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Terceirizada explorará cascalheira

EMPRESA FARÁ A LOGÍSTICA PARA PRODUZIR 30.000 M³ DE CASCALHO E PEDRA PARA COLOCAÇÃO NAS VIAS URBANAS

Está em andamento processo licitatório para a contratação de empresa terceirizada. Com valor fixado na ordem de R$ 250.000,00 o procedimento busca que a vencedora do certame explore (retire) 30.000 metros cúbicos de cascalho para atender as demandas de infraestrutura na Secretaria de Obras de Lages.

MATERIAL DE ONDE?

Trata-se da retirada de material na área onde é prevista a implantação da ZPE – Zona de Processamento de Exportação de Lages em uma cascalheira descoberta mais ao fundo do terreno às margens da BR-282. Essa exploração pelo município, inclusive atendendo as licenças ambientais previstas, evidencia que o projeto da ZPE não é algo imediato, precisando vencer etapas. Enquanto isso, o local serve, pelo menos, para a retirada de pedras.

Ao fundo o Posto da PRF de Índios. Este local tem previsão de receber a ZPE (provavelmente em parte da área). Daqui devem sair cerca de 30 mil toneladas de cascalho para melhorar a infraestrutura das ruas de Lages.

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Cenário: PP e União juntos em Lages

PARTIDOS CONSOLIDAM FEDERAÇÃO. EM ÂMBITO DE LAGES NÃO HÁ GRANDE REFLEXO DEVIDO AO DESEMPENHO SOFRÍVEL NAS URNAS EM 2024

O líder comunitário Célio Andrade foi o candidato a vereador pelo União Brasil na eleição municipal de Lages no ano passado que somou a maior quantidade de votos: 431. Como a soma de todos os candidatos ao legislativo não totalizou o quociente eleitoral, a sigla não elegeu e nem deixou suplentes. Um pouquinho diferente, mas não muito, situa-se o PP em âmbito paroquiano. A sigla lançou uma nominata interessante, mas sustentada pelo desgaste da gestão que integrava (com o vice), elegeu apenas Joinha a vereador.

FEDERAÇÃO PP E UNIÃO

Como ‘mágoas passadas não movem moinhos’ e nem dão votos, PP e União Brasil superaram a fase de lamber as feridas em âmbito local e passam a seguir um caminho único. Isso por causa da federação sacramentada neste penúltimo dia de abril. O modelo é aquele mesmo que ‘uniu’ o Cidadania e o PSDB. Cada sigla tem sua autonomia, mas para o conjunto de ações passam a ser uno. Se na majoritária em Lages o PP não foi a lugar nenhum, o União Brasil colocou Lio Marin no jogo e somou 11.690 votos que, convenhamos, constitui-se um espólio que não dá para desprezar.

É cedo e incógnito para visualizar a reação local da junção entre PP e União Brasil, mas o nome de Lio Marin, em todo o grupo – caso ele não tenha se desiludido da política – seria o mais interessante para uma disputa proporcional no pleito do ano que vem por Lages. Só tem que ver se o pessoal do PP não vai querer tomar conta!

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Clube 14 vira condomínio de luxo

ENQUANTO A PREFEITURA LIBERA O SIERRA I NA REGIÃO NORTE DE LAGES, OUTRO CONDOMÍNIO ESTÁ A CAMINHO NA SC-114

Qualquer condomínio residencial a ser implementado, precisa preencher requisitos que vão desde a pavimentação de vias, passando pela instalação de redes de água e esgoto, além de energia elétrica e outras exigências de ordem urbanística. A prefeita Carmen Zanotto assinou decreto que libera nove terrenos do Loteamento La Sierra I que estavam caucionados para a prefeitura.

ENTENDA ESSA DINÂMICA

A empresa incorporadora inicia um empreendimento e estabelece um quantitativo de terrenos que ficam ‘em poder’ do município. Esses não podem ser vendidos até que se execute toda a obra de infraestrutura prevista em lei. Executadas as obras, a Seplam realiza vistoria e, estando 100% conforme o determinado na legislação, os terrenos caucionados são liberados para que a empresa venda.

ASSIM

Trata-se de uma garantia para que, em caso da empresa não cumprir suas obrigações, os terrenos garantam os custos das obras urbanísticas. Nesse sentido, as obras previstas do La Sierra I foram concluídas e os nove terrenos liberados. Esse empreendimento tem previsão de um acesso à marginal da BR-282 (entre a Havita e a GTS no bairro São Paulo). Mas nesse caso, ainda não há novidades sobre tal obra.

E ONDE ERA A SEDE CAMPESTRE DO CLUBE 14…

Foi dado o primeiro passo, com a publicação da autorização para parcelamento de solo, de uma área pertencente à empresa Pontual Incorporadora e Empreendimentos Imobiliários S/A. Trata-se de terreno (dentro de outro maior) medindo 238.827,00 m² dos quais 90.581,00 m² para lotes e a APP (preservação permanente) soma 93.848,00 m². O empreendimento se chamará Condomínio Residencial Plátanos, situado às margens da SC-114 na saída para São Joaquim.

O empreendimento se situará na área onde deveria funcionar (e acredito que no passado funcionou) a sede campestre do Clube 14 de Junho.

