKE NEWS

Numa produção mais robuscada, Colombo procura explicar de forma didática que o asfalto na Coxilha Rica foi benéfico à economia e nada tem a ver com a propriedade da família (que fica na estrada dos Morrinhos e não no caminho da Vigia, que foi asfaltado). O conteúdo tem depoimentos de moradores e até arte gráfica contextualizando o mapa. Colombo tenta, com a estratégia, sepultar o assunto antes mesmo da campanha em si, visto que estamos a 45 dias da homologação de candidaturas.

O ex-governador chama de covardes aqueles que insistem na narrativa, embora a peça seja demasiadamente longa, não conseguindo segurar muita gente para conferir o conteúdo completo.

O FATO É QUE…

Embora se sinta na obrigação de esclarecer – e isso não tenha contraindicação -, o fato é que Colombo não deveria gastar energia se explicando. Até porque, aos que confiam nele, não precisa explicação. E aqueles dispostos a não votar no ex-governador, não adanta explicar. O que a estratégia de campanha de Colombo precisa é de uma linguagem mais jovem e moderna. Em seus encontros, como na semana passada, o que se visualiza é um eleitor ‘mais velho’. Buscar o apoio daqueles que ainda eram crianças quando ele foi governador é um desafio a ser percorrido. Tem tempo para isso, mas não muito!

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