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Cerejeiras na frente de escolas

DESAFIO É QUE AS ÁRVORES ORNAMENTAIS TRANSFORMEM A FRENTE DE UNIDADES DE ENSINO DE LAGES

A repercussão positiva de paisagens como essa na subida da Rua Frei Gabriel incentivou o professor Armando Duarte (Coordenador Regional de Educação) a lançar um desafio à prefeita Carmen Zanotto. A ideia é que cada unidade de ensino das redes Estadual e Municipal passem a receber mudas de cerejeiras que, quando começarem a florir, darão também um contraste dos mais belos na frente das escolas.

E a ideia não ficou só no incentivo ou na teoria. As escolas estaduais já estão recebendo as mudas das cerejeiras como se evidencia acima na frente da Escola Belisário Ramos (bairro São Cristóvão). A prefeita Carmen Zanotto teria topado o desafio para sugerir aos gestores municipais o plantio da espécie na frente das unidades de ensino do município.

TRANSFORMAÇÃO NA ESCOLA

CÍVICO-MILITAR DO ESTADO EM LAGES

Essa boa relação entre Estado e Municipio, em relação à educação, tem levado também mais infraestrutura onde as unidades de ensino estão localizadas. Exemplo disso é o fim da obra de asfaltamento do trecho da rua Marechal Artur da Costa e Silva, no bairro Caravágio que passa na frente da Escola Cora Batalha. A unidade de ensino é a única da rede Estadual a manter o modelo cívico-militar (a outra unidade é do município). Além de asfalto na frente, a escola ganhou pintura, apresentando-se com nova roupagem, inclusive com as obras em andamento da rede elétrica para suportar o consumo de aparelhos de ar condicionados a serem instalados.

Escola cívico-militar da rede estadual no bairro Caravágio agora com asfalto na frente e melhorias na estrutura das instalações

De acordo com o professor Armando Duarte, em relação a questão de implantação de aparelhos de ar condicionados nas escolas da regional que ele coordena (são 12 municípios) o desafio é que tudo esteja pronto para o próximo ano letivo.

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Morre dona Dora aos 112 anos

ERA UMA DAS MAIS, SE NÃO A MAIS IDOSA CATARINENSE. ELA INTEGRAVA OS INTERNOS DO LAR VICENTIVO DE LAGES

Ano passado nesta época, inclusive para reforçar o chamamento para a Festa do Lar Vicentino, o noticiário da paróquia destacou a figura e a trajetória de dona Dora, então completando 111 anos de vida. Ela era uma dos 82 idosos internos do Lar Vicentino, uma das mais antigas casas de acolhimentos de pessoas de idade de Santa Catarina. Dona Dora não teve forças para vivenciar a Festa do Lar que morava programada para o 28 de setembro próximo. Serena, de causas naturais, faleceu na madrugada de 14 de setembro (mês que completou 112 anos) dona Dora.

Nascida em 1913, dona Doralice já somava 95 anos de idade em 2008 quando passou a integrar o grupo de idosos internos do Lar Vicentino. Há quase duas décadas ela faia parte do cotidiano da instituição, assim como o fazem outros 80 idosos com idades variadas.

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Pauta da Ambev na Bancada da Serra

DEPUTADOS NILSO BERLANDA, LUCAS NEVES E MARCIUS MACHADO OUVIRAM O PRESIDENTE DA ACIL

O próprio presidente da Acil, Antonio Wiggers, vinha tratando e cuidando do assunto com reservas até para tentar já trazer a solução acompanhada da narrativa da realidade. A reunião com os parlamentares integrantes da Bancada da Serra acabou por exteriorizar a questão relacionada ao encolhimento da unidade da Ambev de Lages, em relação à participação na arrecadação do município. A gigante chegou a responder por 1/3 (isso mesmo, 33%) do retorno de ICMS aos cofres de Lages. Nos tempos de agora não chega a 20%. Ou seja, é uma realidade ruim, embora não horrível porque a participação na arrecadação segue sendo absolutamente expressiva.

CIRCUNSTÂNCIAS QUE LEVARAM A ISSO

Parte desse ‘encolhimento’ está ligado ao fato de outras grandes empresas terem se apresentado no bolo do movimento econômico, repercutindo numa divisão maior da fonte da arrecadação. Lages ficou, tributariamente, menos AmbevDependente. Entretanto, a razão maior é o fim de incentivos fiscais do Estado, algo que se manteve ao longo das operações da empresa, desde o princípio. A informação não é oficial (até porque a Ambev que é uma companha mundial não trata dessas questões de forma isolada), mas incentivos no Paraná teriam deslocado parte do faturamento de Lages (insistimos que nesse caso a informação não é oficial, mas interpretativa daqueles que lidam com a questão).

O QUE BUSCA A ACIL

A prefeita Carmen Zanotto já entrou no circuito – e isso vinha sendo costurado também na gestão de Ceron – para tentar sensibilizar o Governo do Estado, via Secretaria de Estado da Fazenda, no sentido da retomada de algumas políticas de incentivo à cervejaria. É uma realidade em que o Estado ‘perderia’ na concessão do incentivo, mas faturaria além, com a produção e retorno de impostos. É para manter esse alinhamento com os parlamentares da Serra Catarinense que o presidente Wiggers dialogou com os mesmos na reunião da Bancada da Serra.

A informação oficial: “Na ocasião, Wiggers apresentou um relatório detalhado sobre a atuação da unidade da Ambev, destacando a importância da empresa para a economia local. O documento ressaltou a expressiva contribuição na arrecadação de ICMS e a relevância na geração de empregos. O tema, que envolve tratativas com o governo do Estado sobre possíveis benefícios fiscais, foi colocado sob análise dos parlamentares”.

