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Jair Júnior: O Jura de Carmen Zanotto

PUBLICAÇÃO COLOCA O VICE-PREFEITO ELEITO COMO FUTURO TITULAR DA SEMASA

Tal qual o atual prefeito que buscou uma das pessoas de maior confiança sua para comandar uma das áreas mais nevrálgicas da gestão municipal, situação análoga estaria se desenhando pela futura administração de Lages. Pelo menos é o que informa de maneira exclusiva o colega Milton Barão.

Porque frequenta o Paço e deve saber bem mais que a gente, ele aponta que Jair Júnior deverá ser o nome escalado por Carmen Zanotto para assumir a gestão da Semasa.

FATO E BOATO

Colaborador da Semasa repassou a outro colega de imprensa que Jair Júnior estaria coletando informações nos mínimos detalhes da estrutura. Naturalmente que isso se interpretaria como aquela postura de transição, onde a futura administração busca dados e informações sobre aquilo que herdará para gerir. Porém, a informação do colega bloguista aponta na linha do próprio vice-prefeito vir a assumir a gestão da Semasa.

Jair Júnior, cujo primeiro ato, em podendo, será cortar qualquer e todo repasse à Transul, conforme promessa de vida existencial política (o retrato acima que completou 3 anos no domingo passado) estaria na bolsa de apostas para ser no Governo CZ o que Jura foi na era Ceron

TUDO É COGITAÇÃO

A opção da prefeita eleita de chamar para si o controle da narrativa das futuras nomeações, faz com que surjam inúmeras cogitações. Já houve umas duas dúzias de ‘nomeações’ no noticiário daqueles que poderiam vir a integrar as estruturas de gestão na futura administração. Nada, naturalmente, é oficial, embora se exista rumores é porque se prospectou possibilidades.

A IDA DOS QUE NÃO VÃO

Colega Olivete Salmória também tem citado nomes. Apontou, por exemplo, Walter Manfrói para a eventual futura Secretaria de Finanças (se Carmen resolver ressuscitar a estrutura que deixou de existir). O próprio Manfrói nos disse que nunca foi cogitada sua ida para o Paço. A jornalista aponta Suzana Duarte, vereadora eleita, como nome para o colegiado. Mas a referida vereadora tem vínculo com a Uniplac que permite que ela concilie a Câmara e a Universidade. O que não poderia fazer se ocupasse vaga no colegiado. Da mesma forma, a professora Elaine Moraes é dirigente do Simproel, missão que teria que se recolher se ‘virasse vidraça’.

Vereadora reeleita, Suzana Duarte é apontada como nome para o colegiado de Carmen Zanotto. Mas ela tem lidas na Uniplac que dificultariam deixar o trabalho legislativo que, financeiramente, é mais atrativo.

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Ação que merece bem mais apoio

AO TODO 106 CRIANÇAS PARTICIPARAM DO PROGRAMA BOMBEIRO MIRIM EM LAGES. FORMATURA É NESTA QUINTA-FEIRA, 21

Crianças que frequentam o 4º ano do ensino fundamental das escolas de Educação Básica Flordoardo Cabral, Visconde de Cairu e Vidal Ramos passaram por uma série de orientações e preparação para situações da vida cotidiana através do Programa Bombeiro Mirim. O curso é estruturado com uma carga horária de 12 horas, sendo seis horas dedicadas a aulas teóricas. As temáticas abordadas incluíram não apenas os valores do Bombeiro Mirim, mas também informação essencial sobre serviços de emergência, prevenção de acidentes, primeiros socorros e segurança contra desastres.

A metodologia adotada neste programa alia teoria a práticas lúdicas, facilitando a fixação do conhecimento.

Além das aulas, os alunos tiveram a oportunidade de visitar o quartel dos Bombeiros, onde puderam vivenciar dinâmicas práticas relacionadas aos temas estudados.

