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Ensaio no gelo abaixo de zero grau

REGISTROS DA GEADA NOS CAMPOS DE LAGES PELAS LENTES DE MARLON SÁ MOLIN (MSM IMAGENS AÉREAS)

Fazendo – e bem feito – um trabalho para a Prefeitura de Lages, Marlon Sá Molin é o autor das imagens (cenas) que deram vida ao material (vídeo) sobre a geada da manhã do 25 de junho na localidade de Pedras Brancas. O conteúdo ganhou mais beleza ainda com Princesa da Serra entoada por Daniel Lucena como música de fundo. A prefeitura não distribuiu para a imprensa, mas colocou em seu portal meia dúzia dos registros. E com o devido reconhecimento ao esforço do rapaz da MSM Imagens Aéreas, a gente compartilha os retratos que se constituem um verdadeiro ensaio fotográfico abaixo de zero.

À esquerda a rodovia SC-114 que liga Lages a São Joaquim e ao fundo os paredões das Pedras Brancas

O registro é de cima da Fazenda Pedras Brancas que retornou às operações de hospedagem turística. A referida fazenda que é pioneira no turismo rural lá nos idos da década de 1980.

O manto de gelo cobre a paisagem na parte baixa das Pedras Brancas

A mesma propriedade numa visão de outro ângulo com o aparecimento dos primeiros raios de sol

No contraste do gelo das primeiras horas da manhã os pinheirais sobreviventes nos campos de Lages

A tecnologia a serviço dos profissionais de fotografia. Esse registro somente é possível com o sobrevoo que o drone realiza na paisagem. Naturalmente que carece de sensibilidade de quem opera o equipamento para a leitura acima do cenário!

Fotos: Marlon Sá Molin para a Prefeitura de Lages

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A ‘venda parcial’ do frio em Lages

PREFEITURA COMPARTILHA VÍDEO MUITO BONITO DO FRIO NA LOCALIDADE DE PEDRAS BRANCAS EM UMA REDE SOCIAL

O Instagram foi a rede social escolhida pela prefeitura de Lages para exteriorizar, até onde vai o alcance da referida rede, o frio de – 3,4 graus registrados na maior cidade da Serra Catarinense. Na voz do saudoso Daniel Lucena, a música Princesa da Serra (o segundo hino da cidade) apresentou imagens feitas por drone na localidade de Pedras Brancas, quase na divisa com a cidade de Painel.

O ‘branco total radiante’ que parece propaganda de sabão em pó tomou conta da paisagem em solo lageano no contraste de campos e pinheirais cobertos pelo gelo.

LAGES PRECISA ‘VENDER MAIS’ O FRIO

Detentora da maior rede de hospedagem da Serra Catarinense (hotel fazenda, hotéis e pousadas), torce-se que com o advento da Secretaria de Turismo se estruturando, depois de voltar a existir neste ano, haja uma estratégia de apresentar o atrativo do frio também em Lages. Até porque, já faz algum tempo que quando se fala em temperatura baixa, o noticiário foca Urubici, Bom Jardim e São Joaquim, além de Urupema, a cidade mais fria do Brasil. Lages cochilou na estratégia de atrair turistas para sentir o frio, fazendo bate-e-volta nas cidades serranas e retornando para se hospedar por aqui. Mas nunca é tarde para focar nessa empreitada.

O FRIO DE LAGES

Embora sem obrigação de ofício de apresentar o clima de frio rigoroso em Lages, o jornalista Pablo Gomes fez sua parte no amanhecer congelante do 25 de junho. Aproveitou o início de expediente na Epagri para fazer alguns registros que dão ideia da friagem na maior cidade da Serra Catarinense. Registros que, por sinal, emplacaram em grandes meios de comunicação, ajudando a ‘vender’ a baixa temperatura do inverno que começou há menos de um semana.

Lages ao fundo desperta com temperatura abaixo de zero (-3,4 graus) no contraste do gado no pasto e a lida para os lados da Epagri (Morro do Posto)

Um outro contraste com as luzes da cidade ainda acesas e o gado dividindo espaço com o gelo na relva congelada nos altos de Lages

Fotos: Pablo Gomes – Bolsista Epagri/Fapesc e print do vídeo da prefeitura de Lages

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Lages: Inquietação com a Agricultura

PREFEITA CARMEN ZANOTTO DEMONSTROU ISSO DURANTE REUNIÃO COM O PRESIDENTE DA EPAGRI

Como nas últimas semanas a pauta predominante era Festa do Pinhão, colocamos o tema em um canto da pauta para abordar no pós-evento. Lá no dia 10 de junho a prefeita Carmen Zanotto recebeu o presidente da Epagri, Dirceu Leite que, acompanhado dos gerentes em Lages (Marlise Ciotta e José Márcio Lehmann) discutiram alternativas para fomentar mais o setor agrícola da maior cidade da Serra Catarinense.

