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Deputada ‘detona’ MDB com PL

JÚLIA ZANATTA NÃO VÊ MDB COMO ‘BOA COMPANHIA’ A JORGINHO À REELEIÇÃO

Os posicionamentos de Carlos Chionini, ventilado como virtual nome do MDB para ser vice de Jorginho Mello, na chapa a ser homologada até 5 de agosto de 2025, desagradam a possível colega de coligação, a deputada Júlia Zanatta (PL). Ela foi às redes expressar estranheza pelo fato de Jorginho se unir aos emedebistas para garantir a reeleição, visto que estaria numa posição cômoda para vencer, sem precisar da junção.

DISCORDÂNCIA DO DISCURSO

Zanatta trouxe à tona posicionamentos de Chiodini, dos quais ela discorda (no campos das ideias). O deputado emedebista que está Secretário de Estado da Agricultura, apontou que o País não deveria focar debater temas como comunismo e anistia. “A anistia é uma forma de termos Jair Bolsonaro de volta”, aponta a deputada do PL. Ela também vê que a política econômica tributária em curso, acena para a vertente do comunismo (sic!), razão que não deveria ser um tema a deixar a pauta dos debates.

E ASSIM…

Não bastassem as xícaras quebradas nos encaminhamentos para definir o ‘segundo nome’ ao Senado pela coligação (De Toni ou Amin, via PP), Jorginho se depara com mais encrenca dentro do grupo liberal que integra. No caso, as contrariedades de quem não quer ver os pelegos sendo ‘ajeitados’ dentro do grupo. O que era para ser uma eleição calma e serena, tem aparecido com cenário que pode deixar a pré-disputa tensa. Se o PL seguir desse jeito, daqui a pouco perde para ele mesmo. Se não a eleição, alguns espaços.

Júlia Zanatta cujas palavras não criticam, mas discordam dos posicionamentos do possível colega na futura coligação entre PL e MDB

Aqui o retrato sobre quem sai e quem provavelmente entre na coligação, com Jorginho retirando de cena na próxima disputa a atual vice e escalando o emedebista Chiodini para a função. Ele que não vê razão para debater temas como anistia e isso não agrada os direitistas bolsonarianos.

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A primeira Estrada Boa Rural

ABDON BATISTA SAI NA FRENTE, ENCAMINHA DOCUMENTOS E PODE SER O PRIMEIRO MUNICÍPIO A ADERIR AO ESTRADA BOA

Abdon Batista, distante 20 km da BR-282 e 110 km de Lages, não quer figurar apenas como primeiro quando o assunto é a ordem alfabética que relaciona as cidades catarinenses. Há encaminhamentos práticos para que o município venha aderir ao Estrada Boa Rural, onde a prefeitura custeia a metade e o Governo do Estado os outros 50% do asfaltamento entre determinado local (já pavimentado) e uma localidade rural.

E a primeira estrada que está no radar para ganhar asfalto é a que liga a área urbana de Abdon Batista à localidade de Santo Antônio, onde está o Mirante (foto acima), às margens do alagado da Usina Garibaldi.

Este trajeto possui 2.500 metros desde a área urbana de Abdon Batista e está recebendo, neste final de outubro, trabalhos de terraplanagem visando o asfaltamento ainda neste ano.

Este registro é da equipe liderada pelo prefeito Lucimar Salmória (MDB) ainda em setembro, entregando documentação para a adesão de Abdon Batista ao Estrada Boa Rural, durante agenda na SEI – Secretaria de Estado da Infraestrutura de SC.

E NOS DEMAIS MUNICÍPIOS?

Não há novidade sobre a adesão de outros municípios, inclusive Lages, ao Estrada Boa Rural. Em municípios de menor suporte financeiro como Campo Belo do Sul, Cerro Negro e Anita Garibaldi, por exemplo, o receio é com a contrapartida que exigirá comprometimento de finanças futuras. Também preocupa o fato do projeto de asfaltamento não ser resistente ao ponto de suportar tráfego pesado do transporte de cargas e maquinário agrícola. Em Lages, da mesma forma, não há fato novo recente sobre a adesão, embora a concepção do projeto aponta a ideia de se pavimentar um trecho em 2025 e outro em 2026.

