JORGINHO TEM A MELHOR AVALIAÇÃO DE GOVERNO NA SERRA CATARINENSE ‘BEIRANDO’ OS 80%
Antes de mais nada é recomendável que, se você tem interesse por todos os dados de forma detalhada, para tirar sua conclusão própria sobre os números, acesse o portal do Instituto Neokemp de Jaraguá do Sul clicando aqui. Se a ideia é acessar apenas os números da pesquisa que nos referimos, o link está aqui. Mas se a ideia é consumir dados relacionados à Serra Catarinense, em relação à pesquisa feita, observe que entre as seis regiões pesquisadas, a nossa é onde Jorginho Mello tem melhor aprovocação. E a menor aprovação está na Grande Floripa, conforme a lâmida de dados abaixo aponta:
O governo de Jorginho chega a quase 80% de aprovação na Serra Catarinense, considerando que foram ouvidas pessoas de municípios da Amures como Lages, Bom Jardim, Bocaina, Anita e Urubici, além de São Cristóvão do Sul, Brunópolis e Frei Rogério.
CENÁRIO DANADO AO SENADO
Como o próprio governador Jorginho declarou, parece que nem tem disputa ao Governo do Estado, visto que o noticiário se debruça na eleição às duas vagas ao Senado. E a pesquisa, acessável pelos links acima disponibilizados aponta dados interessantes e curiosos.
Curioso que, embora o governador Jorginho, para ter PP com MDB e PL na mesma coligação, tenta ‘dar a vaga’ a Amin, o atual senador não aparece lá essas coisas em um dos cenários, ficando em quarto lugar na disputa. Da mesma forma se observa que é na Serra Catarinense onde Carlos Bolsonaro aparece com o melhor índice: 35,8%. Isso só não é mais ‘comemorante’ ao vereador carioca porque a região tem menos de 200 mil eleitorese, entre votos válidos, esse índice atribuído a ele não chega a 50.000 votos.
Em outra lâmina da pesquisa chama a atenção que Carlos Bolsonaro só não émais rejeitado que Décio Lima, na hipótese de ambos disputarem ao Senado. A Serra Catarinense é a que menos rejeita o filho de Jair Bolsonaro na disputa ao Senado (entre as seis regiões pesquisadas) e a que mais rejeita Décio LIma, na disputa pelo PT.
OBSERVE-SE QUE…
As pesquisas eleitorais têm livre divulgação até o final do ano. Somente a partir do primeiro dia do ano eleitoral, elas precisam cumprir controles e critérios mais rigorosos, conforme previsão de resolução do TSE. Mesmo assim, é recomendável indicar onde o leitor/eleitor acesssa os dados até para que, em havendo interesse, tirar suas próprias conclusões sobre os levantamentos, em sendo o caso.




