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´Saúde na mão’ não está na mão

SERVIÇO DE TELEATENDIMENTO FOI DESATIVADO SEM NENHUM TIPO DE COMUNICAÇÃO EM LAGES

“O serviço não está disponível”.

Uma voz metálica repete a mensagem grifada em itálico acima cada vez que o lageano liga para o 0800 do aplicativo (ou serviço) Saúde na Mão Lages. Não houve nenhum comunicado oficial se o sistema iria ser desativado, desabilitado ou se o número mudou. Simplesmente o serviço, que funcionava a contento, para quem buscava determinados tipos de atendimentos e orientações silenciou da noite para o dia.

COMO FUNCIONAVA?

Nunca ficou claro se a central do Saúde na Mão funcionava em Lages ou outro parte do mundo. Da mesma forma, ao se vender o bom serviço, não se exteriorizou o custo disso. Mas do ponto de vista funcional era uma mão na roda ao ponto de prefeituras como de Florianópolis (do topa tudo Topázio) ter implementado o serviço no lado de lá das pontes. Quando o usuário ligava, era direcionado para um médico (a), enfermeira (o), enfim, para um profissional que atendia as demandas, orientando o que o paciente deveria fazer.

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Lages paga R$ 22,22 por consulta

ISSO PARA MÉDICOS ATUAREM NAS UBS PODENDO PRESTAR ENTRE 250 E 800 ATENDIMENTOS POR MÊS

É constante o processo de celebração e renovação de contratos entre o município de Lages e profissionais da área médica para atender demandas de consultas em Unidades Básicas (UBS) nos bairros. Para quem tem dúvida – e alguns tecem críticas – à falta de médicos, é que não há muitos profissionais disponíveis a esse atendimento direto da população nos bairros. Ademais, a remuneração deles é relativamente baixa para atender com valor unitário de R$ 22,22 por consulta. Nos contratos assinados, cada médico ou médica deve atender pelo menos 250 pacientes por mês (uma média de 10 a 12 por dia útil), podendo chegar à prestação de serviços atendendo até 800 consultas.

‘ATENDEU UNS E FOI EMBORA’

E comum a reclamação nos bairros de que o médico chega, atende uns 10 e vai embora. Geralmente essa é cota que ele precisa cumprir, a partir daquilo estabelecido no contrato. A hipótese de um médico atender fool time (4 horas direto, por exemplo, no período da manhã), não existe. O modelo de contratação é por consulta. Daí a razão de atender uns e ir embora, até porque o profissional tem outras agendas ao longo do dia.

Quando assina um contrato para prestar serviços em UBS, um médico recebe valor variável entre um mínimo de R$ 5 mil mensais (por 250 consultas), até três vezes tal valor e, ao invés de 10 pessoas, atender 35 por dia em uma Unidade de Saúde.

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Pessoas de rua: Discutindo o discutido

PREFEITA CARMEN CHAMOU REUNIÃO PARA TENTAR SOLUÇÃO A UM PROBLEMA COMUM EM VÁRIAS CIDADES

Nesta semana repercutiu nos meios, um levantamento realizado nas principais cidades catarinenses sobre o quantitativo de pessoas em situação de rua. Lages aparece na 7ª posição no Estado com 397 pessoas enquadradas dentro do conceito de pessoas em vulnerabilidade social que vivem na rua. Há então, cidades onde a situação é mais gritante. Entretanto, cada município precisa administrar e buscar solução para suas realidades.

NESSE SENTIDO

A prefeita Carmen Zanotto chamou reunião, que por sinal, na mesma linha havia sido realizada no ano passado. Sem uma solução efetiva, a ideia foi compartilhar com entes a realidade e tentar uma solução conjunta. Da conversa que envolveu representantes de áreas como Social e Saúde, no âmbito da prefeitura, e forças de segurança como a PM e Polícia Civil, foi elencado um conjunto de cinco providências para o enfrentamento do problema.