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Eleições 2026: Intenções da Serra

JORGINHO TEM A MELHOR AVALIAÇÃO DE GOVERNO NA SERRA CATARINENSE ‘BEIRANDO’ OS 80%

Antes de mais nada é recomendável que, se você tem interesse por todos os dados de forma detalhada, para tirar sua conclusão própria sobre os números, acesse o portal do Instituto Neokemp de Jaraguá do Sul clicando aqui. Se a ideia é acessar apenas os números da pesquisa que nos referimos, o link está aqui. Mas se a ideia é consumir dados relacionados à Serra Catarinense, em relação à pesquisa feita, observe que entre as seis regiões pesquisadas, a nossa é onde Jorginho Mello tem melhor aprovocação. E a menor aprovação está na Grande Floripa, conforme a lâmida de dados abaixo aponta:

O governo de Jorginho chega a quase 80% de aprovação na Serra Catarinense, considerando que foram ouvidas pessoas de municípios da Amures como Lages, Bom Jardim, Bocaina, Anita e Urubici, além de São Cristóvão do Sul, Brunópolis e Frei Rogério.

CENÁRIO DANADO AO SENADO

Como o próprio governador Jorginho declarou, parece que nem tem disputa ao Governo do Estado, visto que o noticiário se debruça na eleição às duas vagas ao Senado. E a pesquisa, acessável pelos links acima disponibilizados aponta dados interessantes e curiosos.

Curioso que, embora o governador Jorginho, para ter PP com MDB e PL na mesma coligação, tenta ‘dar a vaga’ a Amin, o atual senador não aparece lá essas coisas em um dos cenários, ficando em quarto lugar na disputa. Da mesma forma se observa que é na Serra Catarinense onde Carlos Bolsonaro aparece com o melhor índice: 35,8%. Isso só não é mais ‘comemorante’ ao vereador carioca porque a região tem menos de 200 mil eleitorese, entre votos válidos, esse índice atribuído a ele não chega a 50.000 votos.

Em outra lâmina da pesquisa chama a atenção que Carlos Bolsonaro só não émais rejeitado que Décio Lima, na hipótese de ambos disputarem ao Senado. A Serra Catarinense é a que menos rejeita o filho de Jair Bolsonaro na disputa ao Senado (entre as seis regiões pesquisadas) e a que mais rejeita Décio LIma, na disputa pelo PT.

OBSERVE-SE QUE…

As pesquisas eleitorais têm livre divulgação até o final do ano. Somente a partir do primeiro dia do ano eleitoral, elas precisam cumprir controles e critérios mais rigorosos, conforme previsão de resolução do TSE. Mesmo assim, é recomendável indicar onde o leitor/eleitor acesssa os dados até para que, em havendo interesse, tirar suas próprias conclusões sobre os levantamentos, em sendo o caso.

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‘Republicanos’ sonha alto em SC

O PARTIDO QUE É CONSIDERADO UM ‘PUXADINHO’ DO PL QUER ELEGER OITO DEPUTADOS

Entenda-se que puxadinho é uma referência pelo fato do PL ‘colocar’ no Republicanos, lideranças que, estrategicamente, é melhor não estarem nas fileiras liberais por circunstâncias várias. E quando se fala em ‘sonho alto’ é que o Republicanos cria musculatura com o foco de passar de um deputado Estadual (bispo licenciado Sérgio Motta) para cinco na Alesc. Também foca chegar a três federais (atualmente tem Jorge Goetten e em filiação Giovânia de Sá) com Darci de Matos (que ficou como suplente pelo PSD também se integrando ao Republicanos).

FILIAÇÃO DE CARMEN ZANOTTO

Por causa da tragédia absolutamente lamentável que se abateu sobre a administração municipal, com a triste morte do secretário Evandro Frigo, a prefeita Carmen Zanotto (como não poderia ser diferente), cancelou toda a agenda política que tinha em Florianópolis na sexta-feira à noite.

