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Lages: Emoção marca diplomação

DOCUMENTO DA JUSTIÇA ELEITORAL CHANCELA PREFEITA, VICE E VEREADORES A ASSUMIREM OS CARGOS PARA OS QUAIS CONCORRERAM

Foi o anfitreatro do Centro Universitário Unifacvest, amplo, moderno e bem estruturado, o palco escolhido pela Justiça Eleitoral para realizar a cerimônia de diplomação dos eleitos de Lages. Ambiente lotado para acompanhar o último ato dos profissionais da Justiça Eleitoral (juízes, promotores eleitorais, técnicos, analistas e demais colaboradores) no pleito eleitoral deste ano em Lages.

DIPLOMAÇÃO DE CARMEN ZANOTTO EM TRÊS REGISTROS

Desembargadora Maria do Rocio Luz Santa Ritta que preside o TRE/SC e que supervisionou as eleições municipais nas 295 cidades catarinenses subiu a Serra Catarinense para entregar pessoalmente o diploma a Carmen Zanotto

A reverência de Carmen Zanotto aos eleitores que lhe concederam esse diploma. Em números redondos, a cada 10 eleitores lageanos, seis votaram nela na eleição deste ano. Foram 50.734 votos válidos, ultrapassando os 58% da votação total.

Aplaudida de pé pelo público presente no anfiteatro do Centro Universitário Unifacvest, a emoção daquele que tem a missão de conduzir a gestão pública de Lages até 2028.

Fotos dos posts sobre diplomação: Fernando Moraes

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Reforma em expediente da Câmara

NÃO DEVERÁ OCORRER SESSÃO EXTRAORDINÁRIA EM JANEIRO PARA ANALISAR E APROVAR REFORMA ADMINISTRATIVA

Trocando dois dedos de prosa com o vereador eleito Maurício Batalha (Podemos), ele que tende a ser o futuro presidente da Câmara Municipal de Lages, o mesmo apontou que não houve qualquer aceno (ou diálogo) com a prefeita eleita, Carmen Zanotto sobre uma sessão extraordinária em janeiro.

É QUE…

Essa poderia ocorrer se houvesse uma necessidade urgente de se aprovar o projeto de reforma administrativa, criando as secretarias de Turismo e também a estrutura própria e indendente da Fazenda, no caso a Secretaria de Administração.

APRIMORAMENTO

De acordo com o vereador Maurício Batalha, pelo que ele entendeu, a ideia da prefeita eleita é aprimorar alguns pontes da reforma pretendida durante o primeiro mês de gestão e colocar o projeto na Câmara dentro do expediente normal do legislativo em fevereiro.

Além da criação de duas secretarias (desmembramento de atuais), haverá direcionamento de algumas áreas dentro da estrutura administrativa. A Defesa Civil que é vinculada ao gabinete, por exemplo, deverá deixar de ter essa vinculação até pela desnecessidade de manter uma estrutura dependendo de assinaturas finais de encaminhamento junto ao comando central da prefeitura.

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Mais nomes depois do Natal

FUTURO CHEFE DE GABINETE, SAMUEL RAMOS, INFORMOU QUE NÃO HAVERÁ COLETIVA PARA ANUNCIAR OS NOMES FALTANTES

“Enviaremos release. Outros nomes a prefeita pretende informar na última semana do ano”. Foi o que nos disse no final da coletiva da segunda-feira, 16, o futuro Chefe de Gabinete da prefeitura de Lages, Samuel Ramos. Não haverá, salvo mudança de planos, reunião com a imprensa para o anúncio da terceira leva de nomes da equipe.

Transição, futura gestão e política: Registro da pós-coletiva da segunda-feira, 16, com a coordenadora da transição Iara Comunello com a presidente do Cidadania, Cristina Subtil e mais Samuel Ramos, com a prefeita eleita e o possível futuro presidente da Câmara, Maurício Batalha.

O QUE TEMOS PENDENTE

Do primeiro escalão com status de Secretaria, temos a Assistência Social, cujo titular precisaria estar sintonizado em programas em andamento, até porque esses não podem sofrer descontinuidade, além de Desenvolvimento Econômico e Segurança Pública.

DUAS SUPERINTENDÊNCIAS

As titularidades da FME e Fundação Cultural também aguardam definição, assim como os nomes de funções Executivas. É o caso da Diretran e Comunicação. Nesse último caso a prefeita Carmen Zanotto deverá nomear uma profissional aqui mesmo de Lages para a área. E há algumas urgências (precisa iniciar a gestão e já ter o nome) de áreas como a Diretoria de Trânsito. É que o Diretor (não o Executivo), precisa estar no cargo dia 2, para dar validade às notificações de trânsito que forem emitidas. Se não houver autoridade de trânsito no município (e a autoridade é o Diretor e não o Executivo), as notificações não têm validade.

