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Anulada compra de caminhonete ao vice

JAIR JÚNIOR ESTAVA COMPRANDO UMA PICK-UP CABINE DUPLA PARA A SEMASA NO VALOR DE R$ 234.700,00

Depois do terno de R$ 900,00 encomendado pelo então diretor presidente da Semasa, a nova gestão da autarquia seguiu fazendo um pente fino nas aquisições sob a rubrica do vice-prefeito Jair Júnior. Deparou-se com a aquisição de uma Caminhonete Pick-Up cabine dupla, cujo empenho indicava a Nissan do Brasil como apresentadora do valor mais módico.

Da linha Nissan, as caminhonetes cabine dupla são essas Frontier cujo preço da venda à Semasa foi de R$ 234.700,00. Observe-se que não existe qualquer irregularidade ou ilegalidade na compra que atendeu os critérios licitatórios. O problema reside na necessidade de uma possante dessas para a autarquia que cuida da distribuição de água na área urbana de Lages e no distrito de Santa Terezinha do Salto.

ANULAÇÃO DA COMPRA

Ao visualizar a aquisição e não vendo necessidade desse tipo de veículo para a Semasa, a nova gestora, Paula Cristina Granzotto, consultou o gabinete da prefeita Carmen Zanotto e encaminhou a anulação do empenho.

A gestora da Semasa, Paula Cristina Granzotto, justificou citando no corpo do empenho a necessidade de “viabilizar a aquisição de veículos mais adequados à demanda dos serviços da Semasa, opta-se pela anulação desta aquisição”.

ASSIM

Não se sabe se a Frontier 2025 era para prestação de serviços ou uso do diretor presidente. Entretanto, a Semasa não presta diretamente serviços na rede. Isso ocorre através da terceirizada, a empresa Itajuí. E para os serviços diversos, em precisando de um utilitário do gênero, o ideal são pequenas caminhonetes tipo Strada, Saveiro ou veículos do gênero que custam a metade do preço.

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SC-114: Está recuperada na Serrinha

OBRA ESTÁ EM FASE FINAL DE SINALIZAÇÃO COM A DEVIDA CORREÇÃO QUE EVITA RISCOS DE DESMORONAMENTO

Era começo de outubro de 2023 quando a infiltração de água da montanha causou rachaduras na pista da SC-114…

Um amplo trabalho de contenção foi executado pela SEI – Secretaria de Estado da Infraestrutura para evitar que o local apresentasse problemas futuros…

Foi improvisado um desvio enquanto a obra era executada (desvio que por sinal não deu certo)…

E o trabalho de recuperação se estendeu por alguns meses, executado em caráter emergencial por uma empresa licitada

Chegamos neste começo de abril o trecho ficou assim com gabião (muros de pedras seguras por telas), contenção reforçada, sinalização feita e a chamada Serrinha está pronta e segura para garantir a interligação entre Lages e o resto do mundo, via São Joaquim.

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Uma ajuda para viabilizar a ZPE

DEPUTADO MÁRIO MOTTA (PSD) CONFIRMA RECURSOS PARA ETAPA INICIAL PARA VIABILIZAR A ZONA DE EXPORTAÇÃO EM LAGES

Temos uma notícia ruim e a outra boa sobre a implantação da ZPE – Zona de Processamento de Exportação prevista para ser instalada às margens da BR-282, no distrito de Índios, em Lages. A má notícia é que não existe (ainda) projeto de licenciamento ambiental (embora se trate do assunto desde 2022). Tão pouco há EIA e RIMA (siglas para Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental), indispensáveis para viabilizar empreendimentos do gênero. A boa notícia é que, informado sobre essa realidade, o deputado Mário Motta (PSD), garantiu a destinação de recursos (via emenda parlamentar) para tais providências.

Deputado Mário Motta no diálogo com o presidente Wiggers da Acil e a garantia de recursos para os projetos ambientais da ZPE. Ajuda que cai do céu para o projeto!

MUITA FALAÇÃO E POUCA AÇÃO

A implantação da ZPE em Lages é um divisor de água para a economia da Serra Catarinense. Remete há 3 anos uma das primeiras reuniões que tratou do assunto. De lá para cá, quase nada evoluiu. Nos encaminhamentos recentes, essa ajuda do deputado Mário Motta é o que temos de mais prático sobre o projeto. É preciso que entidades e lideranças vão além da pregação, do discurso, do otimismo. Ações práticas, como esse encaminhamento do projeto para EI e RIMA, são fundamentais. Do contrário, Lages vai virar a cidade das ‘zonas véias’. Uma no Acesso Sul e outra na Saída Leste.

CUSTO DA ZPE É ELEVADO

Como leigos no assunto, não conseguiríamos apontar uma estimativa próxima da realidade do custo para implementar a ZPE em Índios (DL – Distrito de Lages). Entretanto, além da parte burocrática documental, que inclui projetos como os citados acima, é necessário um conjunto de ações práticas. É o caso da construção de um trevo de acesso (a partir da BR-282), arruamento, implantação de redes de esgoto, energia elétrica (que precisa ser estendida uma rede potente até lá), asfaltamento e demais infraestrutura que integra um empreendimento do gênero. Talvez uns R$ 10 milhões. Talvez o dobro disso. Talvez mais. O fato que não é um empreendimento no improviso. É preciso de investimento robusto. Talvez por isso, o local onde é para ser a referida Zona, atualmente não passa de um capoeirão.

A Acil não tem se recolhido da discussão, colocando a ZPE na pauta. Entretanto, as ações práticas não evoluem. A área pensada aparece ali no mapa, às margens da BR-282, na saída para o Oceano Atlântico.