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Concreto: O modelo de Joaçaba

SECRETÁRIO CONHECE NA PRÁTICA (NA RUA) O MODELO DE PAVIMENTO QUE MIRA PARA LAGES

Coronel Cleber Arruda Machado não se recolhe da ideia de implementar um modelo diferenciado de pavimento em Lages. Depois de reuniões técnicas sobre o assunto, acompanhado do engenheiro da Secretaria de Obras, Luiz Ricardo Figueiró, foi a Joaçaba, onde é aplicada a técnica do pavimento em concreto.

NA PRÁTICA

Joaçaba aderiu à modalidade e tem diversas obras finalizadas com o material. “Conhecer os prós e contras do material. Ver sua aplicabilidade em diversos tipos de relevo. Avaliar obras já finalizadas. Tudo isso fez parte do roteiro”, explica o Secretário Cleber Arruda, no desafio de buscar opções além da massa asfáltica.

‘SE QUER PODEM SER CHAMADAS DE RUA’

A informação oficial aponta que “de acordo com levantamento do próprio Município, no perímetro urbano são 1.600 quilômetros de ruas, dos quais a metade, ou seja, 800 quilômetros são vias não pavimentadas. Destas, a estimativa é que 40% sequer podem ser chamadas de ruas, pois não há rede de drenagem ou estrutura básica”.

O relevo com aclives e declives acentuados na área urbana de Joaçaba exigiu a adoção da alternativa de pavimento a concreto. Pela informação oficial, consta que “entre as vantagens do uso de concreto estão: a alta durabilidade, reduzindo o custo de manutenções; a resistência, evitando deformações e desgastes; a aderência, conferindo segurança ao tráfego; a sustentabilidade; e o custo-benefício ao longo do tempo”.

Além de Joaçaba, os gestores e técnicos lageanos, foram a Luzerna (ali pertinho) onde participaram de uma capacitação realizada pela Secretaria da Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina (SPDC/SC)

Com informações de Priscila Dalagnol – Secretaria de Obras/Lages

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Cerritense é condenado em Lages

EM TRABALHO TAMBÉM DO TRIBUNAL DO JÚRI EM CORREIA PINTO, AUTOR DE ASSASSINATO FOI CONDENADO

Tanto o Judiciário quando o Ministério Público mantêm o protocolo – a partir da lei de proteção de dados – de não informar o nome de réus envolvidos em decisões judiciais. Mesmo nas condenações de crimes violentos contra a vida (homicídio) e com condenação, preserva-se a identificação por causa do direito a recursos em instâncias superiores. Assim, nos dois julgamentos do Tribunal do Júri na Serra Catarinense desta semana, vieram as informações sobre os respectivos desfechos sem identificação daqueles que foram condenados.

CRIME EM SÃO JOSÉ DO CERRITO

A maior pena entre os dois julgamentos ocorridos foi de um homem que matou outros dois em maio de 2023 no interior de São José do Cerrito. Um desentendimento entre o trio resultou em homicídio de dois deles, com uso de arma branca (faca), pratico pelo terceiro. O homicídio qualificado por motivo fútil levou o autor à pena de 28 anos de prisão em regime fechado.

Na decisão no Tribunal do Júri realizado em Lages (cuja Comarca abrange São José do Cerrito), foi decidido que o condenado não pode recorrer em liberdade.

JÚRI EM CORREIA PINTO

Também sem direito de recorrer em liberdade, inclusive porque deixou o local do julgamento preso, foi condenado um homem por homicídio qualificado, porte ilegal de arma e outros agravantes em Correia Pinto. Era o último dia de 2020 quando o réu matou um ex-cunhado, no bairro São João, por causa de desavenças. Ele foi sentenciado a 16 anos de prisão, em regime fechado. O autor dos disparos respondia o processo em liberdade, mas ao fim do julgamento ocorrido na quinta-feira, 11, foi preso e encaminhado ao presídio de Lages.

O réu no Tribunal do Júri de Correia Pinto onde coordenou os trabalhos a Juíza Camila Russi com a Promotora de Justiça Camila da Silva Tognon atuando na acusação. O registro acima é da Assessoria de Comunicação do MP/SC.

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Uma cor no passado de Lages

Jornalista e colega Rodrigo Silvério – Clube FM – tendo por base os registros dos tempos idos colocamos aqui na página, recorreu à técnica de dar cor a registros em Preto e Branco. O resultado a gente compartilha…

A velha casa de Aristiliano Ramos cujo tempo e falta de cuidado a colocaram no chão em um tom pastel na subida da então Rua XV de Novembro, a atual Nereu Ramos que, por sinal, não sobe. Só desce!

A Rua Correia Pinto ganhou esse contraste da cor do paralelepípedo com o verde do terreno baldio da época.

Aqui o colorido que Rodrigo Silvério contextualizou das velhas casas de madeira…

E aqui a mesma foto ali de cima, em tom de um colorido mais desbotado e menos alegre

A então Rua XV de Novembro ficou assim em um contraste que parece um pintura

Aproveitamos a carona da cor para incluir esse registro do iníciodos anos de 1980 já com o Calçadão, onde terminava a Rua Marechal Deodoro. Observem que o local possuía também outra banca e havia um semáforo para o entroncamento da Deodoro com a subida da Coronel Córdova (cujo trecho agora só desce)

Aqui uma curiosidade. Acima a foto original do FNM estacionado na descida da Rua XV de Novembro onde atualmente é o Terminal Urbano cuja via lateral manteve essa mesma descida onde está o caminhão.

Há um grupo em rede social que resgata registros antigos de caminhões da Fábrica Nacional de Motores (FNM) e um dos administradores colocou esse colorido na imagem.

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