DEPOIS DA REFORMA

Outros dois nomes somente terão anúncio feito em meados de fevereiro, quando a Câmara de Vereadores aprovar a reforma administrativa. Trata-se do titular da Secretaria de Turismo, que ainda não existe a pasta e depende de criação, além do futuro secretário (a) de Administração, função resultante da separação dessa área com a Secretaria de Fazenda, que será ocupada pelo já indicado Evandro Frigo.

Evandro Frigo tocará a Secretaria da Fazenda em Lages, com a nova Secretaria de Administração aguardando criação para se definir a futura titularidade

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Semasa: Sobram R$ 2 milhões/mês

FUTURO DIRETOR-PRESIDENTE DA AUTARQUIA TEVE ACESSO A DADOS SOBRE O SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA EM LAGES

Trocamos dois dedos de prosa com o futuro diretor-presidente da Semasa (sim, a denominação correta é essa e não secretário) sobre a questão de gastos e arrecadação da estrutura que capta, trata e distribui água em Lages, além de conduzir o sistema de tratamento de esgoto e da coleta de resíduos sólidos (lixo). Segundo Jair Júnior, numa avaliação preliminar (e claro que é preciso aprofundar mais a análise), a Semasa possui um superávit mensal na casa dos R$ 2 milhões. Esse dinheiro se destina a investimentos para manter a modernização e a eficiência do próprio sistema.

Ao visitar a Semasa pela primeira vez, na condição de anunciado para a função, Jair Júnior observou a nomenclatura correta do cargo e se inteirou sobre a operacionalização do sistema, a partir de informações repassadas pela atual gestora, Taíse Paese.

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O que se encontrará na Semasa?

DADOS OFICIAIS INDICAM AVANÇOS NA ATIVIDADE FIM DA AUTARQUIA CRIADA PARA GERIR O SISTEMA EM LAGES

Centro dos dois maiores escândalos públicos da história de Lages – com prisão temporárias dos dois últimos prefeitos – haveria uma narrativa de que o melhor caminho seria a gestão pública ‘se livrar dessa encrenca’ e devolver o sistema à Casan. Entretanto, antecipar uma ‘entrega’ da Semasa, sem que seja pelo regramento do Marco Regulatório do Saneamento seria como ‘matar a vaca para acabar com o carrapato’.

DADOS SÃO POSITIVOS

Se de um lado tem a colocação de Lages em um noticiário negativo, a própria gestão atual aponta dados sobre o quanto se evoluiu, a partir da atuação da Semasa. No caso, esses dados tornados público, referem-se aos oito anos da atual administração:

NOVA ETA – O problema do abastecimento (dando fim à falta frequente de água) se resolveu com a ampliação da ETA (Estação de Tratamento de Água) do bairro Popular. A cidade saiu de uma produção de água potável de 600 litros por segundos para 900 litros por segundo. É um quantitativo de água suficiente para abastecer uma cidade como Florianópolis (com meio milhão de habitantes).

NOVAS REDES – Lages possuía até 2017 um total de 820.185 metros de rede. Sim, a cidade tem uma rede de água superior a distância entre Lages e São Paulo. E essa foi ampliada em mais 34.000 metros. Ou seja, implementou-se rede numa distância como de Lages a Bocaina do Sul. Também houve a substituição de redes em 25 ruas e avenidas.

ESGOTO – Também nesse período houve um incremento no número de ligações às redes de coleta de esgoto na cidade. Eram 10.628 ligações em 2017. Atualmente são 16.264 ligações. Por sinal, considerando as redes na área urbana, um número que precisa aumentar.

Está aqui no bairro Popular a nova ETA que aumentou em 50% a oferta de água tratada, permitindo que o volume atenda uma cidade três vezes maior que Lages

OU SEJA

A futura gestão não precisa inventar na Semasa. Se mantê-la longe do noticiário negativo e continuar com a mesma linha de investimentos, agregando mais ligações às redes de esgoto, inclusive, além de aprimorar a coleta de lixo, que enfrentou a maior crise de sua existência, está de bom tamanho.

O FUTURO DA SEMASA

Há uma narrativa nos bastidores no sentido de serem apontados, a partir da posse de Jair Júnior como o Rei D’água em Lages (gestor da Semasa), dados e informações que tornassem a ‘devolução do sistema’ à Casan como uma boa alternativa.

BOBAGEM!

De fato é bobagem uma cogitação nesse sentido. Isso porque, nem a Casan está garantida com o Marco Regulatório do Saneamento que pode ‘entregar o sistema’ à iniciativa privada. A Casan mesmo pode assumir uma ou mais fatia do saneamento e abastecimento no Estado, mas disputará o mercado em igualdade de condições com empresas, conforme prevê a legislação sobre o tema.

Lembram do mapa que está sendo considerado para fatiar o mercado do abastecimento e saneamento de SC? Tem projeto tramitando na Alesc nesse sentido.

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