GESTORA DE FUNDOS DE INVESTIMENTOS TAMBÉM ADQUIRIU SHOPPINGS EM VARGINHA (MG) E BRAGANÇA (SP)
Quase que simultaneamente a Ulbrex Capital tornou pública a aquisição de shoppings centers a partir de negociação envolvendo inclusive recuperação judicial de unidades. Na cidade mineira de Varginha, o Via Café Shopping Center passou para o controle de Fundos de Investimentos administrados pela Ulbrex. Além desse mall no Sul de Minas, distante menos de 100 km da Capital paulista, Bragança Paulista passa a ter o Bragança Shopping Center gerido pela mesma empresa, via Fundos de Investimentos. Nesse último caso, o Grupo PCS Shopping possuía uma dívida próxima a R$ 700 milhões com o Bradesco e a recuperação judicial permitiu que a instituição financeira recuperasse valores, mantendo o shopping agora nas mãos de investidores.
SITUAÇÃO EM LAGES
Tal qual Varginha e Bragança, o discurso em relação ao Lages Shopping Center (na foto acima antes da Havan, do Brasil Atacadista e da Cassol) é o mesmo: Novo ‘dono’ que no caso são os Fundos de Investimentos administrados pela Ulbrex Capital, focando dar novo fôlego ao empreendimento, ampliando mix de lojas e tentando atrair mais fluxo de visitantes/consumidores e, por tabela, faturar mais.
ASSIM
O diferencial desse tipo de aquisição e gestão é que, na prática, o empreendimento não tem dono específico. Tem investidor. E esse pode ser qualquer pessoa que se disponha a adquirir ações dos referidos Fundos. E esses vão remunerar bem ou nem tanto o investidor no mercado de ações, a partir do sucesso (faturamento) que apresentar o shopping center. Ou seja, é uma aposta em busca de resultados.
Entendamos que o Lages Shopping Center não passa a se constituir uma propriedade da Ulbrex Capital. Mas com a expertise dessa empresa, com 10 anos de atuação no mercado, administrando Fundos de Investimentos, esses serão geridos pela Ulbrex no fortalecimento dos shoppings centers adquiridos.
TRADUZINDO
O Shopping de Lages deixa de ser um patrimônio que se constituía a garantia de uma dívida (perante o Bradesco) e passa a ser um empreendimento voltado a operar dentro daquilo que é seu propósito de existência, ou seja, ser um shopping center. Mas precisa dar resultado (no caso faturamento) porque o mercado de investimentos não vive de filantropia!