TAREFA À PREFEITURA

Exceto a busca de parceria com a iniciativa privada para qualificar e dar emprego às pessoas que se disporem a mudar de vida (sugestão vinda da reunião), as demais soluções apontadas são de atribuição da própria prefeitura. Os encaminhamentos passam por criar e fortalecer programas na área social, reforçar a abordagem social (o diálogo com essas pessoas de rua), somado isso ao reforço no atendimento psicossocial.

O QUE DIZ A PREFEITA

 “A situação de rua é uma questão complexa que exige soluções estruturadas e a participação ativa de todas as esferas governamentais. Por isso propomos esse encontro para discutirmos o tema e ao mesmo tempo planejarmos, de forma conjunta, as ações que serão adotadas a curto, médio e longo prazo”.

Embora com a presença e participação das forças de segurança (PM e PC), nenhuma solução apontada na reunião passa por essas estruturas, mas pela ampliação do traalho das próprias áreas de Saúde e Social da prefeitura de Lages

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Amarildo vai para diretoria Social

LIDERANÇA DO PDT ERA APONTADA COMO POSSÍVEL NOME PARA A SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

Vereador pelo PT e filiado ao PDT, José Amarildo Farias era apontado como possível nome para assumir a Secretaria de Assistência Social de Lages. Mas não se confirmou a possibilidade. Ele foi nomeado pela prefeita Carmen Zanotto para assumir a Diretoria de Segurança Alimentar. É uma estrutura importante, mas uma escada abaixo que o primeiro escalão da equipe da nova gestão.

OUTRAS NOMEAÇÕES

PARA CARGOS DE DIREÇÃO

Marielle Madruga dos Santos – Diretora de Iluminação Pública

Jefferson Sebastião Dias – Diretor da Secretaria de Segurança

Valdeci Macedo de Liz – Diretor de Orçamento

Guilherme Zanoni – Diretor de Licitações

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Mário Motta: ‘Ainda estou aqui’

DEPUTADO COMPARTILHA GABINETE ABERTO MESMO EM JANEIRO E ESTÁ NA LIDA EM PLENO RECESSO

Parafraseando o nome do filme mais falado neste começo do ano ali no título do post, reportamo-nos à informação do deputado Mário Motta (PSD). Sem entrar no mérito das agendas dos colegas de parlamento, o parlamentar exteriorizou nesta primeira semana inteira de dias úteis de janeiro, que o gabinete dele na Alesc está de portas abertas apesar do recesso. Como o expediente externo da Alesc é no período da tarde, Motta explicou até como chegar a seu gabinete por uns atalhos dentro do parlamento também de manhã.

Com um ano (de 2024) absolutamente produtivo e de resultados, Mário Motta segue a liturgia do mandato, focando a fiscalização e a atenção às pessoas.

POR FALAR EM MÁRIO MOTTA…

Pegamos de seu próprio perfil de rede social um retrato dos tempos idos – acredito que lá da década de 1980 – nas lidas em Lages com o pessoal do teatro, da paixão pelas artes e pela cultura. O registro é oriundo de uma página do mais expressivos dos intelectuais vivos da atualidade na paróquia, o bruxo Raul Arruda Filho.

Na ponta da mesa à esquerda, o próprio Mário Motta, nas lidas da comunicação no começo dos anos de 1980. Ao lado dele de blusa branca e degote em V, o bruxo referido, o escritor Raul Arruda Filho, de cabelos longos, bigode e cavanhaque Ivan Cascaes, o multitalento que deu vida inclusive ao Palhaço Pirulito na pré-história da TV em Lages. E à direita de camiseta clara, o ator Lota Lotar, outro gigante das artes.

ALIÁS

Raul Arruda Filho, em determinado período, produziu conteúdo escrito que a gente consumia com entusiasmo. Lá no começo da década passada ele se aventurava mais no mundo das escritas, para traduzir as coisas do cotidiano e do pensamento dos pensantes. Neste link uma ideia da produção do arrudismo.

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