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Preço do pinhão varia até 70%

PROCON DE LAGES FEZ PESQUISA DE PREÇOS PARA DAR IDEIA DOS VALORES PRATICADOS. ANGELONI É O ‘MAIS CAREIRO’

Logicamente que não existe poder do Procon em fixar ou tabelar preço de qualquer produto. Quer seja em combustível ou até mesmo no próprio pinhão, cada comerciante ou revendedor pratica o preço que quiser, pela ausência de regulamentação que determine preço mínimo ou máximo deste ou daquele produto. Entretanto, para dar uma ideia ao consumidor de valores praticados, o Procon de Lages realizou uma pesquisa de preços sobre o valor do quilo do pinhão praticado no varejo. Os dados foram os seguintes:

As redes ‘de fora da cidade’ – com exceção do Myatã que é de Lages -, são as que praticam os valores mais elevados. Os Supermercados Angeloni chegam a cobrar R$ 17,00 pelo kg. Inclusive é importante o consumidor ficar atento porque, em alguns estabelecimentos, é colocado para a venda pinhão de câmara fria, fácil de reconhecer e de qualidade bem questionável se comparado com aqueles desta safra.

DIZ A INFORMAÇÃO DO PROCON QUE…

“De acordo com o levantamento feito, os valores podem apresentar variações de até R$ 7 entre o estabelecimento mais caro e o mais barato. O pinhão é vendido por peso e no supermercado mais barato está R$ 9,99/kg, enquanto o mais caro está R$ 16,99/kg. Em alguns supermercados o consumidor também consegue encontrar o pinhão já cozido, descascado e até mesmo moído. Nestes dois casos, os valores ficam entre R$ 39,99/kg e R$ 44,99/kg”.

Foto da jornalista Silviane Brum que ilustra o conteúdo da pesquisa do Procon em Lages

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Protesto abaixo de mau tempo

SERVIDORES MANTIVERAM AGENDA DO PROTESTO PELO ATENDIMENTO DAS REIVINDICAÇÕES EM LAGES

A chuva da manhã da terça-feira, 08, não adiou o protesto agendado pelo funcionalismo municipal de Lages associado ao SindServ. A categoria segue reivindicando 12% de aumento (ganho real e reposição), ainda o vale alimentação na faixa de R$ 650,00 e a fixação de um piso mínimo de R$ 1.730,00. Nas faixas da passeata na manhã, constava também incorporação do abono ao salário base.

O deslocamento dos servidores entre a Catedral e o Calçadão com faixas elaboradas pelo SindServ na cruzada em busca de reajuste e outros benefíciosà categoria

Presidente Nore (esquerda) liderou o movimento que foca pressionar a prefeita Carmen Zanotto a atender a pauta de reivindicações

EXISTE POSICIONAMENTO DO PAÇO

Tanto nas palavras do secretário Evandro Frigo (Fazenda) quando naquilo que exteriorizou a prefeita Carmen Zanotto, o posicionamento é o mesmo em relação ao estado de greve: Não haverá atendimento ao que está sendo pedido. Há inclusive decisão de judicializar uma eventual greve, apontando ilegalidade da mesma, mas sem acenar qualquer tipo de benefício além daquilo que foi concedido (6,27% de aumento nos salários e 10% de reajuste no vale alimentação).

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Mais uma leva de aposentadorias

ENQUANTO A REFORMA PREVIDENCIÁRIA NÃO VAI PARA A PAUTA, SEGUE A CONCESSÃO DE BENEFÍCIOS PELO LAGESPREVI

Dentro da legitimidade inconteste dos servidores municipais de Lages, segue a ritualística de concessão de aposentadorias a servidores municipais, a partir do momento que adquirem o direito ao benefício. Foi para o Diário Oficial mais um conjunto de decretos assinados pela prefeita Carmen Zanotto atendendo a legislação e concedendo as respectivas aposentadorias.

E…

Todas as concessões consideram as atuais regras de concessão, visto que a reforma da previdência no município, que pode alterar o regramento, ainda não foi para a pauta na Câmara. Observe-se que as novas regras a serem obrigatoriamente implementadas não afetam quem tem direito adquirido e havendo um prazo para entrar em vigor.

O QUE A GENTE SABE

Havia um projeto de lei enviado pela gestão anterior para a Câmara de Vereadores. Entretanto, optou-se por deixar a matéria em um canto, adiando a colocação na pauta de discussão. A prefeita Carmen Zanotto pediu o projeto para avaliar o teor e, se necessário, implementar algumas adequações. Não há fato novo sobre outros passos relacionados à matéria.

REFLEXOS DA REFORMA

Haverá dois reflexos na implementação da reforma previdenciária no âmbito do funcionalismo municipal. Um mais imediato e outro a longo prazo. Em relação ao esse último, com o tempo, vai se reduzindo o aporte que a prefeitura precisa repassar ao LagesPrevi todo mês para complementar as despesas referentes à diferença entre o arrecadado e aquilo que é necessário para pagar benefícios (pensões e aposentadorias). Hoje o valor ultrapassar os R$ 3 milhões mensais além da contribuição patronal.

E…

Sobre o reflexo mais imediato, trata-se da mudança de regra, com servidores precisando (após cumprido um pedágio) ter 62 anos de idade se mulher e 65 anos se homens, para acessar a aposentadoria, além de haver um teto máximo do benefício que hoje é de R$ 8.157,41.

A questão da reforma precisa ser acompanhada atentamente pelos sindicatos, principalmente para que o teto mínimo em que o servidor aposentado deve contribuir seja maior, não afetando aqueles que recebem pouco. O presidente do SindServ (acima na foto com a presidente do Simproel), deixou a condição de servidor ativo. O presidnete Nore é um dos novos aposentados, a partir do cumprimento de todos os requisitos de tempo de serviço na prefeitura.

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