NÚMEROS E PROPÓSITO

Durante a conversa foram apresentados dados como o fato de 6% do PIB lageano ter como origem o agronegócio. Considera-se no contexto os 14 mil hectares de soja e os quase 4 mil hectares de milho, além dos 32 mil hectares de florestas de pinus e as 89.000 cabeças de gado que integram o rebanho lageano. A reunião revestiu de tamanho importância que, aquilo que era para ser um encontro formal de meia hora, durou a manhã inteira. O foco é diversificar e expandir a produção agropecuária de Lages.

ALÉM DE ESTRADAS

O poder público não se recolhe da tarefa de garantir a infraestrutura básica, com a manutenção de estradas (embora haja reclamações pontuais e dificuldades de atender demandas). Mas a prefeita Carmen Zanotto se mostrou bastante angustiada, entendendo que agricultura é mais que manter estradas. “Os produtores de madeira e criadores de gado são grandes e estão consolidados. Precisamos estimular os pequenos. O que vamos fazer além de manter as estradas?”. Foi o que pontuou em tom de indagação e desafio à própria equipe. “Temos que definir e implementar uma política pública para o setor”, acrescentou a prefeita, entendendo que esse fomento tem que atender especialmente o pequeno produtor, para que esse produza mais e o resultado disso agregue à economia da cidade.

“Devemos buscar os perfis empreenddores, incentivá-los a acreditar e investir”, acenou o presidente da Epagri, Dirceu Leite, colocando o corpo técnico da empresa à disposição de um projeto de fomento que amplie a produção agrícola em Lages.

Pedro Donizete, secretário e o adjunto Ronaldo Duarte (ambos da Agricultura de Lages), acompanharam a conversa.

Fotos: Jornalista Pablo Gomes – Bolsista Epagri/Fapesc

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Vinho: Frio embala venda na Serra

VINÍCOLAS DA SERRA CATARINENSE VIVENCIAM PROCURA SIGNIFICATIVA PELOS RÓTULOS DE ALTITUDE

No sábado, 21, enquanto estávamos em São Joaquim, ouvimos uma informação que serve para dar uma ideia de como está a procura pelos vinhos de altitude neste período de baixas temperaturas na Serra Catarinense. Somente uma vinícola teria vendido R$ 30.000,00 em vinhos na sexta-feira, 20. A procura pelo vinho aumenta à medida que as temperaturas ficam amenas e o turismo quer aproveitar o passeio (inclusive nas vinícolas) para levar uma garrafa para casa. A Casa do Vinho, cuja matriz é São Joaquim e tem loja em Lages, registra na unidade de Urubici o seu maior volume de vendas nesta temporada, segundo as informações que obtivemos dos proprietários.

O FRIO NA VILLA FRANCIONI

Para evidenciar o clima rigoroso do frio nesta época, a empresa que presta assessoria de comunicação à Vinícola Villa Francioni, compartilha um registro que traduz o clima das imediações do primeiro empreentimento vitivinícola da Serra Catarinense. Com temperatura de – 5 graus e sensação térmica de – 11 graus, um pequenp reservatório de água que enfeita a frente da Villa Francioni congelou, permitindo um registro interessante.

Para contrastar um dos melhores exemplares da Villa Francioni (o vinho Dilor, que homenageia o pioneiro Dilor Freitas) teve uma garrafa aberta e colocada em cima do gelo formado pela geada dos – 5 graus. A foto é de colaboradores da própria Villa Francioni.

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Leitura técnica da Festa do Pinhão

DADOS COMPILADOS AVALIARAM REPERCUSSÃO DO EVENTO E INDICAM DADOS AOS GESTORES DE LAGES

A frase do escritor Lewis Carroll para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve não se aplica à gestão de Lages quando o assunto é Festa do Pinhão. Desde antes do começo das festividades, a prefeita Carmen Zanotto já tinha em mente levantar informações que irão embasar a decisão sobre o ‘para onder ir’ em relação ao evento.

NESSE SENTIDO

A prefeita nomeou uma equipe para pensar o modelo a ser adotado em anos seguintes. Da mesma forma foi planejada uma pesquisa durante os 17 dias para nortear decisões, independente do modelo que irá prevalecer. E até mesmo um levantamento minucioso, feito por profissionais que dominam a leitura técnica de redes sociais e portais de notícias, foi realizado até para eventuais correções e direcionamentos de decisões.

