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Pastel e crítica de Carmen Zanotto

PREFEITA REPETIU ATUAÇÃO VOLUNTÁRIOA NO LAR VICENTINO E CRITICOU DEMORA DA GESTÃO PASSADA

Há uma obra ou outra que não andava (nem iniciava), embora tendo recursos carimbados, pela burocracia da prefeitura de Lages (a referência é à gestão anterior), em acessar a verba. A revitalização da praça da Igreja do Rosário (obra em andamento), é um exemplo nesse sentido. Havia o montante carimbado, a partir de emenda da então deputadao Carmen Zanotto, mas o projeto não era licitado. Deputados Marcius e Lucas Neves têm reclamações na mesma linha. E para confirmar que, de fato, a prefeitura vinha sendo lenta nessas providências, uma entrega neste domingo, 28, evidenciou isso.

FESTA NO LAR VICENTINO

Como faz tradicionalmente todos os anos, Carmen Zanotto, mais como cidadã e menos como política, participou da produção de pastéis vendidos na festa que arrecada recursos para ajudar na mantença da instituição. “Além de auxiliar no processo dos pastéis, tive a alegria de entregar um veículo adquirido com recursos meus, oriundos de emenda parlamentar enquanto deputada federal. Recurso esse que estava parado, por falta de gestão“, cutucou a prefeita, referindo-se à demora no trâmite da prefeitura.

Na sequência de fotos com a celebração do Bispo Dom Guilherme, a secretária Inês Salmória (Assistência Social) e o tesoureiro do Lar Vicentino, George de Bona, a agora prefeita integrada nos festejos da entidade que atende mais de 80 idosos

E aqui na produção cuja ritualística Carmen repete como voluntária há mais de 20 anos

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A ‘limpeza’ que mudou Lages

REVITALIZAÇÃO DAS VIAS CENTRAIS CAUSOU NOVO ASPECTO. E AS MUDANÇAS SÓ NÃO FORAM MAIORES PORQUE O PROJETO FOI ALTERADO

Uma das intervenções que mais marca o aspecto urbano da área central de Lages é visível somente quando se visualiza fotos de um passado não tão distante. Era um emaranhado de fios de energia, telefonia, internet, tudo se misturando, escondendo a fachada de prédios e estabelecimentos comerciais em geral. A revitalização que colocou tudo isso embaixo das calçadas, transformou as vias centrais como Nereu Ramos e Coronel Córdova.

Tanto a ‘floresta’ no Calçadão quanto o emaranhado de fios só integram lembranças e retratos dos tempos idos de Lages

A intervenção feita no projeto para ampliar o número de vagas de estacionamento, alterou a dinâmica daquilo que era para ser o ambiente aberto de vias como a Rua Presidente Nereu Ramos

Mesmo assim as vias centrais ficaram bem mais modernas que aquilo que se constituíam ruas como Nereu Ramos, Coronel Córdova e trecho como da rua Correia Pinto

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Lages: 724 câmeras em escolas

TODOS OS EQUIPAMENTOS ESTÃO NAS 118 UNIDADES DE ENSINO DA REDE MUNICIPAL COM MONITORAMENTO EM TEMPO REAL

Em tempo real e integral, de domingo a domingo, 24 horas por dia, uma central de monitoramento montada no prédio do Mercado Público vigia as áreas comuns das unidades de ensino de Lages. São escolas e creches (CEIM) que estão sob o olhar dos profissionais responsáveis pelo monitoramento. “”A vigilância em tempo real acontece todos os dias úteis da semana, fins de semana e feriados, ininterruptamente, 24 horas por dia. “Na totalidade são 724 câmeras instaladas nas unidades municipais de ensino, distribuídas por quantidade de acordo com a dimensão física de cada prédio escolar”.

As imagens capturadas pelos equipamentos são imediatamente, em tempo real, monitoradas pela Central e são observadas 24 horas por dia pelos agentes da Ronda Municipal. “O número de tentativas de arrombamento diminuiu consideravelmente com a adoção do videomonitoramento como prevenção e detecção de eventuais casos”, analisa o Adjunto da Educação, Edenirr Espindula.

NÚMEROS DESTE ANO

São 118 unidades de ensino, contabilizadas na divisão entre 75 Ceim), 32 Escolas Municipais e 11 Escolas de Ensino Fundamental. Mediante dados de 2025, apurados pela Secretaria da Educação, estão matriculados para o ano corrente, 14.757 crianças e estudantes.

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Serra ‘se interessa’ pelo Mirtilo

FRUTA É APONTADA COMO AGREGADORA DE RENDA EM PEQUENAS PROPRIEDADES EM LAGES

A informação oficial aponta que das 1.300 propriedades rurais cadastradas no município de Lages, um total de 700 preenchem o perfil de exploração no modelo de agricultura familiar. Logo, são propriedades potenciais para recepcionar novas culturas para agregar valor. E um dos focos é a produção de mirtilo.

SOBRE O MIRTILO

“Originário da América do Norte e da Europa, o mirtilo é uma fruta que se adapta muito bem ao solo e ao clima frio da região serrana de Santa Catarina. É uma fruta de alto valor de mercado com período de colheita entre os meses de dezembro, janeiro e fevereiro”.

Para se conhecer melhor a produção, um grupo de técnicos da Secretaria de Agricultura de Lages foi à propriedade de Celso Claudino em Palmeira.