SOBRE O PROGRAMA

Essas experiências de ensinamento às crianças da rede pública estadual de ensino são fundamentais para desenvolver habilidades de cidadania e responsabilidade social desde a infância. O Programa Bombeiro Mirim do CBM/SC representa um investimento no futuro, capacitando crianças com conhecimentos valiosos e promovendo valores de solidariedade e prevenção. “Através de programas como este, constrói-se uma sociedade mais consciente e preparada para enfrentar os desafios do cotidiano”.

Os instrutores e instrutoras repassaram as informações de maneira didática, explicando detalhes sobre técnicas de prevenção e atuação básica em casos de emergência…

Os próprios colegas das turmas participantes se colocaram como referência para aplicação dos cuidados a serem adotados em situações exigidas

DESTAQUE POSITIVO E OUTRO NEM TANTO

Além da dedicação dos integrantes do CBM/SC de Lages para ministrar o curso aos 106 pequenos bombeiros, registre-se o apoio de logística possível a partir da ajuda do Credicomin, Empório das Carnes e da própria CDL. E ao mesmo tempo, observa-se que outras empresas foram convidadas a ajudar na iniciativa, mas não estenderam a mão para auxiliar na causa que visa educação e segurança na comunidade.

LEMBRANDO QUE…

Esse tipo de ação somente é possível com a estrutura dos Bombeiros Militares e seus conhecimentos, além do apoio da iniciativa privada para colaborar na logística. Torçamos que os futuros cursos nessa linha, tenham maior adesão de empresas. Porque da criançada a adesão é significativa por causa da experiência de conviver no ambiente daqueles profissionais (Os Bombeiros) que são exemplos de dedicação e ajuda à população nos momentos mais ingratos!

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Cena apavorante em Lages

MAIS UMA LOJA NO CENTRO FOI ALVO DE LADRÕES EVIDENCIANDO A INSEGURANÇA NA MADRUGADA

Mais que chamar a atenção, o vídeo de câmeras de segurança causa uma mistura de preocupação e angústia. Passava das 4h da madrugada desta quarta-feira, 20, quando um homem chega com uma marreta na loja Estilo (esquina das ruas Correia Pinto e Caetano Vieira da Costa). Ele projeta a ferramenta contra a vidraça estilhaçando o vidro e adentrando com mais três comparsas no estabelecimento. A ação dura poucos segundos. Mas o suficiente para saírem com bolsas e malas carregadas de peças de roupa do interior da loja.

Veículo é estacionado logo abaixo e se deslocam os agentes, um deles com marreta na mão, para o saquear o estabelecimento comercial no Centro…

Os quatro já chegam preparados com mala e sacolas na mão para encher de mercadorias que foram saqueadas da loja. A ação foi rápida, deixando marcas de destruição (vantalismo na vitrine de vidro) e prejuízos ao proprietário do estabelecimento.

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Pecados da burocracia no Paço

SETE MESES PARA UMA AVERBAÇÃO DE CONSTRUÇÃO É UM INCENTIVO A IGNORAR A EXISTÊNCIA DA SEPLAM

Pequeno empresário que atua ali perto da UPA exterioriza uma situação de burocracia que enfrenta, cuja realidade, infelizmente, não é caso isolado. Há quatro meses ele protocolou um pedido de averbação de uma casa (confesso que desconheço detalhes do significado dessa providência que exige atuação e liberação da Seplam).

MAS…

Ele informa que depende de despacho da Seplam para conseguir construir. “É uma construção que quero fazer dentro das normas do município e que vai movimentar o setor de material de construção, mão de obra e, naturalmente, atender minha necessidade”. Cita ele. O problema está que a Seplam não consegue despachar o pedido dele por alguma circunstância que o mesmo desconhece.

LÁ POR FEVEREIRO

Estamos na metade de novembro e o procedimento aguarda, segundo ele, há quatro meses (um mês no arquiteto e três dentro da Seplam). “Eles foram claros comigo: Tem uns 100 a 110 na tua frente. E a tua autorização é coisa lá para fevereiro”. Foi a resposta que recebeu da Seplam. Ou seja, uma situação insustentável, inadmissível que ronda a realidade da burocracia dentro da estrutura municipal.

