FISCALIZAÇÃO IN LOCO DA POLÍCIA AMBIENTAL E LAUDOS LABORATORIAIS GARANTEM POTABILIDADE DA ÁGUA QUE SAI DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO
Embora alguns segmentos tenham optado por ignorar o alerta trazido pelo vice-prefeito sobre a qualidade da água disponibilizada pela Semasa (Jair Júnior foi gestor da referida secretaria por 80 dias até ser exonerado por problemas pessoais), o tema extrapola os limites das picuinhas políticas, por se tratar de saúde pública e coletiva.
E…
Pelas razões citadas exteriorizamos o assunto – a partir do conteúdo da rede social do vice – e, a boa notícia, é que o lageano não consumiu e nem consome água em desacordo com os padrões de qualidade exigíveis. Essa constatação não decorre de achismo, mas de laudos, documentos que avaliam e atestam a qualidade da água que sai da estação de tratamento para ser distribuída na rede.
DIFERENÇAS DOS DOCUMENTOS
O que o vice-prefeito apresentou – e o conteúdo é verdadeiro – foi laudo da água captada no Rio Caveiras. Entretanto, não é aquela água que chega ao consumidor. O líquido passa por um sistema minucioso de tratamento, sendo submetido a várias etapas para deixá-lo com a potabilidade padrão para o consumo. E antes de deixar a estação de tratamento e seguir para a rede de distribuição, periodicamente, ocorre retenção de amostras para análises laboratoriais que, de forma autônoma e independente, técnicos avaliam vários itens que compõem a condição ideal para consumo.
Tivemos acesso ao laudo laboratorial de janeiro onde a água analisada apresenta ‘ausência’ de coliformes e E.coli que é uma bactéria que pode causar infecções…
O monitoramento laboratorial é periódico, sendo assinados os laudos pela Engenheira Química Almíria Beckhauser
VISTORIA DA POLÍCIA AMBIENTAL
Diante de situações que geraram desconfiança de que poderia estar sendo despejado algum tipo de produto nas águas do Rio Caveiras, a Polícia Militar Ambiental procedeu a uma vistoria in loco não apenas no referido rio, mas também em seus afluentes até o município de Painel.
Este é o documento oficial do trabalho desenvolvido no dia 11 de fevereiro deste ano, pelos 3ºs Sargentos Fabio Formento Antunes e Jorge Augusto Menegazzo Vieira, acompanhados do Cabo PM Paulo Victor Berri.
O documento aponta inexistir descarte de material ou produto nas águas do rio Caveiras que possam interferir na qualidade do líquido captado para tratamento antes da distribuição.
OU SEJA
Há um controle interno e externo no sistema de captação, tratamento e análise da qualidade da água antes de ela ser distribuída na rede para chegar às residências. Essa segurança precisa ser exteriorizada até para não causar angústia no coletivo diante do risco de estarmos consumindo uma água de qualidade questionável.






