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Um mês sem voo em Correia Pinto

ÚNICA INFORMAÇÃO NOVA PARA REFORÇAR A BUSCA PELO RETORNO DAS OPERAÇÕES É UMA MOÇÃO LEGISLATIVA

Nesta segunda quarta-feira de abril estamos fechando os primeiros 30 dias sem voos regulares entre a Serra Catarinense e Campinas/SP. Desde a decisão da empresa Azul Linhas Aéreas de suspender (e não cancelar) os voos a partir de Correia Pinto, não há qualquer fato novo que possa ter sido empreendido para reverter a situação. Para não apontar que não se fez nada, nesta semana uma moção legislativa ao governador Jorginho pede ajuda.

TEOR DA MOÇÃO

“A falta de acesso aéreo coloca nossa região em desvantagem em relação a outras partes do estado e do Brasil, dificultando o fluxo de turistas e a chegada de novos investimentos”. Esse é o trecho da moção legislativa proposta pelo veredor Álvaro Joinha (PP) que foi endereçada ao governador Jorginho pedindo que ele interceda para o retorno dos voos. O documento inclusive cita:

“A presença de empresas aéreas como a Latam e a Gol, que já atuam em outras partes de Santa Catarina, poderia ser uma alternativa viável para restabelecer e até expandir a operação, trazendo novas oportunidades para o desenvolvimento da Serra Catarinense”.

Os dados para embasar a moção legislativa apontam que em 2023 foi registro um total de 25.120 passageiros utilizando o voo da Azul, enquanto que no ano seguinte foram 20.400 pessoas embarcando ou chegando em Correia Pinto pela linha aérea até Campinas/SP

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1 thought on “Um mês sem voo em Correia Pinto”

  1. É triste mas se houvesse mesmo uma boa movimentação penso que essas empresas automaticamente já teriam demonstrado interesse em operar no regional e nem que fosse uma escala pois diariamente passam centenas de aviões exatamente sobre ele . Me pergunto se aquele problema da não homologação de uma cabeceira lá em 2022 não foi o que justamente acabou estigmatizando o aeroporto e não foi esta uma das causas que acabaram diminuindo a confiança e consequentemente movimentação e até gerou um desinteresse pelas companhias já que a Gol havia demonstrado um interesse nesse mesmo ano? Tudo bem que os tempos são mais difíceis hoje com a alta do dólar, mas de toda forma fica esse questionamento. Há de se ressaltar que cidades maiores como Cascavel e que tem boa demanda até demoraram mais a operar jatos, por exemplo, cascavel iniciou a operação de jatos somente em 2019 e isso depois que a Gol anunciou que iria operar jatos por lá e assim, com concorrência o aeroporto hoje se tornou referência no oeste e com boa demanda (atentar para a proximidade com o aeroporto de Foz do Iguaçu – 138Km – e que era um delimitador), Cascavel antes somente operava voos com aeronaves ATR e lá se dispõe de uma pista inclusive menor (comprimento de 1.780m), o regional já iniciou operando jatos, mas infelizmente se despediu, e inclusive dos ATR’s a mais de um mês e pelo que se percebe, será um hiato bastante longo o que torço para que não se concretize.

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