LOGICAMENTE QUE…

Pedir que nesses 30 dias de período útil restante da atual gestão se mude essa realidade é algo fora de cogitação. Mas a prefeita eleita Carmen Zanotto precisa utilizar esse tipo de situação como exemplo do que não pode acontecer. As pessoas querem construir dentro das regras, submeter-se às regras. Mas a demora é um convite para dar de ombros a essa estrutura pública que se comporta como um paquiderme. É preciso dinamismo e respostas mais urgentes. A cidade, as pessoas, precisam disso.

TECNICISMO NA SEPLAM

Enorme respeito aos servidores efetivos que atuam na Seplam e não têm eles culpa pela lentidão da coisa, até porque falta mais gente para ajudar. Entretanto, a Seplam não pode ter no seu comando alguém com perfil político, que queira aparecer na foto, promover-se. É preciso um gestor (a) tecnicista, alguém que resolva, que dê a celeridade dentro daquilo que a lei determina.

ASSIM

Se precisa de autorizações de Vigilância Sanitária, Semasa, Seplam, de maneira sequencial, que se crie um protocolo para dar essa dinâmica. Carmen Zanotto até tem gente em seu grupo com essa visão e possibilidade de executar essa linha de atuação para desengessar a Seplam (nem citamos nome para não acharem que a gente está nomeando). Mas independente de quem seja, não se concede uma averbação demorar 7 meses.

Lages precisa de celeridade. E em termos de autorização de obras e planejamento de ações, isso passa pela Seplam. E não dá para improvisar com ‘nomeação gambiarra’. Tem que ser gente que resolva com a celeridade que o sistema permite!

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Criadores dos vinhos Villa Francioni

ENÓLOGOS QUE ATUAM (E ATUARAM) DESDE A IMPLANTAÇÃO DA PRINCIPAL VINÍCOLA DA SERRA CATARINENSE SE ENCONTRAM

Um encontro de mestres. É o que foi proporcionado pela Presidente do Conselho da VF – Vinícola Francioni, Daniela Freitas, renunindo para uma degustação aqueles profissionais que deram vida aos rótulos que integram o portfólio da referida vinícola.

HÁ 21 ANOS…

No ano de 2003 o visionário e apaixonado pela Serra Catarinense e por vinhos, empresário Dilor Freitas, escalou os enólogos Gustavo Gonzales, da vinícola Robert Mondavi (Califórnia – EUA), e Orgalindo Bettu, especialista em vitinicultura na França para o empreendimento que tinha em mente para São Joaquim.

GONZALES E BETTU

O enólogo Gonzales atuou como consultor da Villa Francioni antes da 1ª safra, de 2003 até 2011, e Bettu, de 2003 a 2019. Juntos, eles elaboraram os primeiros vinhos e criaram o portfólio inicial da VF – como os premiados VF Chardonnay, VF Sauvignon Blanc, VF Rosé, Joaquim, Francesco, Villa Francioni tinto, Michelli e Dilor.

DEGUSTAÇÃO

Neste encontro, foram degustados mais de 30 rótulos com até 20 anos de idade, surpreendendo a todos pela sua vivacidade e longevidade. Acompanharam a degustação os enólogos da Villa Francioni de 2004 a 2009, Átila Zavarise, Nei Rasera (enólogo da casa desde 2012), além da própria Daniela Freitas que preside o Conselho da VF e João Paulo Freitas, que era sócio da Villa Francioni, mas que passou para a gestão de outra vinícola que fundou, a Thera.

Daniela Freitas entre Bettu e Gonzales numa senhora degustação dos rótulos da Villa Francioni, numa análise dela mesma:

“Pudemos relembrar os primeiros anos de grandes desafios enfrentados pela Villa Francioni, tendo sido a pioneira na elaboração dos primeiros vinhos da Serra Catarinense, numa descoberta de um novo e profícuo terroir.”

Foto: Jair Sena/Divulgação

Conteúdo: Scarduelli Comunicação

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