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Vereador Castor quer ‘direita livre’

IDEIA É FLUIDEZ NOS LOCAIS COM SEMÁFOROS EM LAGES ONDE O TRÂNSITO FICA ENGESSADO

Há três exemplos sobre o assunto nas vias de Lages: Na esquina do Hotel Le Canard; na chegada à Avenida Carahá pela rua Fausto de Souza (ao lado do Moinho); e na Avenida Presidente Vargas (Posto Elefantinho). Nos três casos, motoristas que chegam ao semáforo, em determinados momentos têm a pista da direita livre para seguir deslocamento, sem precisar aguardar que todos os tempos ‘da sinaleira’ se completem. É a extensão disso para outros cruzamentos que está sugerindo o vereador Castor (PL).

RAZÃO DA MOÇÃO

“A proposição objetiva colaborar com a melhoria da mobilidade urbana, propondo a adoção de uma medida simples, de baixo custo e com grande potencial de impacto positivo: a autorização para a livre conversão à direita em cruzamentos semaforizados, nos locais onde for tecnicamente possível e seguro”. É que justifica o vereador Castor, numa ideia cheia de pertinência.

AINDA A RESPEITO

“Ao permitir que veículos possam converter à direita mesmo com o semáforo fechado (desde que respeitando a sinalização e a preferência dos pedestres), o trânsito se torna mais dinâmico e funcional”.

TUDO A PARTIR DE ESTUDO

“A medida deve ser aplicada com base na análise técnica da viabilidade, respeitando critérios como visibilidade, segurança viária, travessia de pedestres, presença de faixas exclusivas e outros elementos da engenharia de tráfego”. É o que destaca a proposta que, no âmbito de legislativo teve o documento enviado ao diretor de Trânsito em Lages, Helinton de Ávila Nunes. A sugestão deve chegar também ao engenheiro Ricardo Nerbass, que é o pensador do trânsito lageano.

Castor e uma ideia sobre mobilidade no trânsito de Lages respeitando o pedestre, mas garantindo fluidez nos cruzamentos com semáforo.

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Florestas nativas: Ideia boa de Lages

EXECUTIVO DO CISAMA SUGERE REMUNERAÇÃO A PRODUTORES RURAIS PELA PRESERVAÇÃO DE FLORESTAS NATIVAS

Além da fala sensata do diretor do CAV (campus Udesc Lages), professor André Thaler Neto, que defendeu a produção agrícola em equilíbrio com a preservação ambiental, coube a Selênio Sartori (Executivo do Cisama) uma manifestação pertinente. O gestor do Consórcio de Saneamento e Meio Ambiente que funciona na Amures defende a criação de políticas públicas que possibilitem remunerar os proprietários rurais pela preservação das florestas nativas. Os posicionamentos locais integraram o debate da etapa regional de propostas para a COP30.

O QUE VISUALIZA THALER NETO

O Diretor do CAV entende que o equilíbrio entre produção e preservação não é mais coisa para o futuro (para nossos filhos). É algo a ser implementado, buscando resultados práticos no presente, agora. “Precisamos discutir questões relacionadas à descarbonização, novas energias alternativas para a diminuição de gases de efeito estufa, que deem viabilidade a sistemas de produção que, ao mesmo tempo, respeitem os princípios do meio ambiente e integrem e deem boas condições de vida à população”, pregou André Thaler Neto.

Professor André Thaler, diretor geral do CAV (à direita) nos trabalhos coordenados pelo deputado Marquito focado em colher propostas de Lages (e da Serra) para a COP30

PILARES DA PROPOSTA DE LAGES À COP30

Preservação do modo de vida tradicional na Serra;

Criação de financiamento para iniciativas ambientais;

Modelos de agricultura que preservem o meio ambiente;

Proteção dos campos de altitude* e biodiversidade da Serra;

Atenção às comunidades carentes atingidas por eventos climáticos.

*Utilizando o registro de arquivo da Focco Imagens Aéreas – ali no caminho para a Coxilha Rica – observamos que as almas vivas da Serra Catarinense, quando se fala em preservação dos campos de altitude, colocam-se na defesa desse legado ambiental e natural. Porém, sempre considerando campos de altitude aquelas áreas com mais de 1.500 metros em relação ao nível do mar, conforme orienta o Código de Meio Ambiente de SC. Daí, nesse patamar de altitude é possível preservação ambiental e produção em harmonia.

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Um plano para mulheres em SC

TRATA-SE DO PLANO ESTADUAL DE COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER LANÇADO PELO GOVERNO CATARINENSE

O Teatro Álvaro de Carvalho ficou assim, como um público predominantemente feminino, para acompanhar um dos atos mais concorridos do Governo do Estado. Foi o lançamento do governador Plano Estadual de Combate à Violência contra a Mulher, com ações previstas de 2025 a 2035.