ASSIM

A prefeita lageana não participou do ato político que culminaria com sua filiação ao Republicanos. Essa adesão, em ocorrendo ato solene, poderá acontecer em Lages. No evento da sexta-feira, o próprio governador Jorginho, dentro da ideia de estabelecer um ‘projeto guarda chuva’ de siglas no entorno de seu projeto de reeleição, participou dos atos relacionados ao Republicanos, realizados no auditório da Alesc.

Presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, entre o governador Jorginho e o deputado Goetten e mais Sérgio Motta, durante o ato em Florianópolis, cuja presença da prefeita Carmen Zanotto foi adiada devido ao lamentável episódio transcorrido em Lages.

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Uma espiada além da paróquia

CONVERSA DE TRUMP E LULA GERA OTIMISMO DA FIESC PARA REVISÃO DE TARIFAS. ISSO INTERESSA À SERRA CATARINENSE

Nem bem os presidentes Lula e Trump viraram as costas na Malásia, a assessoria da Fiesc disparou conteúdo sobre a visão do presidente da entidade, o industrial Gilberto Seleme, em relação a prosa dos dois líderes. “É uma evolução e mostra disposição efetiva dos dois países para a negociação sobre as tarifas impostas pelos EUA a produtos brasileiros”. É o que aponta o teor da manifestação da Fiesc.

REFLEXOS TAMBÉM NA SERRA

Difícil pensar no passado que a economia de regiões como a Serra Catarinense sentiria reflexos de uma ‘indisposição’ envolvendo o mercado entre Brasil e EUA. Mas a redução no volume de exportação de madeira (e seus derivados) ao mercado americano, repercute até na hora da venda lá no reflorestamento, assim como na empregabilidade, considerando que 287 lageanos perderam o emprego em agosto, somente na indústria da madeira (os dados de setembro saem nesta semana).

Aguarda-se ainda para esta semana algum desdobramento prático na agenda econômica em relação às tarifas (redução de percentuais), depois desse aperto de mão entre os dois presidentes.

SIGNIFICADO PERSISTINDO OS PERCENTUAIS

Estudo da Fiesc considerando o cenário de queda de 30% das exportações para os EUA no período de 1 a 2 anos – mostra um recuo de R$ 1,2 bilhão no PIB de Santa Catarina. Entre os reflexos, estariam a perda de cerca de 20 mil empregos e de R$ 171,9 milhões na arrecadação de ICMS.

Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República

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Partido Novo: Três prés na Serra

SÃO DOIS NOMES A ESTADUAL E UM A FEDERAL PELO PARTIDO NOVO NA DISPUTA DE 2026

Com uma grata revelação – e atuação – no âmbito de Câmara Federal (através do mandato de Gilson Marques), o Partido Novo quer dar outros passos na política em Santa Catarina. Isso na eleição do ano que vem, inclusive com Marques se posicionando como possível nome da sigla ao Senado para tentar ser alternativa na disputa das duas vagas que o PL já conta como certas para Carlos Bolsonaro e Carol De Toni (talvez Amin). Essa articulação do Novo fica clara, com a escalação de nomes, no encontro regional promovido pela sigla em Lages.

NOMES PARA O PROJETO

Além de Gilson Marques, subiu a Serra o Estadual da sigla, deputado Matheus Cadorin, que buscará a reeleição à Alesc. Eles bateram martelo para que Fabian Nerbass dispute uma das 20 vagas à Câmara Federal em 2026. Para Estadual foram escaladas duas lideranças: O advogado Ronildo Krieger, líder do Novo em Ponte Alta e ainda o médico veterinário Vinicius Borges que tem no currículo o fato de ter disputa como vice de Lio Marin na eleição à prefeitura de Lages, cuja chapa ficou em terceiro lugar.

Krieger e Borges são os nomes para pré-candidaturas a Estadual na Serra Catarinense pelo Partido Novo e, entre ambos no registro acima, o advogado Fabian Nerbass que deverá concorrer a Federal.

No Encontro Regional do Partido Novo, também foi lançado o núcleo da sigla em Correia Pinto e reforçados os preceitos que norteiam a atuação política da agremiação partidária, pautada na ética e na linha da direita.

Fotos e Informações Partido Novo/Fábio Pavan

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