TRATA-SE DA MÉDIA MENSAL DE TRABALHO – A RENDA PER CAPITA – APURADA NO CENSO DO IBGE E DIVULGA NESTA SEMANA
O IBGE segue apurando e divulgando de forma gradativa os dados relacionados ao Censo de 2022. As informações deste início de outubro apontam a renda per capita dos brasileiros, a partir do trabalho. O apanhado faz referências a todos os município. Lages aparece com os seguintes dados:
Renda Mensal do Trabalho: R$ 3.143,00
Renda domiciliar por pessoa: R$ 2.029,00
O QUE ISSO SIGNIFICA?
Pelo interpretado em relação aos números do IBGE, a média mensal do lageano empregado é de R$ 3.143,00 com a média familiar de R$ 2.029,00. Esse segundo valor se chega pela soma dos ganhos de todos os integrantes da família, dividido pelo número de membros da mesma.
Foto de Fábio Pavan registra o movimento dos lageanos em uma das ruas centrais. A média salarial em Lages é a maior da Amures
OUTRO DADO DE LAGES
No Brasil o chamado ‘peso do trabalho na renda’ é de 75,5%. Significa que esse percentual é de pessoas que trabalham e contribuem para a formação da renda familiar. Os outros 24,5% se referem à renda resultante de benefício previdenciário (aposentadoria e pensão). Em Lages o índice do peso do trabalho na renda é de 76%. Quer dizer que a renda familiar predominante é do trabalho (3 em cada 4 pessoas retiram a renda do trabalho e não de benefícios como pensões e aposentadorias).
Urubici, no registro de Marlon Sá Molin, detém a segunda maior renda per capita na Serra Catarinense
RENDA PER CAPITA NA AMURES
Lages: R$ 3.143,00
Urubici: R$ 3.016,00
Otacílio Costa: R$ 2.820,00
Rio Rufino: R$ 2.723,00
Bom Retiro: R$ 2.600,00
São Joaquim: R$ 2.581,00
Correia Pinto: R$ 2.532,00
Urupema: R$ 2.528,00
Palmeira: R$ 2.488,00
Ponte Alta: R$ 2.401,00
Bocaina do Sul: R$ 2.377,00
Bom Jardim da Serra: R$ 2.294,00
Anita Garibaldi: R$ 2.213,00
Campo Belo do Sul: R$ 2.183,00
Capão Alto: R$ 2.056,00
Painel: R$ 1.885,00
Cerro Negro: R$ 1.867,00
São José do Cerrito: R$ 1.684,00
Entre os pequenos municípios da Amures, a surpresa positiva se refere a Rio Rufino onde a renda per capita, por exemplo, é maior que da segunda maior cidade da Serra Catarinense, no caso, São Joaquim