O QUE DISSE JORGINHO MELLO

“Temos um plano robusto, construído pela primeira vez aqui em Santa Catarina, que olha para os próximos dez anos e traz medidas concretas para proteger as mulheres e combater a violência de gênero. São ações necessárias, que exigem responsabilidade e continuidade, e nós precisamos ter o compromisso de respeitar, apoiar e caminhar lado a lado com as mulheres”. Santa Catarina já é um dos estados mais seguros do Brasil, e com este plano vamos avançar ainda mais para garantir que nossas mulheres vivam com dignidade, segurança e respeito”.

Governador Jorginho e um plano com metas e ações para os próximos 10 anos em SC

CONTEÚDO DO PLANO

O plano estabelece uma política pública estruturada, integrada e permanente, construída com a participação das Secretarias de Estado da Segurança Pública, Assistência Social, Mulher e Família, Educação e das Forças de Segurança. São cinco eixos estratégicos que abrangem prevenção e educação, atendimento e proteção, responsabilização e reeducação dos agressores, monitoramento, produção de dados e avaliação.

COLEGIADO DO PLANO

“Formamos um colegiado que se reunirá semestralmente para dar sequência às ações, com foco em prevenção, proteção e, acima de tudo, conscientização e educação”, considerou a vice-governadora, Marilisa Boehm. A Secretaria da Segurança Pública, além de compor o Comitê Gestor do Plano, será responsável pelo monitoramento e integração dos dados. A Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Científica e Corpo de Bombeiros Militar vão seguir atuando em conjunto na prevenção e repressão.

Marilisa Boehm, a vice-governadora catarinense com a prefeita de Lages, Carmen Zanotto, durante o lançamento do Plano

Outras lideranças da Serra Catarinense, como a prefeita Lúcia Ortiz (Correia Pinto), integraram-se ao ato

MAIS A RESPEITO

Entre as ações previstas estão a inclusão da temática de violência doméstica e familiar nos cursos de formação, o fortalecimento da Rede Catarina de Proteção à Mulher, a criação de salas reservadas para atendimento especializado nas unidades da Polícia Científica, o fortalecimento da identificação de agressores e a implantação de programas e grupos de reeducação para autores de violência. Além da ampliação das delegacias especializadas, atualmente são 32 em operação, e ao final do plano a expectativa é de que chegue a 56.

Forças de segurança, reforço aos programas em andamento e monitoramento constante para reforçar a segurança das mulheres em SC

Fotos: Richard Casas/GVG

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SC: 1/3 da madeira ‘atendia’ os EUA

NO ANO PASSADO A VENDA DE MADEIRA AOS AMERICANOS GEROU MAIS DE R$ 3,5 BILHÕES À ECONOMIA CATARINENSE

Produtos à base de madeira geraram em 2024 um total de US$ 650,7 milhões em exportações para os Estados Unidos. Se pegarmos um cotação média do dólar de R$ 5,50 e multiplicarmos pelo valor citado, estamos falando de um faturamento superior a R$ 3,5 bilhões para a economia catarinense no ano passado, somente de produtos do setor madeireiro. Para se ter ideia, 37,3% daquilo que é exportado (pelo menos até a metade deste ano tinha como destino o mercado americano. Tinha porque a essas alturas o que existe é insegurança e indefinição para o setor.

FÉRIAS E CAUTELA

Empresários do setor madeireiro na Serra Catarinense estão adotando medidas de cautela em decorrência da taxação de 50% sobre os produtos brasileiros que adentrarem aos EUA. Entre as providências está a concessão de férias parciais a colaboradores e redução de equipes de trabalho. Isso de faz para evitar partir direto para demissões, no aguardo de algum cenário que restabeleça a situação anterior ao tarifaço ou reduza os efeitos do mesmo.

ASSUNTO NA FIESC

O novo presidente da Fiesc, Gilberto Seleme, que é do setor madeireiro, esteve reunido com o deputado Pedro Uczai, que coordena o Fórum Parlamentar Catarinense. Um documeto oficial da aduana norte-americana confirmou que o setor de madeira (e derivados) será atingido pelo aumento tarifário. Seleme cita que:

“Sem medidas de apoio às empresas exportadoras do segmento de madeira e derivados, móveis e molduras, os empregos catarinenses vão migrar para a Ásia. Países como o Vietnã, que já competem pelos mesmos mercados com os produtos de SC, estão mais competitivos por causa da tarifa de 50% imposta ao Brasil e tendem a ganhar participação no mercado norte-americano”.

