NA PRIMEIRA FASE DA OPERAÇÃO NO ANO PASSADO, LAGES ESTAVA FORA DA INVESTIGAÇÃO. PORÉM…
Está em curso durante esta quarta-feira, 28, a segunda fase da Operação Pactum. Trata-se de uma força tarefa desencadeada a partir de investigações das Promotorias de Justiça de Ituporanga, Joaçaba e São Bento do Sul. Na primeira fase desencadeada em agosto do ano passado, Lages não foi incluída na lista de cidades onde se procedeu ao cumprimento de mandados de busca e apreensão. Mas hoje, está na lista, com investigadores visitando endereço de empresário suspeito no envolvimento.
DO QUE SE TRATA?
O Gaeco investiga a prática de fraudes em certames licitatórios consistentes em combinações que geram perdas ao herário dos municípios investigados. Esse desdobramento de hoje resulta daquilo que foi apurado em agosto do ano passado, com coleta de provas materiais que evidenciam possíveis associações entre os investigados para a prática em desacordo com a lei. Advocacia administrativa e participação de servidores públicos integram a linha de investigação do Gaeco.
SIGILO ABSOLUTO
Nada daquilo que está sendo investigado foi exteriorizado pelo Ministério Público de Santa Catarina. A investigação é mantida em sigilo para facilitar o trabalho e porque, legalmente, a exteriorização (divulgação) de nomes contraria a legislação. Além de Lages, na Serra Catarinense houve cumprimentode mandado de busca e apreensão em um endereço em Correia Pinto.
Na informação sobre a operação foi divulgada essa imagem de dinheiro em espécie apreendido. Não consta a cidade onde ocorreu a ‘coleta’ dos valores provavelmente de origem ligada àquilo que o Gaeco investiga.