Um prospecto daquilo que está sendo pensado para o Condomínio Residencial Plátanos onde foi instalada inicialmente a sede campestre do Clube 14.

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Prefeitura ‘pega’ área de volta

REVERSÃO DE ÁREA CONCEDIDA À INDÚSTRIA MOVEILEIRA OCORRE A PARTIR DE PROCESSO ADMINISTRATIVO

Uma das dificuldades para incentivar novas indústrias em Lages é a falta de área a ser doada. Essa realidade pode ser minimizada, com a disponibilidade de terrenos, a partir de processos de reversão de direito de uso dado à empresas que, após o prazo previsto, não se estabeleceram. Acreditamos que esse é o primeiro processo nesse sentido, concluído em 2025. Na verdade, é um encaminhamento iniciado em 2023 através de abertura de um processo administrativo que deu ampla defesa ao beneficiado pela área.

QUAL ÁREA?

No ano de 2019 o então prefeito Antonio Ceron, na linha de concessão de benefícios à empresas, assinou um termo de concessão à indústria do setor moveleiro. A mesma se instalaria na área industrial do bairro Ferrovia, ocupando um terreno de 3.437,96m². Como o investimento não se consolidou, foi aberto um processo administrativo e agora a prefeita Carmen Zanotto e o secretário Joel Mello Júnior (Indústria e Comércio), assinaram a reversão da área ao município. É provável que outra empresa seja beneficiada com o espaço para empreender. Como essa, há outras que a municipalidade deve ficar atenta e tomar as providências, diante do não cumprimento daquilo que foi estabelecido no termo de concessão.

Passa pela área jurídica a análise de áreas doadas, com a devida verificação se a empresa beneficiada cumpriu os requisitos que a fizerm acessar à concessão do terreno.

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Obras previstas para o Tio Vida

ESTÁDIO RECEBERÁ OBRAS DE R$ 300 MIL E PROVIDÊNCIA NÃO GUARDA RELAÇÃO COM SHOWS DA FESTA

Estamos a 45 dias do início da Festa do Pinhão – 13 de junho – e os encaminhamentos apontam a realização de shows nacionais no estádio Vidal Ramos Júnior. O local deve receber algumas adequações, mas é pouco provável que essas estejam previstas na licitação que está na praça. O certame se propõe a contratar empresa de engenharia, especializada em construção civil e instalações elétricas. O valor estimado é de R$ 316.786,22.

É pouco provável que as obras que estão sendo licitadas sejam para os shows da Festa do Pinhão porque o certame será aberto dia 20 de maio. Naquela data faltarão três semanas para a referida festa. Logo, são obras para a estruturação do Tio Vida, independente do local sediar ou não os shows.

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Granizo: Contraponto da AMAP

PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE MAÇÃ APONTA QUE A SITUAÇÃO É COMPLICADA

“Discordo da sua matéria. Os prejuízos foram imensos. Só quem sente na pele, sabe o tamanho do problema. E nao foi só o granizo. Teve mais contratempos.* Acho que o prejuízo é muito maior do que estão falando aí”. Mensagem do Gabriel Corrêa Nunes a respeito das perdas causadas pelo granizo em São Joaquim.

E…

Guaraci Contessi Mello também escreve e cita que, não acreditar nos dados (2 mil propriedades afetadas) e desacreditar na Epagri que fez o levantamento. Da mesma forma, o próprio deputado Lucas Neves observa que sua manifestação na Alesc se baseou nos dados apontados pela AMAP.

CONTRAPONTO IMPORTANTE

Porque, em tese, estamos do mesmo lado, tentando exteriorizar as perdas (também pelo granizo) e, no nosso caso tentar não deixar que a intempérie afete a boa referência da maçã joaquinense, trocamos mensagens com Sheila Zanete. Ela preside a AMAP – Associação dos Produtores de Maçã e Pêra de Santa Catarina. Ela admite que talvez 2.000 propriedades afetadas seja um número superestimado. Entretanto, as perdas são enormes. “Não apenas na safra deste ano, com as frutas danificadas pelo granizo, mas nas próprias plantas que apresentarão queda de produtividade em safras futuras”.

APELO AO GOVERNO

Segundo Scheila Zanete, é fundamental exteriorizar essa realidade das perdas, prejuízos e problemas enfrentados pelos fruticultores para que haja sensibilidade tanto do Governo do Estado quanto do Governo Federal para que tais estrututras acenem com crédito agrícola diferenciado “e até algum outro tipo de apoio” aos produtores de maçã. A presidente da AMAP observa que há casos onde o granizo afetou em tamanha proporção os pomares que os donos desses terão muita dificuldade de recompor os investimentos, caso não haja algum tipo de política pública para ajudar. “É por causa de realidades assim que precisamos da ajuda governamental para o setor”, confirma Sheila Zanete.

Wagner Urbano fez os registros da maçã ‘no gelo’ depois do granizo que afetou pomares em São Joaquim

*Sobre o ‘mais contratempos’ que Gabriel Nunes se refere, houve queda de produção especialmente da variedade Fuji (colhida mais tarde) por causa das temperaturas elevadas de fevereiro e meados de março. Há casos de pomares que, embora tenham colhido antes do granizo, registraram perdas de até 50% na fruta da melhor categoria (CAT 01).

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