Gilberto Seleme (direita), de Caçador, que desde sexta-feira, 08, preside a Fiesc, exterioriza preocupação com os rumos de setores da economia catarinense em decorrência da taxação perante aos EUA

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Escrituras: 2 mil áreas em 2 anos

ESSA É A META DO PROGRAMA LAR MAIS ESCRITURAS REPAGINADO E APRESENTADO EM LAGES

Para exemplificar em números, quando firmou parceria com a Uniplac no início do programa de regularização fundiária nos idos de 2017, Lages avançou se aproximando de 2.000 documentos entregues sem custos àqueles que residiam em imóveis, mas não possuíam escritura dos mesmos. Depois em outra etapa, o quantitativo diminuiu para cerca de 500 escrituras, sendo que inclusive havia necessidade de algum tipo de aporte para acessar o documento.

EXPERIÊNCIA NA EQUIPE

A equipe da prefeita Carmen Zanotto tem inclusive na pessoa do Chefe de Gabinete, Samuel Ramos, a referência da primeira iniciativa que foi exitosa. E exatamente essa parceria e linha de atuação que está sendo retomada. É nesse sentido que foi lançada uma releitura do programa, agora denominado Lar Mais Escrituras. A universidade cuidará da parte de técnica (medições, levantamento topográfico, elaboração de croquis, memoriais descritivos geográficos, mapa) e a prefeitura, a partir dos dados, encaminhará a questão documental.

CINCO MIL ÁREAS MAPEADAS

“O objetivo é entregar para duas mil famílias a escritura de seus imóveis dentro dos próximos dois anos”, aponta a informação oficial. De acordo com o Executivo de Habitação, Thiago Bettú, Lages possui mais de cinco mil áreas mapeadas para a regularização, cujas providências ocorrem ao longo dos próximos anos. Bettú cita que:

“A expectativa é de chegarmos a pelo menos duas mil famílias beneficiadas com as escrituras. Ao longo destes sete anos de atuação do programa no município tivemos a entrega de cerca de 2.500 escrituras. Queremos chegar a este montante em apenas dois anos”.

Thiago Bettú (entre os vereadores Batalha e José Osni) que comandará o Lages Mais Escrituras no registro com Samuel Ramos e Malek Dabbous

AJUDA DOS DEPUTADOS

O levantamento inicial será realizado na região Sul da cidade, abrangendo os bairros Santa Rita, Loteamento Letti, no bairro Centenário, e Loteamento Periá, no bairro Santa Catarina. Somente nestas áreas foram detectados cerca de 400 terrenos regularizáveis. O trabalho tem ajuda dos dois deputados estaduais lageanos. Lucas Neves (Podemos) já disponibilizou R$ 150 mil que está na conta da preeitura para ajudar custear os gastos. E Marcius Machado (PL) providenciará valor equivalente para agregar às providências.

Deputado Marcius dá um confere na assinatura da prefeita que viabilizará mais regularização de imóveis na área urbana, começando pelo Sul de Lages

O aporte em forma de emenda parlamentar de Lucas Neves na ordem de R$ 150 mil ajudará no custeio da demanda

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Senado 2026: ‘O homem está vindo’

CARLOS BOLSONARO INCURSIONA POR SC E HÁ GRUPOS SE PREPARANDO PARA AJUDÁ-LO A CONQUISTAR UMA VAGA AO SENADO

“Estamos nos organizando para ajudá-lo na campanha. Santa Catarina não irá faltar com o dever de elegê-lo para atuar nas mudanças necessárias a partir do Senado”. Relato de um dos integrantes de um grupo de pessoas que está se constituindo em Lages para ajudar o filho de Jair Bolsonaro a buscar uma vaga ao Senado. “Nem divulgue meu nome porque vai dar ciumeira, mas daqui a pouco muitos estarão conosco”.

E NÃO É SÓ NA SERRA

Esse movimento que busca dar ao vereador carioca, Carlos Bolsonaro, uma das vagas catarinenses na Câmara Alta, deve abranger boa parte do território catarinense, embora também existam resistências. Tratando o desafio mais como missão do que interesse próprio, o filho do ex-presidente já tem incursionado no Estado, como na participação de ato no mês de julho.

E…

Até onde se sabe, o próprio Jair Bolsonaro teria dito ao governador Jorginho que uma das candidaturas na coligação majoritária (Senado é majoritário e não proporcional), o PL catarinense define (provavelmente a deputada Carol De Toni), mas a outra vaga é reservada àquilo que o ex-presidente definir.

Registro de Carlos Bolsonaro em manifestação na cidade de Criciúma, tendo ele ainda participado de atos em Florianópolis. Carlos Bolsonaro que inclusive já circulou pela Serra Catarinense, visitando Urubici. Foi em 2019 quando deu entrevista à Rádio Gralha FM:

“Faz parte de todo bom companheiro fazer as vontades das mulheres. Estamos conhecendo um lugar legal. Isso é independente de política, faz parte do fim de semana da gente dar uma fugidinha e ficar com quem nos traz carinho”.

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