SOBRE ESSE LEVANTAMENTO

Tivemos acesso (acredito que com exclusividade) a esse levantamento técnico que analisou a repercussão da Festa do Pinhão para os lageanos e o público fora da cidade. Logicamente que não houve unanimidade até porque há situações a serem revistas em um cenário totalmente novo.

Acima temos o resultado da análise de 12 laudas contendo referências nas redes sociais à Festa do Pinhão, considerando o conteúdo em si e comentários do público a respeito.

Este outro gráfico aponta como os meios de comunicação ‘venderam’ a Festa do Pinhão através de reportagens e outros produtos de interatividade nos respectivos domínios.

QUESTÕES NEGATIVAS

NAS REDES SOCIAIS

O relatório que chega aos organizadores da Festa do Pinhão e membros da administração de Lages contém também avaliações negativas. A ideia foi compilar tudo, para que a análise fosse fiel à realidade.

Acima, os profissionais que elaboraram o trabalho interpretaram as três principais razões das menções não positivas do evento

A VISÃO POSITIVA DO PÚBLICO

No item ‘organização do evento’ é citada a questão segurança. E esse também foi um dos diferenciais do evento, sem nenhuma ocorrência de vulto relacionada à Festa, a partir do trabalho amplo da PM, com a participação da Polícia Civil, Agentes de Trânsito, Segurança Privada e demais forças de segurança.

ASSIM

O referido relatório é amplo, contendo 50 páginas, com informações minuciosas sobre a repercussão da Festa do Pinhão, os aspectos também negativos que foram apontados, enfim, conteúdo que os organizadores considerarão na tomada de decisão futura.

ESTRATÉGIA COM A PREFEITA

Não se sabe quem articulou a estratégia da entrega da Festa ao lageano pela prefeita Carmen Zanotto, mas o fato é que ela esteve presente em todos os lugares, onde havia evento. Até parecia que existia um túnel entre o Calçadão e o Estádio, ao ponto de ela falar na abertura do show de Luiz Marenco e, quase no mesmo horário, subir ao palco antes de Guilherme & Benutto no Tio Vida. E ainda na mesma quarta-feira, 18, foi ao Centroserra no show de Ferrugem.

E ASSIM…

Ora de bombacha, ora de vestido de prenda, a prefeita foi às arquibancadas do estádio cumprimentar as pessoas, frequentou várias vezes a rua coberta e ainda mantinha a agenda no Paço, inclusive com deslocamentos a Florianópolis e São Joaquim, durante a edição. Recepcionou duas vezes o governador Jorginho, interagiu com os colegas prefeitos da Amures, enfim, praticou liderança.

Embora, por estar em início de mandato, não precisasse criar uma estratégia para ampliar a aproximação com as pessoas, isso ocorreu por parte da prefeita durante as andanças nos locais de Festa.

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Lages: Diferencial dentro da prefeitura

EQUIPE DE UM DOS SETORES MAIS IMPORTANTES DA PREFEITURA DE LAGES DÁ EXEMPLO DE EMPATIA COM O PÚBLICO

Se um ou outro contribuinte chegar de cara fechada no Setor de Arrecadação da Prefeitura de Lages – porque esse negócio de pagar imposto nem sempre deixa a gente feliz -, vai sair do ambiente com as demandas encaminhadas (sobre recolhimento de tributos) e a alma mais leve. A razão é a postura dos servidores e servidoras que atuam no andar térreo do prédio da prefeitura. Cada referência festiva do calendário, todos se paramentam fazendo alusão à data.

EXEMPLO DISSO

Dos trajes típicos da Oktoberfest aos foliões do Carnaval. De referências ao Dia da Independência ao Dia da Criança. Enfim, a equipe exterioriza um ambiente de harmonia, despertando no frequentador da referida repartição pública a sensação de que está adentrando em um local agradável. Com essa iniciativa, o grupo acaba entregando à coletividade muito além da prestação de serviço em si, mas o exemplo de que é possível servir, atuando de forma harmoniosa e despertando nas pessoas a tão necessária empatia.

E porque vivemos tempos de festas juninas, aqui está um exemplo do que relatamos, com o grupo devidamente caracterizado para uma Festa de São João. Não tem como adentrar em um ambiente, deparar-se com referências como essa, sem se sentir acolhido.

E como se visualiza no registro, todas levam a sério as vestimentas para as datas alusivas como neste Dia de São João. Só faltou um padre para o casório que é encenado na data porque a noiva apareceu!

ENTÃO

O registro quis evidenciar a dedicação de alguns integrantes do serviço público em não apenas servir, prestando o serviço, mas ir além, entregando empatia e criando um ambiente menos carrancudo. Tudo isso, claro, sem deixar de cumprir as tarefas que, no caso do Departamento que ilustra o relato, é um dos mais importantes da prefeitura, a área de arrecadação tributária.

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