A propriedade modelo visitada tem 2,5 hectares da fruta cuja colheita ocorre no final do ano

José Márcio Lehmann (direita) que é gerente regional da Epagri em Lages e a ideia da diversidade de culturas nas propriedades rurais da Serra Catarinense

IN LOCO EM PALMEIRA

Na propriedade visitada, há 16 anos são cultivados 2,5 hectares com mirtilo no espaçamento 4 x 1,6 metros. Celso Claudino, pioneiro neste cultivo, na Serra Catarinense, conta que esteve visitando o Canadá, onde o mirtilo é muito cultivado. “Aqui na minha propriedade são cultivadas três espécies de mirtilo. O que produzimos é vendido para redes de supermercados”. O secretário de Agricultura de Lages, Pedro Donizete, é otimista com a ideia de agregar essa alternativa. “O mirtilo é um exemplo de frutas que podem muito bem ser cultivadas por nossos agricultores familiares. São culturas ideais para a agricultura familiar”.

Pedro Donizete (centro) com Celso Claudino e a visitação in loco na propriedade pioneira na produção de mirtilo na Serra Catarinense

Informações e fotos: Jornalista Iran Moraes – Comunicação Lages

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Acil segue apostando na ZPE

PROVA DESSA APOSTA FOI A ‘VENDA’ DO PROJETO DURANTE REUNIÃO DE UM DOS NÚCLEOS DA PRÓPRIA ACIL

Embora pareça algo distante e de difícil viabilização, a implantação de uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE) nas terras públicas no distrito de Índios não se constitui um sonho sonhado só. Pelo menos no entendimento do presidente da Acil, Antonio Wiggers que segue semeando a ideia, o projeto e o propósito. Nesta semana ele se integrou à reunião do Núcleo de Imobiliárias e Corretores que funciona dentro da Acil para falar sobre o tema.

Wiggers explica que a área inicial da ZPE prevista é de 600 hectares (6 milhões de terra) e que, com eventual expansão, pode chegar a 780 hectares

AINDA A RESPEITO

O presidente da Acil cita que o objetivo é atrair empresas voltadas à exportação, oferecendo benefícios fiscais, como isenção de impostos na importação de insumos e equipamentos, além de condições diferenciadas para comercialização no mercado interno. Wiggers destacou que a proposta não se limita apenas à criação de um distrito industrial, mas a um ecossistema de desenvolvimento econômico e social, capaz de impactar diretamente Lages e municípios vizinhos. “Estamos falando de um movimento que pode transformar a matriz produtiva da Serra Catarinense, ampliando oportunidades para diferentes setores, desde indústrias de base até prestadores de serviços”, afirmou o presidente.

Entre os pontos levantados, estão a necessidade de alinhamento político para garantir a aprovação do projeto no Conselho Nacional de ZPEs. “Com apoio de uma frente parlamentar, de empresas privadas e de entidades representativas, a proposta é considerada um dos principais vetores de crescimento econômico e social da região”. Segundo Wiggers, a expectativa é que, com a consolidação do parque industrial, Lages se fortaleça como polo de inovação, atração de investimentos e geração de empregos de alto impacto.

Ao apresentar o panorama ao setor imobiliário, o presidente da Acil também destacou que a implantação da ZPE trará reflexos positivos para o mercado local, valorizando áreas urbanas, fortalecendo a cadeia produtiva da construção civil e abrindo novas frentes de negócios para toda a comunidade empresarial.

DISCURSO E REALIDADE

Essa crença do presidente Wiggers na ZPE é louvável porque, de fato, em se implantando o modelo, a operacionalização se constituiria um divisor de águas na economia de Lages e de alguns municípios da Serra Catarinense. O problema reside na viabilização em si. Somente para dotar a área em Índios para recepcionar empreendimentos empresariais, seriam necessários investimentos na ordem de R$ 50.000.000,00 (acesso, arruamento, asfaltamento, redes de água, energia e esgoto). Assim, o ideal seria, primeiro viabilizar o espaço e depois dar outros passos para tornar realidade a ZPE ou um projeto de atração de empresas semelhantes.

No registro acima o mapa onde ficaria a ZPE (distrito de Índios) e a realidade de discussões sobre o tema que remetem há uns 4 anos atrás

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Frota Federal na frente do Paço

VEÍCULOS DESTINADOS PELO GOVERNO FEDERAL PARA A ÁREA DE SERVIÇOS SOCIAIS ESTÃO NA FRENTE DA CATEDRAL

Houve até quem pensasse que era alguma operação federal nas cercanias do Paço. Mas que nada. O fato chama a atenção pela quantidade de veículos que ‘invadiram’ o Largo da Catedral.

Veículos destinados pelo Governo Federal para as estruturas de prestação de serviços da Assistência Social chegaram a Lages e foram expostas na frente da Catedral Diocesana. É o programa MOBSUAS para dar conforto e agilidade aos que atuam na operação de serviços sociais na área.

Depois de devidamente emplacados e adesivados com os programas federais e a identificação do município de Lages, os carangos serão colocados no serviço

MOBSUAS – Os modelos se constituem GM Onix ano 2025 de cor branca e plotagem nas cores dos programas sociais e também Fiat Cronos Drive 1.3 fabricado em 2024 e modelo 2025 com as mesmas cores e plotagens do veículo da GM

Complementando as informações, os veículos que chegaram a Lages foram adquiridos a partir de uma emenda dos tempos que a prefeita Carmen Zanotto era Deputada Federal. Algumas demandas costuradas por ela na vida parlamentar ainda estão a caminho, como no caso em tela.

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